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Eliziane Gama destaca chegada de Simone Tebet na CCJ do Senado…

Senadora maranhense faz análise sobre o aumento da participação feminina nas instâncias de poder em Brasília, destaca a atuação do PPS e reafirma compromisso

 

A senadora Eliziane Gama (PPS) participou da posse da colega Simone Tebet (MDB-MS) na Comissão e Constituição e Justiça do Senado Federal.

– É a primeira vez que temos uma mulher presidindo a mais importante comissão dessa Casa, a CCJ, por onde passam todas as matérias desta Casa. a presença da Simone nesta comissão é muito simbólica e muito importante. Por isso fiz questão de participar – afirmou Eliziane.

Destacando a participação feminina nas instâncias de poder do Congresso Nacional, Eliziane ressaltou o avanço da participação feminina na Câmara. E destaca que, apesar da redução da bancada feminina no Senado, no conjunto, o ganho foi grande.

Eliziane destacou também a vice-presidência do PPS na Comissão de Relações Exteriores.

– É a comissão que trata da soberania nacional. Portanto, é um momento importante de participação do PPS nesta comissão – destacou.

Como líder da bancada do PPS, Eliziane pretende atuar de forma mais efetiva no Senado levantando uma de suas principais bandeiras, a defesa da mulher.

A parlamentar pretende discutir todos os temas ligados à agenda feminista…

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Eliziane Gama fará frente feminina pelo Maranhão…

Empossada senadora e já eleita líder do PPS no Senado Federal quer reforçar o debate contra o feminicídio e pelo empoderamento feminino

 

Eliziane assina livro de posse

Nesta tarde (01), Eliziane Gama tomou posse como Senadora do Maranhão. Frente feminina pelo estado, ela também será a líder do PPS no Senado Federal.

Emocionada, Gama retrata o momento como vitória não somente dela, mas de todo o Estado.

“Hoje, fui empossada Senadora do Maranhão. Estado que defenderei com todas as forças como sempre fiz em toda a minha história. Este é um novo momento, uma página que marcará em termos de melhorias no desenvolvimento da qualidade de vida dos maranhenses”, declarou em entrevista à imprensa após a posse.

O Maranhão ganha, além da renovação política com ela e o colega de chapa e parlamento Weverton Rocha (PDT), uma voz feminina maranhense em décadas. A expectativa é dar força o combate ao feminício, ao empoderamento das mulheres e demais políticas públicas que sempre foram sua bandeira de luta.

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Mulher, do povo e ficha limpa: os diferenciais de Eliziane…

Candidata do PPS ao Senado inicia campanha com foco no que está repercutindo nas redes sociais: o fato de ser ela de origem humilde, mulher e não ter qualquer tipo de mancha em sua história política

 

Eliziane: liderança nas pesquisas refletem atributos de destaque no perfil de Eliziane Gama

A deputada federal Elziane Gama (PPS) gerou forte repercussão nas redes sociais com o seu discurso nos primeiros programa eleitorais.

Mulher, ficha limpa e de origem popular, ela usou exatamente este três tópicos para fazer o diferencial entre os candidatos a senador, historicamente “homens brancos, da elite”.

O programa atingiu o objetivo exatamente pelo fato de ter gerado debates de gênero e de classe nas redes sociais.

A deputada federal disputa a liderança da corrida pelo Senado e pretende fortalecer o fato de ser a única mulher com chances de chegar ao Senado nestas eleições.

Mas, além da condição de mulher, ela tem dois outros trunfos na disputa: tem a ficha limpa – diferencial na atual conjuntura – e é de origem humilde, do interior.

E nessa condição pode também ser a única mulher, não branca e de origem popular a chegar ao Senado.

E isto faz uma grande diferença…

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O drama familiar de Cabo Campos…

Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, parlamentar evangélico se vê às voltas com um debate envolvendo questões de gênero, orientação sexual e religião que perpassa a questão policial e deve ser visto também com um olhar do ponto de vista social

Cabo Campos, um mundo caído em três atos: o dele, o da mulher e o da filha…

Editorial

O deputado estadual evangélico Cabo Campos (PSC) viu, de uma hora para outra, seu mundo particular ruir como uma montanha de cartas.

Sua mulher, com quem vive há 26 anos, o denunciou por agressão continuada e teve o caso elevado à enésima potência na mídia e na Assembleia Legislativa.

Sua filha, tentando remediar a situação, expôs ainda mais a família, revelando a própria homossexualidade em um contexto impregnado de religião por todos os lados.

A casa caiu para o deputado, literalmente.

E, para completar, tudo isso ocorre às vésperas do Dia Internacional da Mulher.

A agressão à esposa – registrada na delegacia e já investigada em vários níveis – é um crime imperdoável, qualquer que seja a justificativa usada pelo deputado ou sua defesa.

Mas independentemente das questões policiais e de Justiça, é preciso entender que Cabo Campos e sua família vivem um drama sem precedentes nos meios políticos e midiáticos do Maranhão.

É preciso acompanhar tudo isso com os olhos que possam ver além do sensacionalismo, para além do linchamento social ou moral; e para além das questões de religião ou de gênero.

Cabo Campos cometeu um crime que precisa ser punido com exemplar medida, até pela posição social que ele ocupa.

Mas qualquer que seja o final da novela, nada vai reparar o desastre familiar que se viu após repercussão do escândalo.

E isso também precisa ser levado em conta…

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Eliziane propõe força tarefa para combater aumento da violência contra mulher…

A deputada federal Eliziane Gama (PPS-MA) disse nesta terça-feira, 28, estar preocupada com o avanço da violência contra a mulher no país, em especial no Maranhão.

De acordo com o Atlas da Violência, divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de assassinatos de mulheres cresceu em todo o estado.

Segundo o levantamento, os casos de violência aumentaram cerca de 130%, colocando o Maranhão como o estado com o maior aumento de homicídios de mulheres no país. Somente no ano passado foram 26 feminicídios.

De janeiro até novembro deste ano, já foram registrados 32 casos.

“Estamos propondo no nosso estado uma força tarefa onde todos os órgãos possam se juntar para combater esta atrocidade”, disse a parlamentar.

Eliziane Gama informou ainda que pretende se reunir com integrantes do Conselho Nacional de Justiça, com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DM-RJ) e com autoridades maranhenses para discutir e implementar medidas para combater a violência contra a mulher.

A deputada também pretende sugerir soluções como o “botão do pânico”, dispositivo que aciono as forças de segurança em caso de violência doméstica.

O equipamento é distribuído com sucesso em Vitória, capital do Espírito Santo que é administrada pelo PPS, para mulheres que estão sob medida protetiva na 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica de Vitória. Ele botão do pânico ser acionado caso o agressor não mantenha a distância mínima garantida pela Lei Maria da Penha.

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Sobre opressão e reação…

Incrível que até aparentes defensores da igualdade e da equidade critiquem a “forma agressiva” com que se tenta punir racistas e machistas de toda sorte; esquecem esses “coerentes e serenos” que ações de afirmação de gênero, de raça e de condição sexual – por mais duras que sejam – refletem apenas reação a um processo histórico opressor

 

O assédio é fruto do machismo arraigado na cultura brasileira; e o feminismo é só uma reação a isso

Editorial

Nos últimos dias, intensos debates sobre racismo, machismo, feminismo e homofobia surgiram nas redes sociais por fatos envolvendo pessoas famosas ou nem tanto assim.

E houve casos, inclusive, em São Luís.

Muita gente boa, aparentemente com boa formação, tem metido a colher nesta questão.

E é incrível que até aparentes defensores da equidade de gênero, da igualdade de raças e de condição sexual tentem pichar uma reação ao racismo e ao machismo com  as cores da “agressividade”.

Tudo o que se vê hoje contra o machismo, contra o racismo, contra a homofobia é uma reação, não uma ação.

As feministas que gritam nas ruas contra a opressão do “macho” estão em desabafo, espécie de catarse de um longo período de ações de tipos como estes ora em xeque – que assediam mulheres, humilham e oprimem as que não aceitam suas cantadas e manipulam para prejudicar quem resiste a eles.

Natural que a reação a estes tipos provoque uma histeria coletiva.

Mas ainda assim, essa aparente histeria é apenas reação a tudo o que estes tipos já fizeram em um longo processo histórico-cultural de um país ainda com viés primitivo.

Não são os negros que escolhem a segregação; e a reação deles a isso deve ser encarada apenas como reação

Qualquer violência do negro em relação à elite branca deve ser encarada como reação ao processo histórico de opressão.

Não se pode condenar um negro por odiar um branco. Este ódio não nasceu com ele, mas é fruto da reação a um processo histórico.

Da mesma forma, uma feminista que grita e agride um brucutu machista está apenas reagindo a ele.

Assim vale também para todos os exageros dos GLBT.

Qualquer exagero do movimento LGBT deve ser visto como efeito colateral de uma necessidade de afirmação

Gays, lésbicas, transexuais, transgêneros e todos os inúmeros tipos que definem a condição sexual – condição não é opção, deixe-se claro – podem até ser agressivos, violentos, grosseiros, provocadores… mas, ainda assim, estão apenas reagindo, não agindo.

O feminismo pode ser tão agressivo quanto o machismo. Mas é o machismo que está errado  precisa ser combatido, não o feminismo.

E é isso que intelectuais e pensadores precisam compreender.

Ou pelo menos deveriam ensinar…

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Hildo Rocha diz que Lei Maria da Penha estimulou surgimento de outras medidas protetivas…

Hildo Rocha em discurso na tribuna

Hildo Rocha em discurso na tribuna

Em pronunciamento na Sessão Solene do Congresso Nacional que marcou os dez anos de vigência da Lei Maria da Penha, o deputado federal Hildo Rocha (PMDB) afirmou que a Lei Maria da Penha serviu para sensibilizar a sociedade a consolidar medidas protetivas complementares.

“Sem a Lei Maria da Penha outras medidas jamais existiriam”, destacou o parlamentar.

Rocha citou como exemplo a Lei 13.104, de 09 de março de 2015, que ficou popularmente conhecida como Lei do Feminicídio.

“A partir da aprovação dessa Lei, que eu tive a oportunidade de ajudar a aprovar, o assassinato de mulheres passou a ser incluído no rol de crimes hediondos”, ressaltou.

Reconhecimento internacional

O deputado lembrou que a Lei Maria da Penha é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) está entre as três melhores do mundo, no que se refere à proteção das mulheres.

“Estima-se que quase a totalidade da população brasileira já tenha ouvido falar dela, tornando-a, assim, uma ferramenta social extremamente importante pois contribui para universalizar o exercício do direito ao atendimento em situações de risco”, declarou Rocha.

Bravura

O parlamentar destacou ainda que a Lei Maria da Penha é fruto do esforço de uma mulher guerreira, forte e valente: a farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes. Cidadã que fez de seu drama pessoal uma bandeira de luta em prol de todas as mulheres.

Rocha disse que a Lei Maria da Penha contribuiu para dar visibilidade a casos que sequer entravam na crônica policial e nas estatísticas.

“Hoje, as vitimas se sentem mais encorajadas, estão mais reativas por dispor de melhores condições para denunciar”, avaliou.

“Louvemos, assim, os dez anos dessa importante afirmação da cidadania e da justiça. Parabéns à sua inspiradora, a Senhora Maria da Penha Maia Fernandes; aos legisladores que a tornaram Lei e a todos aqueles que cotidianamente lutam para sua aplicação”, finalizou Hildo Rocha.