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César Pires também cobra investigação sobre vigilante agindo como PM

Assim como o colega Wellington do Curso, deputado do PV pediu que a Polícia Federal investigue o envolvimento de um agente de segurança em ações típicas de policiais militares em pleno centro de São Luís

 

César Pires quer investigação do caso envolvendo vigilante que atuou como policial militar no Centro de São Luís

O deputado estadual César Pires pediu à Polícia Federal que investigue e esclareça a participação de um vigilante em atos privativos da Polícia Militar em pleno Centro de São Luís.

Na semana passada, vieram á tona imagens de um vigilante que prendeu e algemou um indivíduo no Centro de São Luís, numa atitude que caracteriza usurpação da função de policiais militares.

Para o deputado, foi um típico ato de milícia.

– Eu que sou da carreira militar vi aquilo como ato de milícia, pela abordagem incorreta e praticada por alguém que não pertence aos quadros da polícia – enfatizou César Pires, em discurso da tribuna da Assembleia Legislativa.

Na semana passada, o também deputado Wellington do Curso (PSDB) havia pedido investigação das autoridades competentes e esclarecimento da PM para o ato do vigilante.

Até agora, o governo Flávio Dino mantém silêncio sobre o assunto…

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Uso de vigilantes como polícia já gerou tragédia no Maranhão

Execução em praça pública do mecânico Irinaldo Batalha, em 2015, no município de Vitória do Mearim, mostra que a prática de usar não-policiais no sistema de segurança pública é uma prática do governo Flávio Dino desde o seu início

 

A imagem da execução do mecânico Irinaldo Batalha ganhou o mundo; e volta á cena agora, com novo episódio de outro vigilante agindo como militar

 

Não é de hoje que o governo Flávio Dino (PCdoB) usa vigilantes no papel de policiais militares no interior maranhense.

Essa prática resultou, inclusive,. na execução, em praça pública, do mecânico Irinaldo Batalha, em junho de 2015, no município de Vitória de Mearim, crime que repercutiu internacionalmente e resultou em ações contra Dino em organismos internacionais. (Relembre aqui, aqui, aqui e aqui)

Batalha foi executado por um vigilante que fazia as vezes de policial, e tinha a supervisão dos próprios policiais militares. À época, o próprio secretário de Segurança Jefferson Portela classificou o crime como “cruel e desumano”.

O vigilante prendeu e algemou rapaz no Centro, como se fosse um policial militar; governo Flávio Dino mantém silêncio

Passados quase seis anos, o caso envolvendo um vigilante no Centro de São Luís mostra que a prática nunca foi abandonada pelo governo comunista, agora até mesmo na própria capital maranhense.

A imagem com um homem algemado e no chão, sob os pés de um vigilante, à frente do carro do programa “Nosso Centro”, foi denunciada na Assembleia Legislativa e será alvo de ação também do Sindicato dos Vigilantes.

E como sempre ocorre nesses casos, Flávio Dino preferiu o silêncio…

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“Office boy de Jefferson Portela”, diz Cel. Ivaldo sobre comandante da PM

Oficial da reserva da PMMA mostrou-se indignado após assassinato do tenente-coronel Ronilson e disse que o problema está no comando da Segurança Pública e do governo, que não dá proteção aos agentes da lei no Maranhão

 

Coronel Ivaldo desabafou contra o comando da Segurança Pública

O coronel PM aposentado Ivaldo Barbosa revoltou-se nesta sexta-feira, 29, em um grupo de policiais militares, ao comentar a execução do tenente-coronel Ronilson.

Ronilson foi morto na porta de casa, na tarde da última quinta-feira, 28, por homens  que ocupavam um Peugeot.

Para Barbosa, a  morte do colega é mais um exemplo da falta de atenção da Segurança Pública aos seus homens.

– Esse atual comandante da PMMA (coronel,Pedro Ribeiro) não passa de um office-boy de Jefferson Portela – afirmou Ivaldo.

O cortejo com o corpo de Ronilson circulou por toda a cidade, em grande comoção pública

Para o coronel aposentado, a falta de amparo do governo Flávio Dino aos agentes da lei – e as ameaças do Ministério Público de criminalizar a30s ações policiais – leva a um clima de insegurança entre os policiais.

– Mas eu prefiro ser julgado por sete do que carregado por seis – afirmou Ivaldo Barbosa, ao referir aos riscos de prisão que correm os policiais em embates com bandidos. 

O corpo do tenente-coronel Ronilson foi sepultado na tarde desta sexta-feira, 29…

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A estranha história da suposta visita de Bolsonaro a Balsas…

Nota de Esclarecimento de entidade de pastores – onde o presidente iria participar de evento – põe mais dúvidas sobre acontecimento anunciado pelo senador Roberto Rocha, que agora o governador Flávio Dino pelo cancelamento

 

Roberto Rocha e Jair Bolsonaro: uma viagem anunciada e cancelada com culpa a terceiros; resta a do dia 30 de outubro

A suposta viagem que o presidente Jair Bolsonaro faria ao município de Balsas nesta sexta-feira, 23, está marcada por uma penumbra de suspeita sobre sua própria existência.

A viagem, anunciada pelo senador Roberto Rocha (PSDB) foi cancelada pelo próprio Bolsonaro, que alegou falta de segurança, culpando o governador Flávio Dino de não liberar a PMMA para sua escolta.

A acusação de Bolsonaro já havia sido negada pelo próprio Flávio Dino, mas reafirmada pelo senador Roberto Rocha, que ainda acusou o comunista de negar a segurança por motivos políticos.

A nota da entidade pastoral, que se envolveu na polêmica a respeito da suposta visita de Bolsonaro a Balsas

Mas, nesta quinta-feira, 22, a entidade Aliança de Pastores de Balsas (APEB), divulgou nota de esclarecimento em que diz não ” ter sido procurada ou informada sobre a realização do evento nesta sexta-feria, dia 23/10/2020″.

A nota, espalhada nas redes sociais por Flávio Dino, fala que tomou conhecimento do vídeo apenas pela divulgação do vídeo de Roberto Rocha.

E op fato é que, mais uma vez, Bolsoanro anuncia e não aparece no Maranhão.

Agora é esperar o dia 30 em São Luís…

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Bolsonaro mentiu sobre segurança da PM para ele em Balsas

Foi o próprio presidente da República quem criou a fake news sobre o governo maranhense ter negado dar segurança a ele na visita que faria ao município, uma espécie de desculpas para cancelar a viagem

 

Foi nesta entrevista à rádio Jovem Pan que Bolsonaro inventou a fake news sobre falta de segurança para ele no Maranhão

Foi descoberto nesta quarta-feira, 21, que a fake news sobre a negativa do governo Flávio Dino de dar segurança militar ao presidente Jair Bolsonaro em sua visita ao Maranhão partiu do próprio Bolsonaro.

Em entrevista à rádio Jovem Pan, Bolsonaro disse que cancelaria sua viagem por que Flávio Dino (PCdoB) se negou a garantir segurança plena da comitiva presidencial no Maranhão.

– O governador Flávio Dino resolveu não ceder a Polícia Militar para fazer uma segurança mais aberta, digamos assim – mentiu Bolsonaro.

Desde ontem, o secretário de Segurança Jefferson Portela já havia desmentido a fake news sobre  o assunto, garantindo a presença ostensiva na PDM na visita do presidente.

Hoje, foi o próprio governador Flávio Dino quem revelou ter partido do próprio Bolsonaro a informação sobre a falta de segurança.

Ao que tudo indica, Bolsonaro criou a fake news como justificativa para não ir á cidade do senador Roberto Rocha (PSDB).

Agora é Rocha quem tem de cobrar do presidente…

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Rafael Leitoa anuncia instalação da Patrulha Maria da Penha e 2ª Companhia da PM em Timon

O isolamento proporcionado pela pandemia da Covid-19, iniciado em março deste ano, trouxe à tona diversas situações, dentre elas o aumento de ocorrências contra a vida e dignidade das mulheres. Dentro de casa, isoladas, se tornaram vítimas ainda mais fáceis da violência doméstica e feminicídios.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, na manhã desta terça, 18, o deputado Rafael Leitoa confirmou a instalação da Patrulha Maria da Penha, em TImon, e um reforço estrutural para a Segurança Pública do município.

Dentre as ações apresentadas por Rafael Leitoa, a inauguração da 2ª Companhia da Polícia Militar em Timon, que funcionará no bairro Cidade Nova, demonstra mais uma vez a sensibilidade do governo do Maranhão e a articulação política do deputado Rafael em proporcionar, via mandato parlamentar, diversos aparelhos de segurança para o município. A inauguração da Segunda Companhia da PM em Timon, está marcada para o próximo dia 27, às 15 horas, juntamente com toda a cúpula da Segurança Pública do Estado.

Patrulha Maria da Penha

O deputado Rafael Leitoa confirmou também para o dia 27 deste mês, o início dos trabalhos da Patrulha Maria da Penha em TImon.

Policiais femininas que ficarão à frente das ações já foram selecionadas e farão um treinamento de capacitação nos dias 25 e 26, visando um melhor atendimento para a sociedade.

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PM vai fiscalizar postos para evitar aglomerações no fim de semana…

Força-tarefa policial agirá em conjunto com o próprio Sindicato dos Combustíveis para evitar as tradicionais festas de som automotivo características das lojas de conveniências que funcionam em toda a Grande São Luís

 

As festas de som automotivo são características das lojas de conveniências de postos de combustíveis; e geram intensa aglomeração durante a madrugada

Uma operação da Polícia Militar atuará em postos de combustíveis da Grande São Luís a partir desta sexta-feira, 10.

O objetivo é coibir a realização das chamadas festas de som automotivo, que marcam as noites de fim de semana em vários postos da Ilha.

A ação foi pedida pelo próprio Sindicato dos Postos de Combustíveis, após constatação de várias aglomerações desde que o governo Flávio Dino (PCdoB) decidiu liberar o funcionamento de bares, restaurantes e similares.

Na última quinta-feira, 9, o professor-doutor da Universidade Federal do Maranhão, Antonio Augusto Moura da Silva, alertou para um aumento considerável nos números da coVID-19 nas últimas duas semanas, exatamente após a liberação dos estabelecimentos, que incluem as conveniências.

Para ajudar na represssão ao som automotivo, os empresários foram orientados a retirar mesas das áreas externas das lojas de conveniência durante a madrugada; a reunião de grupos será restringida e a lei que proíbe venda de bebidas alcoólicas entre as 2h e as 6h da manhã será aplicada.

 Quem desobedecer está sujeito á prisão e a multas de até R$ 50 mil.

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USC da PM em São Luís também registrou sumiço de material

Conferência de carga detectou ainda em 2017 o sumiço de equipamentos, móveis e utensílio da unidade criada na Vila Luisão; Inquérito Policial Militar foi aberto em 2019, mas, a exemplo dos demais, nunca apresentou conclusão

 

A Unidade de Segurança Comunitária da Via Luizão também foi alvo de extravios de equipamentos da PMMA; e lá, também nãos e mostrou solução para o inquérito

A 1ª Unidade de Segurança Comunitária (USC) da Polícia Militar do Maranhão também foi alvo de extravio de equipamentos, móveis e utensílios desde a sua criação.

Uma conferência de carga realizada em 2017 detectou este sumiço, mas só em 2019 o comando geral da PMMA determinou a abertura do Inquérito Policial Militar nº 22/2020, que, a exemplo de todos os IPMs deste tipo, não apresentou conclusão conhecida.

O blog Marco Aurélio D’Eça já havia revelado, com exclusividade, sucessivos IPMs, que apontavam sumiço de 180 coletes à prova de bala, armamentos e móveis em diversas unidades da PM.

 

O inquérito da USC foi designado em 2019, com base em conferência de 2017, mas nunca apresentou nenhum relatório conhecido

Mas o problema atinge também a corporação em São Luís.

O problema é que, apesar de determinado pelo comando-geral, esses inquéritos – comandados por vários oficiais superiores – nunca concluem nada, nunca apresentam relatórios, nunca apontam os responsáveis pelo sumiço do patrimônio público.

Curiosamente, todos os IPMs envolvem oficiais do Estado Maior que, depois, passaram pelo comando geral da PMMA, o que pode explicar a paralisação das investigações.

Mas esta é uma outra história…

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CoVID-19 já matou 13 policiais militares no Maranhão…

Tropa reclama de estar atuando sem nenhum tipo de apoio do governo, que ainda pune supostos excessos; muitos se dizem obrigados a cumprir escalas estafantes mesmo após testes darem positivo para a doença

 

Os policiais mortos pela pandemia de coronavírus; homenagem dos colegas e indiferença do comando e do governo

A coVID-19 já matou 13 policiais militares no Maranhão desde o início da pandemia de coronavírus.

As vítimas fazem parte do mosaico que ilustra este post; e não receberam nenhum tipo de apoio do comando geral da PMMA e, muito menos, do Governo do Estado.

Pelo contrário: um PM foi punido na quinta-feira, 7, após impedir usuários de ônibus de seguir viagem sem comprovação de trabalho em serviço essencial, exatamente o que determina o decreto de lockdown judicial. (Relembre aqui)

No início da pandemia, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou post em que mostrava a insatisfação da tropa em relação ao tratamento dado aos policiais mortos em ação contra o coronavírus. 

Na época, eram três mortos; hoje já são 13.

Obrigados a estar nas ruas, policiais são expostos ao vírus e ao degaste de reprimir cidadãos de acordo com os interesses do comando e do governo

O blog conversou com diversos militares nas últimas semanas, tanto ao vivo, nas ações do João Paulo e nos bloqueios nas avenidas, quanto por aplicativo de troca de mensagens.

O sentimento é de indignação.

– Alguns tinham problemas de saúde, ou seja, eram do grupo de risco…e a instituição não deu a devida atenção – diz um segundo sargento revoltado com o tratamento em campo.

Com medo de represália do comando, os PMs contam ao blog – encaminhando provas, mas sem querer se identificar – que alguns já foram obrigados a cumprir escala de trabalho mesmo após confirmação de teste positivo para coVID-19.

O clima entre praças – soldados, cabos e sargentos – é de desestímulo diante do que precisa ser feito para impedir a circulação de pessoas que desobedecem o bloqueio.

Muitos entendem como arbitrária a decisão de fechar lojas, e acabam apenas orientando os empresários.

E se ressentem, sobretudo, de serem vistos apenas como mais um número na contagem da pandemia.

Treze vidas que se perderam…

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Após mortes, PMs lamentam abandono do governo a policiais

Três membros da corporação morreram nos últimos dias, mas mereceram, apenas, uma mera Nota de Pesar, conjunta, do governo, Secretaria de Segurança e PMMA; policiais denunciam jornadas intensas de trabalho, sem apoio

 

PMs maranhenses estão na linha de frente das ações contra o coronavírus, mas a tropa sente-se abandonada pelo comando

O desabafo de um homem identificado por Márcio Aurélio – aparentemente um policial militar – ganhou repercussão nas redes sociais e em grupos de WhatsApp desde o final da semana passada, após três mortes de PMs vítimas da CoVID -19.

Aurélio reclama das condições de trabalho na corporação e da perseguição aos policiais militares durante a quarentena de coronavírus.

– Policial chega na Junta Médica com atestado de 14 dias, os médicos cortam o atestado pela metade, pedindo pra voltar depois; ora, se o objetivo é isolar, por que fazer isso com o PM? Agora veio o pior, a morte do sargento – diz o desabafo, aparentemente escrito após o falecimento do sargento Márcio Glauco Correia de Jesus, do BPTur.

A nota conjunta da PMMA e governo foi considerada desrespeitosa em grupos de WhatsApp formado por PMs

De lá para cá, morreram também o Carlos Cesar da Silva Pereira, do BPChoque, e e o subtenente Marcos Chagas, que era, inclusive, da Guarda Pessoal do governador no Palácio dos Leões.

– O comandante escondido em casa, encaminhando uma nota de psar tão falsa quanto ele, feita por terceiros. Fica meus sentimentos à família do sargento e peço respeito dos demais, pois estamos no front de guerra e desarmados – desabafa a nota.

A bota teve apoio de grupos de Whatsapp formado por PMs, mas muito temem represeálias.

Veja abaixo, ó documento: