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Weverton mantém base e atrai parte do apoio partidario de Brandão…

Além de manter integralmente o apoio de PDT, DEM, PP, PRB, PSL e Rede Sustentabilidade, senador divide com o vice-governador parte do apoio do Cidadania, do PT, do PCdoB e até do próprio PSB; e deve avançar em alianças com PSDB, PTB, Podemos e MDB

 

Weverton chega à atual fase da campanha a base integral e fortalecido por apoios de partidos que têm influência do Palácio dos Leões

O senador Weverton Rocha (PDT) conseguiu manter inabalada sua candidatura ao Governo do Estado, mesmo diante da pressão do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) por candidatura única na base do governo Flávio Dino (PSB).

E garantiu apoio integral de sua base, composta por PDT, DEM, PP, PRB, PSL e Rede Sustentabilidade.

Mas, além disso, Weverton conseguiu dividir com Brandão o apoio de parte do PT, do Cidadania, do PCdoB e do próprio PSB, para onde o vice tucano está se transferindo.

Além do próprio ex-presidente Lula, são aliados de Weverton no PT o presidente do diretório municipal de São Luís, Honorato Fernandes, dirigentes municipais em diversos municípios, líderes sindicais ligados à CUT e militantes petistas em todo o estado.

No PCdoB Weverton tem o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, e de toda a sua militância no interior;

No Cidadania, ele é apoiado pela senadora Eliziane Gama, principal nome do partido no Maranhão.

E no PSB, conta com o apoio do ex-prefeito de Timon, Luciano Leitoa, e todo o seu grupo, espalhado por diversas regiões do estado.

Com a base mantida, Weverton já articula aliança com o PSDB, que deve ficar com a senadora Eliziane Gama após saída de Brandão; e vai conversar também com PTB, Podemos, MDB e PSD.

Mas esta é uma outra história…

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O início do fim do governo Flávio Dino…

Segundo turno expõe fragilidade crescente do governador comunista, que tentou centralizar a base, mas só levou consigo para o apoio a Duarte Júnior auxiliares vinculados diretamente à sua vontade e aliados com perspectivas eleitorais atreladas ao Palácio dos Leões

 

Ao impor voto em Duarte Júnior, Flávio Dino expôs a fragilidade de sua articulação política, fenômeno típico dos chefes de poder em fim de mandato

Análise de conjuntura

É tradição na política que o detentor de mandato eleitoral vá diminuindo sua importância e influência à medida que se aproxima o final do seu ciclo de poder.

O governador Flávio Dino (PCdoB) começou a sentir o peso desta sentença neste segundo turno das eleições de São Luís.

Ao tentar impor sua vontade, levando a base para o apoio ao candidato Duarte Júnior (Republicanos), Dino expôs a fragilidade da aliança que o mantém no poder e precipitou o início do fim do seu governo. 

O racha na base governista ficou evidente, com partidos – inclusive o PCdoB do próprio governador – dividido entre as candidaturas de Duarte e a do oposicionista Eduardo Braide (Podemos).

É certo que a antipatia que o próprio Duarte Júnior detém na classe política teve influência direta neste racha, mas as eleições de 2022 e a sucessão de Dino já começaram a demarcar o terreno político de 2020.

Flávio Dino não conseguiu convencer – pelo menos até agora – líderes de peso no cenário maranhense, como o senador Weverton Rocha (PDT), os presidentes da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), e da Câmara Municipal, Osmar Filho (PDT); e muito menos o prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

A aliança de Neto Evangelista e Eduardo Braide levou á Rua Grande lideranças do DEM, do PDT e do próprio PCdoB no apoio ao candidato do Podemos

A adesão de governistas em massa à candidatura de Eduardo Braide redesenha o mapa eleitoral de 2022 não apenas na seara governista, mas na própria oposição.

Se conseguir – apenas com seus subordinados e aliados mais dependentes – virar o jogo em São Luís e vencer com Duarte Júnior, Flávio Dino estará garantindo ao vice Carlos Brandão o encaminhamento de sua eleição em 2022.

Se, como tudo indica, perder a eleição na capital, terá contra si um exército saído das entranhas do seu governo pronto para avançar no estado, tendo o próprio Braide entre as lideranças com influência no processo estadual.

E com o agravante de o comunista estar em fim de mandato…

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Duarte Jr. agradece eleitor e acena para Edivaldo…

Em quarentena por causa da CoVID-19, candidato do Republicanos falou da sacada do prédio, através de sistema se vídeo e áudio, e ressaltou que pretende “manter tudo aquilo que a atual administração está fazendo de bom” em São Luís

 

O candidato republicano a prefeito de São Luís, Duarte Júnior, encontrou um jeito criativo de manter contato com o eleitor mesmo isolado por causa da CoVID-19.

Após o resultado das eleições, que o levou ao segundo turno, ele agradeceu aos eleitores, e acenou diretamente ao prefeito Edivaldo Júnior.

– Quero agradecer a vocês que fazem parte deste movimento; que buscam uma São Luís diferente, fazer São Luís avançar (…); e mais do que isso: fazer São Luís ter um prefeito de composição, que dê continuidade a tudo aquilo que a atual administração está fazendo de bom. Aquilo que é bom, nós vamos continuar – afirmou Duarte.

O candidato do Republicanos já havia usado a criatividade para manter a campanha na reta final do primeiro turno, utilizando-se de vídeo em carreatas que circulavam por São Luís com mensagens ao vivo, de sua casa.

Candidato da base do governo Flávio Dino (PCdoB), Duarte já recebeu o apoio do próprio governador; e espera manifestações de outros ex-candidatos da base.

– Ninguém aqui mais quer essa segregação, essa briga de A, B,C, D – acenou o candidato. 

Até agora,m nenhum dos outros ex-candidatos se manifestou sobre o segundo turno…

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Neto vê jogo combinado entre Braide e Duarte para tirá-lo do 2º turno

Para candidato do DEM, republicano faz de tudo para chegar ao segundo turno e tem ajuda do candidato do Podemos, que prefere enfrentá-lo por saber que ele não agrega o governo, ao contrário dos demais candidatos da base

 

Neto mantém campanha intensa nas ruas de São Luís, mas vê jogo combinado contra ele entre os adversários

O candidato do DEM a prefeito de São Luís, Neto Evangelista, passou a denunciar o que chamou de “jogo combinado” entre os candidatos Eduardo Braide (Podemos) e Duarte Júnior (Republicanos).

Segundo ele, esse combina entre os dois adversários tem o objetivo de tirá-lo do segundo turno.

– Há um jogo combinado entre Braide e Duarte. Duarte por que faz qualquer coisa para ir ao segundo turno; Braide por que prefere enfrentá-lo e não a mim – ressaltou Neto.

Seus argumentos se baseiam nos sucessivos ataques que partem da campanha de Duarte Júnior, mesmo com o candidato do Republicano comemorando estar à frente dele nas pesquisas.

– O que não dá para entender é um candidato que faz festa por suposta pesquisa que o põe no segundo turno e, mesmo assim, passa a propaganda toda a atacar um adversário que ele diz estar fora – ponderou o senador Weverton Rocha (PDT), principal articulador da campanha de Neto.

Eduardo Braide teria preferência por Duarte Júnior por este não conseguir unificar a base do governo Flávio Dino

A informação de que Eduardo Braide prefere enfrentar Duarte, e não Neto, em um segundo turno, foi divulgada pela primeira vez no blog Marco Aurélio D’Eça, em pelo menos duas ocasiões. (Relembre aqui e aqui)

Na avaliação de analistas e lideranças, tanto Neto quanto o candidato comunista Rubens Júnior teriam mais condições de agregar apoios na base do governo Flávio Dino, além de mobilizar a militância, coisas que parecem mais difíceis para Duarte.

Por isso, na visão de Neto Evangelista, o adversário tem o apoio do próprio Braide…

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A postura independente de Dr. Yglésio…

Candidato do Pros deixa bem claro que não tem nenhum tipo de apoio do governador Flávio Dino e reafirma que, eleito prefeito, pretende manter relações republicanos com o Palácio dos Leões

 

Yglésio fez questão de demarcar terreno próprio de independência logo após publicação de Flávio Dino nas redes sociais….

Um dos candidatos mais propositivos do primeiro turno em São luís – conseguindo usar de forma efetiva os seus 16 segundos no horário eleitoral – o deputado estadual Dr. Yglésio (PROS) reafirmou sua postura independente como candidato.

– Agradeço a deferência do governador Flávio Dino (PCdoB), mas preciso deixar bem claro que não tenho nenhum tipo de apoio do mesmo nesta campanha – disse Yglésio, em suas redes sociais, logo após manifestação de Dino reafirmando as candidaturas de sua base e citando o candidato do PROS.

Postagem de Flávio Dino em que elenca candidatos de sua preferência e também aqueles com os quais diz ter boas relações políticas

Segundo Yglésio, a relação que pretende manter com Flávio Dino, caso eleja-se prefeito, é republicana.

O candidato segue com campanha propositiva, sobretudo nas redes sociais, onde se destaca como opção do eleitorado mais jovem.

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Núcleo de Edivaldo vai de neutralidade à “leve” torcida por Braide

Relação de animosidade com alguns candidatos da base do governo Flávio Dino e aproximação com o projeto de poder do vice-governador Carlos Brandão podem levar o prefeito de São Luís a uma postura vinculada entre 2020 e 2022

 

Edivaldo está cada vez mais alinhado ao vice-governador Carlos Brandão; e não apenas nas vestes parecidas

A movimentação de bastidores no círculo mais próximo do poder na Prefeitura de São Luís apontam um caminho diferente do esperado para o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) nas eleições da capital maranhense.

Segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, Edivaldo resiste a apoiar os principais candidatos da base do governo Flávio Dino (PCdoB) com os quais tem algum tipo de animosidade pessoal – Duarte Júnior (Republicanos), Neto Evangelista (DEM) ou Rubens Júnior (PCdoB).

Nas conversas com os auxiliares mais próximos do prefeito, o titular do blog Marco Aurélio D’Eça percebe, inclusive, uma certa expressão de desejo pela vitória de Braide ainda no primeiro turno.

Na semana passada, blogs ligados ao Palácio dos Leões chegaram a noticiar que Edivaldo apoiaria Rubens Júnior já no primeiro turno, mais um tiro que saiu pela culatra na campanha comunista.

Pereira Júnior apoiou Braide contra Edivaldo no segundo turno de 2016 e se manteve crítico ao prefeito após exoneração de aliados na gestão municipal.

O apoio a Duarte Júnior seria natural pela aproximação do prefeito com o vice-governador Carlos Brandão – de olho nas eleições de 2022 – mas a relação com o deputado republicano também é ruim, diante das críticas à gestão na capital.

Além disso, o próprio Brandão tende a cruzar os braços se o seu afilhado político não figurar na disputa contra Eduardo Braide.

Para Edivaldo Júnior, hoje um dos principais cabos eleitorais de São Luís, portanto, uma vitória de Eduardo Braide – em primeiro ou segundo turno – seria natural, e até benéfica, em um processo casado com 2022.

Por isso a insistente neutralidade do prefeito…

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Osmar Filho diz que qualitativas definirão candidato da base…

Presidente da Câmara Municipal se mantém no jogo sucessório de São Luís e avalia que o resultado destas pesquisas, a partir de março, poderá levar a duas ou mais candidaturas na base do governo Flávio Dino

 

Osmar Filho mantém seu nome no rol dos pré-candidatos da base holandinista a prefeito de São Luís; pesquisas qualitativas definirão os escolhidos

O presidente da Câmara Municipal, vereador Osmar Filho (PDT), mantém seu nome no debate sobre a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT); e diz que uma pesquisa qualitativa, provavelmente a partir de março, definirá o escolhido – ou escolhidos – da base governista. 

 – O que sei é que todos os nomes ainda estão postos sob a mesa e somente a partir de março, após a avaliação das pesquisas qualitativas, será possível chegar a um ou, se for o caso, dois ou mais nomes – disse o vereador.

A base do grupo Flávio Dino/Edivaldo Júnior tem, hoje, nada menos que seis postulantes a prefeito: o próprio Osmar Filho e mais os deputados federais Bira do Pindaré (PSB) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB), os estaduais Neto Evangelista (DEM), Duarte Júnior (PCdoB) e Dr. Yglésio (sem partido)

Pelo entendimento de Osmar Filho, dos seis pré-candidatos, a base deve ficar com tr~es candidatos efetivamente.

Com informações de O EstadoMaranhão

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Evangelista e Rubens Jr. dividem partidos da base dinista…

Candidato do DEM deve ter apoio do PDT, do PTB e do PP; comunista deve receber adesão do Cidadania, do Pros e do PT, caso este não decida por candidatura própria em São Luís; os demais candidatos governistas vivem situação adversa

Além de ser o melhor posicionado na base governista nas pesquisas, Neto Evangelista reúne as melhores condições partidárias e políticas par disputar em São Luís

O ano pré-eleitoral de 2019 se encerra com apenas dois candidatos da base do governo Flávio Dino (PCdoB) em condições reunir aliados a partir de 2020.

O deputado estadual Neto Evangelista (DEM) reúne as melhores condições eleitorais – mantém a segunda posição nas pesquisas de intenção de votos – e deve atrair o PDT, além do PTB e do PP, partidos que gravitam no grupo mais próximo da gestão de Edivaldo júnior (PDT).

Já o comunista Rubens Pereira Jr. – apesar do fraquíssimo desempenho nas pesquisas – tem a garantia de estrutura política e recursos em profusão para atrair os partidos mais próximos do governador, como o Cidadania e o Pros.

O PT também poderá juntar-se ao PCdoB, caso não se decida por candidatura própria.

Mesmo com fraquíssimo desempenho nas pesquisas, Rubens Júnior tem o apoio pessoal de Flávio Dino, que garante estrutura e recursos, formas de atrair partidos

Todos os demais pré-candidatos da base governista tenderão a desistir ou terão de trocar de partido se quiserem concorrer em 2020; e mesmo assim de forma isolada.

Exemplo é Bira do Pindaré, que reúne apoio integral no PSB, mas está teoricamente afastado da base governista e isolado como membro da bancada maranhense na Câmara Federal.

Embora tenha relações com o governo, o jornalista Jeisael Marx, que deve disputar pela Rede Sustentabilidade, não pode ser considerado como candidato da base.

Todos os demais nomes já postos entre os governistas – de Duarte Júnior (PCdoB) a Dr. Yglésio (sem partido; de Osmar Filho (PDT) a Astro de Ogum (PL) – correm contra o tempo e diante de condições partidárias e eleitorais adversas.

E terão forte dificuldade de viabilizar candidaturas…

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De como a base dinista trabalha para tirar Duarte Jr. do páreo de 2020…

Por mais que o deputado do PCdoB se esforce, não consegue agradar nenhuma das lideranças que compõem o grupo do governador Flávio Dino; e pode ficar mesmo fora da disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior

 

DUARTE JÚNIOR TENTA MANTER AS APARÊNCIAS NA RELAÇÃO COM FLÁVIO DINO, mas o fato é que ninguém o tolera na base do governo

Blogs e jornais divulgaram nos últimos dias dois movimentos do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL): um em direção ao senador Weverton Rocha (PDT); outro com o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB).

Sabe-se que tanto Josimar quanto Weverton e Othelino são declaradamente candidatos a postos majoritários nas eleições de 2022 – governador ou senador. A junção dos três pode significar a formação de uma chapa completa para a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB).

Outro movimento que ganhou repercussão – inclusive do blog Marco Aurélio D’Eça – foi o rumor segundo o qual o PCdoB estaria discutindo uma nova opção de candidatura em São Luís, descartando os atuais pré-candidatos Rubens Pereira Júnior e Duarte Júnior. (Relembre aqui)

Os três movimentos políticos, tanto o de Josimar com Weverton e Othelino quanto o do PCdoB, atingem diretamente – planejadamente ou não – o deputado Duarte Júnior.

E mostra claramente que todos os movimentos dos aliados de Flávio Dino são para tirá-lo da disputa, pouco importando seus índices de intenção de votos nas pesquisas.

Para entender, basta seguir a lógica:

1 – Weverton e Othelino têm antipatia ao deputado comunista; e não fechariam qualquer tipo de acordo político-eleitoral com Josimar de Maranhãozinho sem levar em conta os interesses de 2020 do PL, partido que Duarte sonha em se filiar.

2 – Não faz sentido que um partido como o PCdoB, que tem um candidato com até 14% de intenções de votos e outro com menos de 1%, decida abrir mão dos dois ao invés de assumir o primeiro.

Está cristalino como água que ninguém na base tolera a possibilidade de ter Duarte júnior como candidato a prefeito.

A APROXIMAÇÃO ENTRE JOSIMAR DE MARANHÃOZINHO E OTHELINO NETO PODE SIGNIFICAR MAIS PORTAS FECHADAS PARA DUARTE, inclusive já nas eleições de 2020

O blog Marco Aurélio D’Eça tem apontado há tempos que o caminho, natural e único, para o deputado comunista é o PRB, do vice-governador Carlos Brandão. (Entenda aqui, aqui ou aqui)

Resta saber se Brandão corre mesmo em faixa própria, com projeto independente para 2022, que passe por 2020; ou se vai continuar atrelado aos interesses da base, evitando contrariar o projeto coletivo da meninada para a sucessão de Flávio Dino.

A decisão de Brandão significa o futuro de Duarte Júnior; e Duarte Júnior pode significar o futuro de Brandão.

É simples assim…

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César Pires vê dois pesos e duas medidas em veto à convocação de Clayton Noleto…

Para o deputado, não faz sentido que a Assembleia Legislativa convoque o diretor do DNIT para falar das rodovias federais e poupe o secretário de Infraestrutura só porque ele é aliado

 

O deputado estadual César Pires (PV) criticou nesta terça-feira, 28, a forma como os parlamentares da base governista tentam discutir o problema das rodovias que cortam o estado poupando os aliados do governo Flávio Dino (PCdoB).

– A malha viária é composta de BRs e MAs e vemos que estão precárias. Quem aqui se levanta para falar do contrário de que a MA-006 não passa uma dificuldade grandiosa? Quem aqui tem condições de vir a esta tribuna e dizer que de Matões a Pirapemas, passando por Cantanhede, a estrada não está péssima? Quem aqui não tem condição de dizer que parte também da 020, recuperada depois que nós fizemos queixas e botamos vídeos que ultrapassaram 150 mil visualizações, e o Governo começou a fazer alguma coisa porque, convocar não, pedir para o superintendente do DNIT vir aqui e virar as costas como se nada estivesse acontecendo nas MAs! – questionou o parlamentar.

Para Pires, a base governista mostra subserviência ao governo.

– Somos covardes, então, nesta Casa, por não enxergar isso. Somos lenientes, somos subservientes, somos míopes, não querendo enxergar o que está acontecendo! Quem aqui se aventura a dizer que as MAs passam momentos de facilidade ou que são diferentes das BRs? São iguais! – desabafou.