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Ex-candidato a vice-prefeito, Fábio Leite vai disputar vaga na Câmara

Pastor da Assembleia de Deus foi escolhido candidato em assembleia-geral da igreja, que anunciou também a candidatura de Domingos Paes em São Luís

 

COM FORTE MILITÂNCIA POLÍTICA NOS BASTIDORES DA ASSEMBLEIA DE DEUS,FÁBIO LEITE VAI AGORA TESTAR SEU NOME nas urnas para vereador

O pastor Fábio Leite vai representar a igreja Assembleia de Deus na disputa por uma das vagas de vereador na Câmara Municipal de São Luís, em 2020.

Ex-candidato a vice-prefeito – compôs a chapa de Clodomir Paz (PDT), em 2008 – Leite é uma das principais lideranças políticas da AD em São Luís e terá apoio oficial da denominação religiosa.

Além dele, a assembleia geral escolheu Domingos Paes, que represwnta a área Itaqui-Bacanga.

Formado em Letras, Fábio Leite é bacharel em teologia, cantor e tem 20 anos de ministério pastoral. É casado com a missionária e estudante de serviço social Eliane Leite com quem tem um casal de filhos, Fabiane e Helielson.

– O que está no meu coração não é simplesmente a política enquanto instituto partidário, mas pessoas. Cuidar de pessoas, da coletividade, da comunidade é o que me move para o cenário político – disse.

A aprovação oficial da assembçleia geral significa que os dois candidatos escolhidos em convenção são o únicos com licença para falar de suas candidaturas em púlpitos da igreja Assembleia de Deus.

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Batista Matos revela doença e mostra força do “milagre de Deus”…

Suplente de vereador, jornalista, que está em tratamento de um linfoma, revela “encontro com o Espírito Santo” e mostra fé e otimismo na recuperação, “sendo bênção mesmo dentro do hospital”

 

O jornalista e suplente de vereador revelou em vídeo nas redes sociais, no fim de semana, que está passando por um tratamento de um linfoma. E revela que “o espírito santo tem sido o seu grande companheiro”.

– Minha situação neste momento é de gratidão. Nós faremos mais postagens com o propósito de ser bênção em sua vida também – afirmou o jornalista.

Internado há cerca de dois meses – com intervalo de uma semana de alta – Batista tem se submetido a sessões de quimioterapia. Mas não se desanima em um só momento, reforçando sua fé em Deus.

– Nós vemos isso como uma oportunidade que Deus está nos dando de crescermos ainda mais. A palavra de deus diz que toda as coisas contribuem para aqueles que amam a Deus. Como cristão que sou, acredito naquela palavra que diz  “verdadeiramente, o Senhor Jesus levou sobre si as nossas dores e enfermidades” – declara.

Batista reconhece que muitas pessoas podem estar surpresas com o que ele fala neste momento de doença, mas mostra a força de sua espiritualidade em cada momento do tratamento.

Membro da Igreja Batista do Angelim, o jornalista tem sido cercado por evangélicos desde o primeiro dia de tratamento; e tem sido visitado por pastores e líderes políticos, como o ex-governador José Reinaldo, a senadora Eliziane Gama, o prefeito Edivaldo Júnior e o empresário Evilson Almeida.

Amigo pessoal do jornalista desde a adolescência, o titular do blog Marco Aurélio D’Eça também se junta nesta corrente.

Batista espera chegar ao segundo semestre já em plena recuperação e pronto para seguir a vida…

Veja o vídeo acima

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Hildo Rocha destaca relevância do tema da Campanha da Fraternidade

Em Sessão da Câmara Federal que tratou exclusivamente sobre a Campanha da Fraternidade deste ano, o deputado federal Hildo Rocha afirmou que o parlamento brasileiro, acertadamente, apoia a Campanha da Fraternidade que este ano aborda assunto diretamente relacionado às atividades da Câmara dos Deputados.

“Em 2019, a CNBB apresenta o tema Fraternidade e Políticas Públicas. Política pública é a ação estatal que emprega recursos limitados para alcançar um objetivo definido. Como é uma ação do estado, ela deve sempre, sem exceções, dirigir-se ao interesse público, ao bem comum”, enfatizou o parlamentar.

Hildo Rocha destacou que não há, na esfera das ações humanas, algo mais elevado que a solidariedade. “A fraternidade precisa, de modo permanente, integrar as ideias e planos do formulador de uma política pública. Assim, ao propor uma nova lei, ao decidir, no orçamento, a aplicação dos recursos públicos nas diferentes ações governamentais, nós deputados precisamos ponderar acerca dos destinatários da política, dos resultados pretendidos e se os meios empregados são os mais apropriados para a obtenção destes resultados”.

Participação popular

O deputado defendeu a participação popular na formulação da política, passando pelo acompanhamento, até o exame de seus efeitos. “Isso é fundamental para o êxito de toda a engrenagem. É por esse motivo que a participação popular é tão valorizada nesta Casa. Faz parte da rotina das comissões a realização de audiências públicas, seminários e outros mecanismos para receber a contribuição da sociedade civil nas matérias em discussão na Câmara dos Deputados”, enfatizou o parlamentar.

Hildo Rocha finalizou o pronunciamento com votos de sucesso para a Campanha da Fraternidade em 2019. “Que possamos todos aprofundar o entendimento sobre políticas públicas e exercitar a virtude teologal da caridade”, declarou.

A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que anualmente, com início na quarta-feira de cinzas, caminhando junto à Quaresma, propõe um tema para a meditação dos católicos brasileiros, em especial, e para a sociedade brasileira como um todo, sempre com a perspectiva da caridade, um dos alicerces da fé cristã.

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Zé Inácio destaca Campanha da Fraternidade 2019 e convida para sessão especial

O Deputado Zé Inácio subiu a tribuna da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (11) para dar destaque ao lançamento da Campanha da Fraternidade 2019.

O lançamento aconteceu no último sábado (09) no Multicenter Sebrae e foi conduzida pelo arcebispo de São Luís, Dom Belisário.

A Campanha da Fraternidade realizada pela Igreja Católica traz como tema deste ano “Fraternidade e Políticas Públicas”, com lema bíblico que foi extraído do livro do profeta Isaías: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).

“A escolha do tema deste ano é de grande importância, pois convida o cidadão não só a pensar na importância das políticas públicas, mas a entender como elas funcionam, como fiscalizar a aplicação dessas políticas e a cobrar do governo mais ações”, disse Zé Inácio.

Zé Inácio disse ainda que o tema da Campanha convida não só a população em geral a pensar sobre a importância das políticas públicas, mas também o legislativo a debater e dar visibilidade a temática do direito e da justiça.

O deputado aproveitou o momento para fazer um convite para a Sessão Especial da Campanha da Fraternidade 2019, requerimento de sua autoria, que ocorrerá na próxima quinta-feira (14) com a participação do Bispo de São Luís, Dom José Belisário, a secretária executiva do Regional Nordeste 5 da CNBB, Martha Bispo, o Secretário de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves e Maria Ribeiro, representando o Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Padre Marcos Passerini.

Da assessoria

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O nascimento de Jesus…

Ao contrário do que tentam impor as igrejas, equivocadamente, para contrapor o mercantilismo no Natal, o filho de Deus não nasceu em dezembro,  mas em abril, exatamente na época em que as próprias igrejas – também equivocadamente – lamentam a sua morte

 

As Igrejas – católica e evangélica – condenam o consumismo natalino estabelecido pela indústria cultural.

Mas cometem o mesmo crime ao tentar sacralizar a festa pagã, incentivando a ideia equivocada de que, no Natal, deve-se comemorar o nascimento de Jesus.

Tudo em nome do proselitismo religioso o que, em essência, acaba sendo também uma forma de consumismo – o mercantilismo da fé.

Natal nada tem a ver com o nascimento de Jesus. Jesus não nasceu em dezembro e muito menos no inverno, como mostra o relato de Lucas.

– A teoria mais forte atualmente é que a data tenha sido escolhida para se contrapor à principal festa religiosa dos romanos, do Sol Invencível, que se dava na noite do dia 24 – afirma Valeriano Santos Costa, diretor da faculdade de Teologia da PUC-SP.

Os historiadores mais respeitados e aceitos apontam o nascimento de Jesus no mês de abril.

Eles apontam também que o “salvador” nasceu em Nazaré, não em Belém, como impuseram os evangelistas Marcos e Lucas para conciliar a história do nazareno com o mito da profecia bíblica de Miquéias.

 – Mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos – prega o profeta, no capítulo 5, verso 2 do seu livro (Entenda aqui)

Pesquisadores explicam, no entanto, que todas as narrativas do nascimento de Cristo não são contemporâneas a Jesus, mas escritas gerações depois de sua morte. E construídas para coincidir com as antigas profecias.

– As narrativas sobre o nascimento foram feitas três ou quatro gerações depois, quando as informações históricas e os testemunhos diretos já estavam perdidos – diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um dos autores do livro “Jesus Histórico. Uma Brevíssima Introdução”, da Klíne Editora. (Saiba mais aqui)

Portanto, quando a igreja “comemora” a morte de Jesus, durante a semana santa – também por interesses meramente  proselitistas – deveria, na verdade, comemorar seu nascimento.

O Natal é uma festa criada pelos povos antigos para comemorar a chegada do Sol, após o inverno rigoroso. Os povos antigos o comemoravam no dia 25 de dezembro, data do nascimento do deus pagão Mitra.

Como a igreja necessitava de uma data para comemorar o nascimento do seu símbolo maior, apropriou-se do Natal, festa já muito popular e com cunho religioso por causa de Mitra.

Daí passou a impor como data de festa para Jesus.

Mas a única relação do Jesus com o Natal é o clima de paz, confraternização e alegria que marca a data. Coisa que também o símbolo do Papai Noel representa bem, para despeito das igrejas e dos anti-imperialistas.

Natal é só uma festa, uma época para se divertir, dançar, beber, brincar, se confraternizar, comprar, renovar a casa e sorrir – quer queiram ou não os puristas.

E por si só, já é a melhor época do ano.

É este o verdadeiro espírito do Natal…

Publicado originalmente em 24/12/2009

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A lei do menor esforço na Procuradoria Eleitoral…

Criticada duramente exatamente por não querer exercer seu trabalho, instituição responsável pela fiscalização das eleições, quando age – como no absurdo de intimidar igrejas evangélicas a não exercer atividades políticas – o faz para evitar que exerça sua própria função

 

SUNTUOSIDADE E POUCA AÇÃO PRÁTICA. Sede do MPF no Maranhão: faltam resultados no que deveriam, de fato, agir

Editorial

Cabe à Procuradoria Regional Eleitoral a fiscalização e o controle das ações dos candidatos durante as campanhas eleitorais. A PRE, portanto, é responsável por impedir abusos por parte de quem quer exercer mandato eletivo.

Mas os procuradores eleitorais sempre foram criticados pela clara incapacidade de trabalho, pela leniência com a qual observam o processo sem tomar as atitudes que deveriam.

E quando tenta agir – como no caso da participação das igrejas evangélicas nas eleições – a Procuradoria Eleitoral o faz exatamente para não ter que exercer sua função precípua, para o qual recebe dinheiro público.

A ação contra as igrejas é, portanto, coisa de quem não tem o que fazer. Ou não quer fazer.

Ao invés de punir abusos – como o caso do governador Flávio Dino (PCdoB), que usou helicóptero público para participar de um culto em Lago da Pedra – a procuradoria eleitoral prefere a lei do menor esforço, recomendando às igrejas e líderes religiosos que simplesmente se abstenham de promover ações políticas.

O que a PRE quer é deixar de exercer o seu papel. De trabalhar, portanto.

Mais pedagógica do que uma intimidação encaminhada às igrejas, partidos e lideranças políticas e religiosas, seria uma ação dura contra os abusos já cometidos nesta mesma campanha, a exemplo do que ocorreu em Lago da Pedra.

Espera-se, isso sim, uma denúncia da PRE contra o uso daquela igreja pelos candidatos a governador.

Intimidação é a lei do menor esforço, é a postura de não querer exercer sua própria função.

LEI DO MENOR ESFORÇO. Membros do Ministério Público Federal que exercem também a função eleitoral: ao invés de denunciar,simplesmente impedir a atividade política

O Ministério Público, eleitoral ou não, tenta, desde sempre, exercer a mordaça contra jornalistas, influenciadores digitais, blogueiros e outras categorias profissionais que formam opinião.

Agora, querem privar o cidadão, em um segmento específico, de exercer seu direito democrático de participação política.

Não apenas as igrejas evangélicas, mas os católicos, os umbandistas, os budistas, os ateus e os sem religião podem e devem exercer, livremente, seu direito de opção e opinião em relação aos candidatos.

E se há leis que regulamentam este envolvimento, esta participação política, cabe exatamente ao Ministério Público Eleitoral identificar e punir eventuais abusos. Ao fazer censura prévias às igrejas, a PRE abdica do seu próprio dever.

Se os religiosos não podem mais debater o momento político, por que a OAB, as uniões de moradores, as associações comerciais e os sindicatos poderão?!?

Por que a “Recomendação” da PRE também não foi encaminhada a esses segmentos?!?

A liberdade de expressão e de pensamento – seja ela em que período da vida for – é cláusula pétrea da Constituição Federal.

E cabe ao Ministério Público acompanhar e denunciar os eventuais infrações.

Trabalhar, de fato, portanto.

É simples assim…

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Batista Matos vê tentativa de censura em ação da PRE contra as igrejas…

Pré-candidato a deputado federal diz que recomendação do Ministério Público para que as igrejas se abstenham de abrigar eventos políticos agride a liberdade de expressão, além de impor tratamento desigual a coisas iguais, como associações, sindicatos e organizações sociais, que continuam livres para ações para as ações políticas

 

LIBERDADE DE CULTO. Roseana, que pode ter até vice evangélico, e Flávio Dino em cultos religiosos: proibição é afronta ao direito de ir e vir

O pré-candidato a deputado federal Batista Matos (PTC), considerou que a decisão tomada ontem pela da Procuradoria Regional Eleitoral do Maranhão, recomendando que igrejas não façam propaganda eleitoral, é, na verdade, uma censura contra este segmento.

“É uma clara censura à liberdade de expressão no ambiente privado que é o espaço interno de uma igreja, como também aos líderes cristãos em qualquer atividade política por terem que se abster ou participar do que possa ser considerado propaganda política. A justiça eleitoral deveria incentivar que mais entidades recebessem e ouvissem as propostas dos candidatos. Igrejas são associações, organização  de pessoas, com propósito espiritual é verdade, mas formadas por cidadãos que pagam impostos, votam e por isso precisam ouvir as propostas dos candidatos”, ponderou o pré-candidato, que é jornalista e evangélico.

Para Batista Matos, se essa decisão tiver de ser seguida, a Ordem dos advogados, conselhos de médicos, engenheiros e outras categorias; sindicatos, associação de moradores e outras entidades classistas também não poderão fazer reuniões e muito menos debates com candidatos a cargos eletivos.

Batista cita que em outras nações, com nível de consciência política maior, as entidades religiosas tem uma atuação política até maior e permitida pela justiça eleitoral.

“Nos EUA e outros países, as igrejas evangélicas e católicas ouvem as propostas dos candidatos e em alguns países, disponibilizam seus espaços físicos até para serem sessões eleitorais. Por que? Porque lá a política é vivida de forma intensa pelos que vivem sua fé e porque a justiça eleitoral compreende que cada fiel é um cidadão com direitos plenos, inclusive políticos”, explica.

LIBERDADE PLENA. Barack Obama em igreja americana durante a campanha. Lá, os órgãos de controle realmente trabalham

Mandado de Segurança

Na avaliação do pré-candidato, a orientação do procurador eleitoral maranhense é, na verdade, uma ação contra as igrejas.

“Essa decisão não foi contra qualquer político, ela é  na verdade contra os fiéis, contra a liberdade dos líderes e membros nas igrejas. Eles são os grandes prejudicados, pois deixarão de ter mais uma oportunidade de conhecerem as propostas de seus candidatos”, explica o jornalista, que estuda entrar com Mandado de Segurança para garantir seu direito de ir e vir – e sua presença nas igrejas – durante a campanha.

“Se não nos impusermos, uma hora seremos proibidos de falar de Deus. Na verdade, já houve uma tentativa, via Senado, com a PEC 122, de proibir que padres e pastores chamassem pecado de pecado dentro da própria igreja”, conclui.

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A bela festa de Astro de Ogum no Olho D’Água…

Presidente da Câmara Municipal realizou sua tradicional homenagem a Iemanjá com a organização e qualidade que marcam seus eventos

 

O vereador em sua oração e saudação ao público presente

 

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Astro de Ogum (PR) realizou mais um belo espetáculo religioso e festivo na noite do Reveillon.

A tradicional festa em homenagem a Iemanjá, protagonizada pelo vereador, que também é líder religioso umbandista, marcou a festa de ano novo de quem foi à praia do olho D’Água.

O show da virada foi animado pela banda Limão com Mel e por artistas maranhenses

A mistura de ritmos religiosos e shows populares atraiu milhares de pessoas a uma das mais tradicionais praias da capital maranhense.

Momento de religiosidade plena no espaço organizado por Astro de Ogum

O evento religioso no Olho D’Agua, antes marcado por orações e ritos umbandistas, hoje se transformou em um espetáculo, com a mistura de tradições.

A festa durou a noite inteira do domingo, 31, com a tradicional alvorada na praia…

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Andrea propõe audiência para discutir diretrizes do ensino religioso confessional…

Parlamentar quer envolver a sociedade na discussão sobre a recente decisão do STF, e defende que estado e municípios revejam a forma do ensino da Religião nas escolas públicas, sobretudo para evitar preconceitos

 

A deputada estadual Andrea Murad quer na Assembleia uma ampla discussão sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. O STF decidiu que o ensino religioso é confessional, e para a parlamentar é imprescindível que estados e municípios revejam a forma do ensino religioso – previsto na constituição e na LDB – nas escolas públicas. 

– Esse assunto será pauta de audiência pública de minha autoria para discutir as diretrizes no ensino religioso nas escolas públicas do Maranhão. O assunto é polêmico e precisamos promover ampla discussão em busca de um consenso, porque ao mesmo tempo que a decisão permite o ensino confessional na escola pública, isto é, ministrado por um professor que pode dar aulas sobre a religião que professa, deixou a cargo dos estados e municípios a definição das regras sobre qual religião ensinar. Portanto, diante de uma população majoritariamente católica, com expressiva participação evangélica, e além de minorias religiosas como a Espírita, a Umbanda,  Candomblé e outras, é importante que se exponha a condução do Estado no que está sendo implementado quanto ao Ensino Religioso na rede pública – se posicionou a deputada nas redes sociais.

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Flávio Dino e a Santa Ceia do Senhor na Assembleia de Deus…

Mesmo sem ser batizado pela denominação religiosa, governador tomou parte na cerimônia presidida pelo pastor José Guimarães Coutinho, que deveria ser restrita a membros em plena comunhão com Deus, segundo a tradição evangélica

 

DE BÍBLIA NA MÃO. Dino ao lado do pastor Coutinho, no culto de Santa Ceia: vilipêndio

O governador Flávio Dino (PCdoB) não tem feito restrição doutrinária a qualquer tipo de situação religiosa – católica, evangélica, espírita ou qualquer outra – nestes anos de poder político no Maranhão.

E tem sido criticado por este blog pelo vilipêndio. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Mas o que Dino fez na última reunião de Assembléia Geral da Igreja Assembleia de Deus em São Luís – segundo contam líderes da denominação – é considerado abominável aos olhos da fé evangélica.

De acordo com os presentes ao culto, o governador comunista tomou parte até mesmo na Santa Ceia do Senhor, presidida pelo líder da denominação em São Luís, pastor José Guimarães Coutinho.

Dentro da tradição evangélica, só podem tomar parte na Santa Ceia os membros batizados de uma denominação religiosa, e que estejam em plena comunhão com o Senhor.

O assunto foi, inclusive, abordado nesta terça-feira, na coluna Estado Maior, do jornal O EstadoMaranhão.

Leia também:

De Jackson a Dino: ateísmo e religião como profissão de fé política…

A conversa de “Deus” com o papa…

O comunismo e a religião…

SINCRETISMO DE BÊNÇÃOS. Flávio Dino em dois momentos, com pastores e com padre: ajoelhou, tem que rezar

Para o presbítero André Sanchez, do site esboçando ideias, o princípio do batismo antes da Ceia – embora não esteja explicitamente ordenado na Bíblia – é o mesmo do “crer antes do batismo”.

– O “crer” em Jesus é a condição mais básica do discipulado, que vai avançando na direção do batismo e do ensino cada vez mais aprofundado da doutrina de Cristo (crescimento cristão). Parece óbvio no texto que existe certa sequência no acontecimento das coisas. Será que seria correto alguém ser batizado antes de crer em Jesus e professar essa fé? Óbvio que não. Uma coisa depende da outra. O batismo só faz sentido se a pessoa já creu em Jesus. Da mesma forma, será que alguém poderia participar da Santa Ceia antes de ter crido em Cristo? Não parece lógico e apoiado pelas Escrituras que as coisas aconteçam assim, em uma sequência confusa e sem embasamento algum – explicou Sanchez. (Leia a íntegra aqui)

Mas para Dino, tudo parece permitido; e pior: aos olhos complacentes de líderes religiosos.

Ele já se ajoelhou em missa católica, passou a usar o Tau, vestiu cocar de pajé indígena e agora saboreia a Santa Ceia na Assembleia de Deus.

Tudo em nome de um projeto de poder…