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A estranha história da suposta visita de Bolsonaro a Balsas…

Nota de Esclarecimento de entidade de pastores – onde o presidente iria participar de evento – põe mais dúvidas sobre acontecimento anunciado pelo senador Roberto Rocha, que agora o governador Flávio Dino pelo cancelamento

 

Roberto Rocha e Jair Bolsonaro: uma viagem anunciada e cancelada com culpa a terceiros; resta a do dia 30 de outubro

A suposta viagem que o presidente Jair Bolsonaro faria ao município de Balsas nesta sexta-feira, 23, está marcada por uma penumbra de suspeita sobre sua própria existência.

A viagem, anunciada pelo senador Roberto Rocha (PSDB) foi cancelada pelo próprio Bolsonaro, que alegou falta de segurança, culpando o governador Flávio Dino de não liberar a PMMA para sua escolta.

A acusação de Bolsonaro já havia sido negada pelo próprio Flávio Dino, mas reafirmada pelo senador Roberto Rocha, que ainda acusou o comunista de negar a segurança por motivos políticos.

A nota da entidade pastoral, que se envolveu na polêmica a respeito da suposta visita de Bolsonaro a Balsas

Mas, nesta quinta-feira, 22, a entidade Aliança de Pastores de Balsas (APEB), divulgou nota de esclarecimento em que diz não ” ter sido procurada ou informada sobre a realização do evento nesta sexta-feria, dia 23/10/2020″.

A nota, espalhada nas redes sociais por Flávio Dino, fala que tomou conhecimento do vídeo apenas pela divulgação do vídeo de Roberto Rocha.

E op fato é que, mais uma vez, Bolsoanro anuncia e não aparece no Maranhão.

Agora é esperar o dia 30 em São Luís…

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Bolsonaro mentiu sobre segurança da PM para ele em Balsas

Foi o próprio presidente da República quem criou a fake news sobre o governo maranhense ter negado dar segurança a ele na visita que faria ao município, uma espécie de desculpas para cancelar a viagem

 

Foi nesta entrevista à rádio Jovem Pan que Bolsonaro inventou a fake news sobre falta de segurança para ele no Maranhão

Foi descoberto nesta quarta-feira, 21, que a fake news sobre a negativa do governo Flávio Dino de dar segurança militar ao presidente Jair Bolsonaro em sua visita ao Maranhão partiu do próprio Bolsonaro.

Em entrevista à rádio Jovem Pan, Bolsonaro disse que cancelaria sua viagem por que Flávio Dino (PCdoB) se negou a garantir segurança plena da comitiva presidencial no Maranhão.

– O governador Flávio Dino resolveu não ceder a Polícia Militar para fazer uma segurança mais aberta, digamos assim – mentiu Bolsonaro.

Desde ontem, o secretário de Segurança Jefferson Portela já havia desmentido a fake news sobre  o assunto, garantindo a presença ostensiva na PDM na visita do presidente.

Hoje, foi o próprio governador Flávio Dino quem revelou ter partido do próprio Bolsonaro a informação sobre a falta de segurança.

Ao que tudo indica, Bolsonaro criou a fake news como justificativa para não ir á cidade do senador Roberto Rocha (PSDB).

Agora é Rocha quem tem de cobrar do presidente…

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Rafael Leitoa anuncia instalação da Patrulha Maria da Penha e 2ª Companhia da PM em Timon

O isolamento proporcionado pela pandemia da Covid-19, iniciado em março deste ano, trouxe à tona diversas situações, dentre elas o aumento de ocorrências contra a vida e dignidade das mulheres. Dentro de casa, isoladas, se tornaram vítimas ainda mais fáceis da violência doméstica e feminicídios.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, na manhã desta terça, 18, o deputado Rafael Leitoa confirmou a instalação da Patrulha Maria da Penha, em TImon, e um reforço estrutural para a Segurança Pública do município.

Dentre as ações apresentadas por Rafael Leitoa, a inauguração da 2ª Companhia da Polícia Militar em Timon, que funcionará no bairro Cidade Nova, demonstra mais uma vez a sensibilidade do governo do Maranhão e a articulação política do deputado Rafael em proporcionar, via mandato parlamentar, diversos aparelhos de segurança para o município. A inauguração da Segunda Companhia da PM em Timon, está marcada para o próximo dia 27, às 15 horas, juntamente com toda a cúpula da Segurança Pública do Estado.

Patrulha Maria da Penha

O deputado Rafael Leitoa confirmou também para o dia 27 deste mês, o início dos trabalhos da Patrulha Maria da Penha em TImon.

Policiais femininas que ficarão à frente das ações já foram selecionadas e farão um treinamento de capacitação nos dias 25 e 26, visando um melhor atendimento para a sociedade.

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PM vai fiscalizar postos para evitar aglomerações no fim de semana…

Força-tarefa policial agirá em conjunto com o próprio Sindicato dos Combustíveis para evitar as tradicionais festas de som automotivo características das lojas de conveniências que funcionam em toda a Grande São Luís

 

As festas de som automotivo são características das lojas de conveniências de postos de combustíveis; e geram intensa aglomeração durante a madrugada

Uma operação da Polícia Militar atuará em postos de combustíveis da Grande São Luís a partir desta sexta-feira, 10.

O objetivo é coibir a realização das chamadas festas de som automotivo, que marcam as noites de fim de semana em vários postos da Ilha.

A ação foi pedida pelo próprio Sindicato dos Postos de Combustíveis, após constatação de várias aglomerações desde que o governo Flávio Dino (PCdoB) decidiu liberar o funcionamento de bares, restaurantes e similares.

Na última quinta-feira, 9, o professor-doutor da Universidade Federal do Maranhão, Antonio Augusto Moura da Silva, alertou para um aumento considerável nos números da coVID-19 nas últimas duas semanas, exatamente após a liberação dos estabelecimentos, que incluem as conveniências.

Para ajudar na represssão ao som automotivo, os empresários foram orientados a retirar mesas das áreas externas das lojas de conveniência durante a madrugada; a reunião de grupos será restringida e a lei que proíbe venda de bebidas alcoólicas entre as 2h e as 6h da manhã será aplicada.

 Quem desobedecer está sujeito á prisão e a multas de até R$ 50 mil.

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USC da PM em São Luís também registrou sumiço de material

Conferência de carga detectou ainda em 2017 o sumiço de equipamentos, móveis e utensílio da unidade criada na Vila Luisão; Inquérito Policial Militar foi aberto em 2019, mas, a exemplo dos demais, nunca apresentou conclusão

 

A Unidade de Segurança Comunitária da Via Luizão também foi alvo de extravios de equipamentos da PMMA; e lá, também nãos e mostrou solução para o inquérito

A 1ª Unidade de Segurança Comunitária (USC) da Polícia Militar do Maranhão também foi alvo de extravio de equipamentos, móveis e utensílios desde a sua criação.

Uma conferência de carga realizada em 2017 detectou este sumiço, mas só em 2019 o comando geral da PMMA determinou a abertura do Inquérito Policial Militar nº 22/2020, que, a exemplo de todos os IPMs deste tipo, não apresentou conclusão conhecida.

O blog Marco Aurélio D’Eça já havia revelado, com exclusividade, sucessivos IPMs, que apontavam sumiço de 180 coletes à prova de bala, armamentos e móveis em diversas unidades da PM.

 

O inquérito da USC foi designado em 2019, com base em conferência de 2017, mas nunca apresentou nenhum relatório conhecido

Mas o problema atinge também a corporação em São Luís.

O problema é que, apesar de determinado pelo comando-geral, esses inquéritos – comandados por vários oficiais superiores – nunca concluem nada, nunca apresentam relatórios, nunca apontam os responsáveis pelo sumiço do patrimônio público.

Curiosamente, todos os IPMs envolvem oficiais do Estado Maior que, depois, passaram pelo comando geral da PMMA, o que pode explicar a paralisação das investigações.

Mas esta é uma outra história…

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CoVID-19 já matou 13 policiais militares no Maranhão…

Tropa reclama de estar atuando sem nenhum tipo de apoio do governo, que ainda pune supostos excessos; muitos se dizem obrigados a cumprir escalas estafantes mesmo após testes darem positivo para a doença

 

Os policiais mortos pela pandemia de coronavírus; homenagem dos colegas e indiferença do comando e do governo

A coVID-19 já matou 13 policiais militares no Maranhão desde o início da pandemia de coronavírus.

As vítimas fazem parte do mosaico que ilustra este post; e não receberam nenhum tipo de apoio do comando geral da PMMA e, muito menos, do Governo do Estado.

Pelo contrário: um PM foi punido na quinta-feira, 7, após impedir usuários de ônibus de seguir viagem sem comprovação de trabalho em serviço essencial, exatamente o que determina o decreto de lockdown judicial. (Relembre aqui)

No início da pandemia, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou post em que mostrava a insatisfação da tropa em relação ao tratamento dado aos policiais mortos em ação contra o coronavírus. 

Na época, eram três mortos; hoje já são 13.

Obrigados a estar nas ruas, policiais são expostos ao vírus e ao degaste de reprimir cidadãos de acordo com os interesses do comando e do governo

O blog conversou com diversos militares nas últimas semanas, tanto ao vivo, nas ações do João Paulo e nos bloqueios nas avenidas, quanto por aplicativo de troca de mensagens.

O sentimento é de indignação.

– Alguns tinham problemas de saúde, ou seja, eram do grupo de risco…e a instituição não deu a devida atenção – diz um segundo sargento revoltado com o tratamento em campo.

Com medo de represália do comando, os PMs contam ao blog – encaminhando provas, mas sem querer se identificar – que alguns já foram obrigados a cumprir escala de trabalho mesmo após confirmação de teste positivo para coVID-19.

O clima entre praças – soldados, cabos e sargentos – é de desestímulo diante do que precisa ser feito para impedir a circulação de pessoas que desobedecem o bloqueio.

Muitos entendem como arbitrária a decisão de fechar lojas, e acabam apenas orientando os empresários.

E se ressentem, sobretudo, de serem vistos apenas como mais um número na contagem da pandemia.

Treze vidas que se perderam…

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Após mortes, PMs lamentam abandono do governo a policiais

Três membros da corporação morreram nos últimos dias, mas mereceram, apenas, uma mera Nota de Pesar, conjunta, do governo, Secretaria de Segurança e PMMA; policiais denunciam jornadas intensas de trabalho, sem apoio

 

PMs maranhenses estão na linha de frente das ações contra o coronavírus, mas a tropa sente-se abandonada pelo comando

O desabafo de um homem identificado por Márcio Aurélio – aparentemente um policial militar – ganhou repercussão nas redes sociais e em grupos de WhatsApp desde o final da semana passada, após três mortes de PMs vítimas da CoVID -19.

Aurélio reclama das condições de trabalho na corporação e da perseguição aos policiais militares durante a quarentena de coronavírus.

– Policial chega na Junta Médica com atestado de 14 dias, os médicos cortam o atestado pela metade, pedindo pra voltar depois; ora, se o objetivo é isolar, por que fazer isso com o PM? Agora veio o pior, a morte do sargento – diz o desabafo, aparentemente escrito após o falecimento do sargento Márcio Glauco Correia de Jesus, do BPTur.

A nota conjunta da PMMA e governo foi considerada desrespeitosa em grupos de WhatsApp formado por PMs

De lá para cá, morreram também o Carlos Cesar da Silva Pereira, do BPChoque, e e o subtenente Marcos Chagas, que era, inclusive, da Guarda Pessoal do governador no Palácio dos Leões.

– O comandante escondido em casa, encaminhando uma nota de psar tão falsa quanto ele, feita por terceiros. Fica meus sentimentos à família do sargento e peço respeito dos demais, pois estamos no front de guerra e desarmados – desabafa a nota.

A bota teve apoio de grupos de Whatsapp formado por PMs, mas muito temem represeálias.

Veja abaixo, ó documento:

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Polícia Militar deve encolher em mais de mil homens até o final do ano…

Documento da Corporação estima que o número de aposentadorias a serem efetivadas até dezembro chegará a 1.133 homens, o que reduzirá para pouco mais de 10 mil o efetivo que a propaganda do governo Flávio Dino diz ser de 15 mil

 

Nada menos que 1.133 homens da Polícia Militar do Maranhão devem estar fora das ruas até dezembro, quando serão efetivadas suas aposentadorias.

A estimativa é do próprio comando da PMMA.

Documento foi encaminhado à Assembleia Legislativa ainda em fevereiro; e veio à tona pelas mãos do deputado Wellington do Curso (PSDB), em discurso questionando a afirmação da propaganda do governo Flávio Dino (PCdoB), que diz ter 15 mil homens na PM.

De acordo com o documento, havia na PMMA em fevereiro exatos 11.199 homens, pouco mais de 2,8 mil a mais do que tinha em 2015, segundo a própria Secretaria de Segurança. (Relembre aqui)

Em abril Flávio Dino nomeou outros 133 novos policiais. (Saiba mais aqui)

Na última segunda-feira, 7, outros 180 foram formados pelo Cefap. (Veja aqui)

Somando as nomeações de 2019 – e cruzando-as com as aposentadorias informadas pela própria PM – o Maranhão terá ao final do ano um efetivo policial de 10.392 homens.

Apenas 2.790 a mais do que havia em 2015.

Neste caso, perguntar não ofende: onde estão os 15 mil homens que Flávio Dino diz estar em operação desde 2017???

Veja abaixo o documento da PMMA:

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Edilázio destaca atuação da OAB em defesa de concursados da PM…

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) utilizou o pequeno expediente da Câmara Federal para dar destaque à atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seccional Maranhão, em defesa dos concursados da Polícia Militar do estado.

A OAB-MA sediou uma audiência pública no início da semana, com a coordenação do presidente da entidade, Thiago Diaz, e estabeleceu prazo de 15 dias para que o governador Flávio Dino (PCdoB) dê posse aos mais de 1.700 aprovados em concurso público que já se submeteram ao Curso de Formação. Se a posse não for efetivada, a Ordem ingressará com Ação Civil Pública na Justiça.

“Quero destacar a atuação da OAB-MA que abraçou a causa dos pais e mães de famílias aprovados no concurso público e que já concluíram o curso de formação da PM. A Ordem, na pessoa do presidente, Thiago Diaz deu prazo de 15 dias para que o Governo dê posse aos concursados”, disse.

Edilázio afirmou que vai acompanhar de perto o desenrolar do caso e disse que se associa à luta dos concursados da PM no Maranhão.

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“Repórter Puliça” é obrigado a tirar a farda sob ameaça de prisão…

Comunicador, que é vereador em Caxias – e viraliza na internet com suas intervenções jornalísticas bem humoradas – declarou em sessão na Câmara que não vai mais usar o uniforme característico porque foi alertado de um Mandado de Prisão em seu desfavor

 

REPÓRTER PULIÇA: DESTAQUE NACIONAL INCOMODOU PODEROSOS, que pretendem impedir sua caracterização

O vereador de Caxias Gladston Costa e Silva, conhecido por “Repórter Puliça”, ocupou a tribuna da Câmara Municipal nesta segunda-feira, 27, para informar que foi obrigado a retirar o uniforme que usa em suas reportagens.

Personagem folclórico do jornalismo maranhense, “Puliça” tem ganhado fama nacional com suas matérias cheias de humor e situações inusitadas.

Numa das mais famosas, ele quase se afoga em uma matéria em que tentou mostrar o assoreamento do rio Itapecuru. (Veja o vídeo abaixo)

As intervenções garantiram a ele mandato na Câmara de Caxias.

Mas o parlamentar foi proibido de usar o uniforme, mesmo que a farda nada tenha a ver com nenhuma força policial ou militar oficial.

– Eles tiraram a farda, mas não tiraram a minha língua. E meu trabalho vai continuar doa a quem doer. Já estou preparando outra farda, exclusiva – declarou.

Tecnicamente, “Repórter Puliça” não comete nenhum crime ao usar um uniforme característico, desde que não esteja usando fardas oficiais da PM ou das Forças Armadas.

– Qualquer intervenção artística, jornalística ou humorística pode usar uniformes para caracterizar um militar; e não há nenhum crime nisso, sobretudo se não houver nenhum tipo de símbolo oficial das forças policiais – garantiu o produtor de cinema Reginaldo de Castro, que atua no Maranhão.

No discurso, “Puliça” não informou se a ordem – ou pedido – de prisão partiu da PMMA ou das Forças Armadas.

Na Câmara de Caxias, a maioria dos vereadores se solidarizou com o colega comunicador…

Com informações do Portal Enquanto isso no Maranhão