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Lahésio supera divisões ideológicas e recebe apoio de todo os campos políticos…

Do vice-governador Felipe Camarão ao deputado Dr. Yglésio – passando por prefeitos aliados de Eduardo Braide, de Orleans e até de outros senadores – ex-prefeito consolida candidatura ao Senado

LAHÉSIO TEM ALCANÇADO VOTOS DE TODOS OS SEGMENTOS IDEOLÓGICOS, o que reforça sua candidatura ao Senado

O ex-prefeito Lahésio Bonfim (Novo) ganhou uma nova expectativa política com sua candidatura ao Senado, superando divisões ideológicas e alcançando apoios em todos os campos políticos do Maranhão.

  • do vice-governador Felipe Camarão (PT), passando pelo deputado de direita Dr. Yglésio Moyses (PRB), Lahésio garante votos da direita e da esquerda;
  • prefeitos, candidatos e lideranças ligadas ao ex-prefeito Eduardo Braide (PSD) também manifestam apoio ao ex-prefeito de São Pedro dos Crentes.

“Lahésio mostrou que tem um Maranhão que quer mudança, liberdade e quer uma política diferente. Quase 1 milhão de maranhenses acreditaram neste projeto”, declarou Yglésio Moyses, da base do governo Brandão e apoiador da candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao governo.

A quebra das barreiras ideológicas alcançada por Lahésio Bonfim fortalece seu projeto senatorial, por que alcança votos de todos os setores da sociedade, como primeiro ou segundo senador.

Alcance que deve ser reforçado nos próximos meses…

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Mariana Carvalho participa de reunião com Flávio Bolsonaro…

Candidata a deputada federal pelo PL foi uma das lideranças femininas chamadas a Brasília pelo candidato do partido à presidência da República

 

MARIANA CARVALHO COM FLÁVIO BOLSONARO; “compromisso com o resgate do Brasil”

A suplente de deputada federa Mariana Carvalho (PL) participou nesta quarta-feira, 1º, de um encontro de lideranças femininas da direita brasileira com o senador  Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência da República.

  • Mariana foi a Brasília a convite do próprio Flávio Bolsonaro;
  • a maranhense contribuiu com sugestões ao plano de governo.

“Foi o momento em que ele ouviu as nossas sugestões, nossas demandas, e a realidade dos nossos estados. Estamos aqui traçando nossas estratégicas por que, este ano, temos o Brasil para resgatar”, disse Mariana Carvalho. (Veja o vídeo)

O encontro de Flávio Bolsonaro com as mulheres de direita se deu uma semana depois que a ex-primeira-dama Michel Bolsonaro divulgou vídeos em que reclama da postura do enteado em relação a ela.

No vídeo, Michele cita nominalmente Mariana Carvalho como um dos seus compromissos políticos.

Michele deixou a presidência do PL Mulher…

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Allan Garcês reafirma apoio às pautas conservadoras…

Deputado federal declarou-se contra o aborto, contra a liberação das drogas e reafirmou combater a ideologia de gênero, mesmo afirmando não ter preconceito em relação a essa questão

 

O deputado federal Allan Garcês (PP) voltou a defender, em entrevista ao podcast Café com Leane Lago, pautas que ele considera como conservadores nos costumes brasileiros.

  • o parlamentar se declarou contra o aborto e contra a liberação de drogas;
  • também disse combater tentativas de impor ideologia de gênero a crianças.

“Como é que eu seguiria qualquer líder que defenda o aborto, que eu sou contra?!? Como é que eu poderia seguir um líder de esquerda, ou me tornar uma pessoa de esquerda, que defende a liberação das drogas, que defende a ideologia de gênero, que eu combato?!?”, perguntou o parlamentar, tendo a colaboração da própria entrevistadora no tema.

GARCÊS POSICIONOU-SE MAIS UMA VEZ SOBRE QUESTÕES ENVOLVENDO COSTUMES BRASILEIROS, como aborto, drogas e ideologia de gênero

No que diz respeito especificamente à ideologia de gênero, Allan Garcês deixou claro, no entanto, não ter nenhum tipo de preconceito em relação à identidade de gênero.

“Não é preconceito, não tenho preconceito, com relação a identidade de gênero, não tenho. Eu tenho pessoas na minha família; a questão é que estão querendo se impor uma ideologia de gênero para crianças. Criança de cinco, de seis anos, que não consegue discernir, não tem maturidade mental pra isso”, afirmou o parlamentar, recebendo a colaboração da própria entrevistadora no tema.

Allan Garcês concorre à reeleição nas eleições de outubro…

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Dinistas canibalizam candidatura de Felipe Camarão….

Aliados do ex-governador Flávio Dino ignoram a campanha do vice-governador petista e se oferecem abertamente para Eduardo Braide, que os ignora em agenda e discursos

 

CARLOS LULA DESLOCADO EM EVENTO DE BRAIDE. Canibalismo dos dinistas contra Camarão em nome da vingança Contra Brandão

Análise da Notícia

A imagem do deputado estadual Carlos Lula (PSB) – visivelmente deslocado – em evento de campanha do ex-prefeito Eduardo Braide (PSD) ganhou as redes sociais nesta terça-feira, 30; mas é apenas mais um sinal do abandono da candidatura do vice-governador Felipe Camarão (PT) pelos aliados do ex-governador Flávio Dino.

  • além de Lula, os também deputados Othelino Neto e Rodrigo Lago mostram clara preferência pelo palanque de Eduardo Braide;
  • prefeitos ligados ao deputado federal Marcio Jerry já declararam voto no ex-prefeito e montam eventos para ele em suas cidades.

“Hoje o candidato de Flávio Dino se chama… Adivinha? Felipe Camarão? Não, é o outro, Eduardo Salim Braide. Esse é o candidato do Flávio Dino hoje. E o próximo a aderir vai ser o Josimar. A gente já percebe pelo comportamento do PL aqui na Casa”, provoca o deputado estadual Dr. Yglésio Moyses (PRD).

Este blog Marco Aurélio d’Eça vem monitorando o movimento das bases dinistas desde o fechamento da janela partidária. Prefeitos, deputados e lideranças remanescentes do governo Flávio Dino estão em campanha aberta por Braide, ignorando a candidatura de Felipe Camarão.

“O que houve foi um lapso temporal muito grande na definição do apoio do PT a Camarão, o que  levou alguns prefeitos a somar com Braide; mas a tendência é que estes prefeitos voltem a Camarão até as convenções”, desconversou Márcio Jerry, sem demonstrar a convicção necessária na fala.

  • os dinistas ainda sonham em ver Felipe Camarão na chapa de Braide como candidato a senador;
  • o problema é a decisão do presidente Lula, de declarar apoio à reeleição de Eliziane Gama (PT).

Além da cunha colocada por Lula, os dinistas enfrentam o desprezo do próprio Braide, que não faz qualquer menção a eles, nem em palanque, nem em entrevistas. 

Mas para os aliados do ex-governador comunista o mais importante é a vingança contra o sucessor, Carlos Brandão (MDB).

Não importa o usto político e eleitoral disso…

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Pesquisa inclui Roberto Rocha pela primeira vez como candidato a governador…

Instituto Real Big Data substitui o ex-candidato Lahésio Bonfim pelo ex-senador do partido Novo, mas a divulgação pode ser impedida pela não inclusão do candidato do PSTU, Saulo Arcangelli

 

ROBERTO ROCHA APARECE NA PESQUISA REAL TIME BIG DATA COMO CANDIDATO A GOVERNADOR, a primeira a medir cenários sem Lahésio Bonfim

A primeira pesquisa de intenções de votos com a inclusão do ex-senador Roberto Rocha (Novo) entre os candidatos a governador do Maranhão deveria ser divulgada na próxima segunda-feira, 6; mas a não inclusão do candidato do PSTU, Saulo Arcangelli, deve atrasar o resultado.

  • o Instituto Real Big Data pediu registro à Justiça Eleitoral para ouvir 1.600 eleitores no MA;
  • os dados começarão a ser levantados a partir da sexta-feira, 3, com conclusão no sábado, 4.

O nome de Roberto Rocha substitui o de Lahéio Bonfim – do mesmo partido – que desistiu de concorrer ao governo para disputar o Senado.

O instituto ainda pode fazer a correção dos dados na Justiça Eleitoral.

Evitando o embargo da pesquisa…

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Fábio Macedo percorre o Maranhão em agenda de entregas, encontros e fortalecimento de parcerias

 

O deputado federal Fábio Macedo (Podemos) cumpriu uma intensa agenda de compromissos durante o fim de semana, percorrendo diversas regiões do Maranhão e reforçando seu compromisso de estar presente nas cidades, ouvindo lideranças e acompanhando de perto as demandas da população.

A agenda começou por Viana, ao lado do vereador Adonias, e seguiu para Arraial do vereador Álvaro Filho. Em Guimarães, o deputado se reuniu com vereadores do município, fortalecendo o diálogo e reafirmando o compromisso de construir soluções em parceria com as lideranças locais.

Em Arari, Fábio Macedo participou da entrega do estádio municipal, no bairro Trizidela, além da inauguração da Areninha de Esportes, espaço voltado ao incentivo da prática esportiva e da convivência comunitária. Já em São Luís, prestigiou o tradicional arraiá promovido pelo amigo Joãozinho.

A agenda ainda passou por Arame, em uma confraternização com o amigo Giovane, e foi encerrada em Grajaú, ao lado do prefeito Gilson e dos vereadores Zezinho, Arthur e Serginho.

Para Fábio Macedo, estar presente nos municípios é essencial para conhecer de perto a realidade da população.

“Seguimos firmes, percorrendo cada canto do Maranhão, porque é nas cidades, perto das pessoas, que construímos um estado mais forte, unido e cheio de oportunidades”, destacou o parlamentar.

Da Assessoria

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Como transformar nossas sociedades sem EDUCAR o soberano (povo)?!?

A tragédia silenciosa do analfabetismo no Maranhão e a urgência de um pacto republicano pela alfabetização

 

Por Waldir Maranhão

Há tragédias que se anunciam com sirenes, luto público e comoção imediata. Outras atravessam gerações em silêncio, disfarçadas de normalidade, alojadas nas estatísticas, aceitas como se fossem destino. O analfabetismo no Maranhão pertence a essa segunda categoria: não explode em praça pública, mas corrói por dentro a cidadania, a economia, a democracia e a própria noção de futuro.

A pergunta que precisa constranger a política maranhense é simples e brutal: como transformar nossas sociedades sem educar o soberano?

Em uma democracia, o povo é o soberano. Mas que soberania real possui quem foi impedido de ler plenamente o mundo, de interpretar um documento, de compreender uma proposta de governo, de reconhecer uma mentira travestida de notícia ou de defender seus próprios direitos diante da burocracia do Estado?

  • O analfabetismo não é apenas a ausência de letras.
  • É a presença persistente da desigualdade.
  • É uma cerca invisível erguida entre o cidadão e a liberdade.

É a negação prática do direito de participar da vida pública em condições mínimas de autonomia. Quem não lê depende de terceiros para decifrar contratos, remédios, mensagens, editais, benefícios sociais, orientações de saúde, boletos, leis, notícias e promessas eleitorais. Essa dependência fragiliza o cidadão e fortalece intermediários.

A estatística que deveria envergonhar a República
Os números recentes não permitem complacência. Em 2024, a taxa de analfabetismo no Maranhão chegou a 11,3% da população de 15 anos ou mais. Isso significava aproximadamente 619,3 mil jovens e adultos que não sabiam ler e escrever no estado. No mesmo período, a taxa maranhense estava cerca de 6,3 pontos percentuais acima do restante do país, segundo o painel Amazônia Legal em Dados, com base na PNAD Contínua.

No Brasil, houve avanço: em 2025, a taxa nacional caiu para 4,9%, a primeira vez abaixo de 5% na série recente. Mas o próprio IBGE informou que ainda existiam 8,4 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais. Mais da metade desse contingente estava no Nordeste. Ou seja, a queda estatística não autoriza celebração vazia. Ela exige acelerar a correção de uma dívida histórica.

O Plano Nacional de Educação foi claro ao estabelecer a Meta 9: elevar a alfabetização da população de 15 anos ou mais, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir o analfabetismo funcional. O prazo passou, e o país não cumpriu plenamente aquilo que prometeu a si mesmo. Quando a República descumpre uma meta dessa natureza, não falha apenas tecnicamente; falha moralmente.

Analfabetismo é também uma questão de poder
Durante muito tempo, o povo foi chamado às urnas com mais eficiência do que foi chamado à escola. Foi convocado para legitimar governos, mas nem sempre recebeu do Estado as condições para se libertar da dependência política. Essa contradição precisa ser dita sem medo: uma sociedade que aceita conviver com analfabetismo em massa aceita também uma forma sofisticada de exclusão democrática.

  • Onde a leitura não chega, a manipulação entra com facilidade.
  • Onde a escola falha, o favor ocupa o lugar do direito.
  • Onde falta cidadania educada, o clientelismo encontra terreno fértil.

Um povo alfabetizado pergunta, compara, fiscaliza, exige orçamento, cobra resultado e não se contenta com espetáculo. Um povo alfabetizado entende que política pública não é generosidade de governante, mas obrigação do Estado.

Por isso, alfabetizar não é uma pauta técnica reservada a secretarias. Alfabetizar é uma decisão política central. É democratizar o poder. É retirar o cidadão da condição de dependência e colocá-lo na condição de sujeito. É permitir que a pessoa deixe de apenas ouvir a história contada pelos outros e passe a escrever a própria história.

A ferida maranhense é antiga, mas não é destino
O Maranhão carrega marcas profundas de desigualdade social, concentração de renda, ruralidade desassistida, pobreza persistente e abandono histórico de comunidades inteiras. O analfabetismo é uma das expressões mais duras desse processo. Ele atinge idosos que trabalharam a vida inteira, mulheres que sustentaram famílias, trabalhadores rurais, periferias urbanas, povos tradicionais, pessoas com deficiência e populações que sempre receberam do Estado menos do que lhes era devido.

É preciso ter cuidado para não confundir analfabetismo com incapacidade. Falta letra, não inteligência. Falta oportunidade, não dignidade. Muitos maranhenses que não tiveram acesso à escola dominam saberes da terra, da pesca, da cultura, da fé, da sobrevivência, da família e do trabalho. A tragédia não está neles. A tragédia está em um poder público que demorou demais para garantir o óbvio: ninguém deve atravessar a vida sem o direito de ler e escrever.

  • A alfabetização de adultos, portanto, não pode infantilizar o adulto.
  • Deve reconhecer sua história, sua jornada e sua força.

A Educação de Jovens, Adultos e Idosos precisa ser redesenhada com respeito: horários compatíveis com o trabalho, transporte, alimentação, material adequado, busca ativa, professores valorizados, metodologia própria, acolhimento e ligação com qualificação profissional.

Crianças alfabetizadas: avanço, mas não salvo-conduto
Também é necessário olhar para a infância. O Maranhão registrou avanço recente no Indicador Criança Alfabetizada, alcançando 69% e superando a meta estadual e a média nacional divulgadas para o período. Esse resultado deve ser reconhecido como sinal positivo. Mas ele não pode servir de anestesia. Se 69% representa avanço, também revela que ainda há uma parcela expressiva de crianças que precisa ser alcançada com urgência.

Criança que conclui os anos iniciais sem ler adequadamente não está apenas atrasada na escola; está sendo empurrada para uma sequência de fracassos previsíveis. A alfabetização na idade certa é o primeiro degrau da aprendizagem. Sem ela, matemática vira enigma, ciências vira decoreba, história vira ruído, tecnologia vira barreira, cidadania vira palavra distante.

O combate ao analfabetismo exige duas frentes simultâneas: impedir que novas gerações cheguem à adolescência sem domínio da leitura e resgatar jovens, adultos e idosos que foram deixados para trás. Uma política que escolhe apenas uma dessas frentes será sempre incompleta.

Educação como centro de um novo pacto maranhense
O Maranhão precisa tratar a alfabetização como emergência republicana. Isso significa organizar um grande pacto entre Estado, municípios, União, universidades, igrejas, movimentos sociais, sindicatos, escolas, empresas, sistema de justiça, imprensa e comunidades. A alfabetização não pode ser programa de governo com prazo eleitoral; precisa ser compromisso de Estado com horizonte geracional.

Esse pacto deve ter metas públicas, indicadores transparentes e cobrança permanente. Cada município deve saber quantos jovens e adultos não alfabetizados existem em seu território. Cada escola deve ser centro ativo de busca. Cada comunidade deve ter uma estratégia. Cada gestor deve prestar contas. Cada orçamento deve revelar prioridade. O dinheiro público precisa chegar à sala de aula, ao professor, ao material, à formação, ao transporte e à permanência do estudante.

  • Não basta abrir matrícula; é preciso garantir permanência.
  • Não basta inaugurar programa; é preciso medir aprendizagem.
  • Não basta anunciar números; é preciso transformar vidas.

A política educacional deve sair do gabinete e entrar nas casas, nos povoados, nos bairros, nos quilombos, nas aldeias, nas periferias, nas zonas rurais e nas comunidades ribeirinhas.

O povo não quer tutela; quer instrumentos de liberdade
O povo maranhense não precisa de piedade. Precisa de direitos. Não precisa de tutela. Precisa de instrumentos. Não precisa ser tratado como massa de manobra. Precisa ser reconhecido como soberano. E soberano sem educação é soberano apenas no discurso. A verdadeira soberania popular nasce quando cada cidadão tem condições de compreender, decidir, questionar e construir.

A alfabetização é a primeira tecnologia da democracia. Antes do computador, antes da inteligência artificial, antes da economia digital, antes dos discursos sobre inovação, há uma condição elementar: saber ler. Quem ignora isso está construindo futuro sobre areia. Não haverá Maranhão desenvolvido com centenas de milhares de pessoas excluídas da palavra escrita.

Por isso, a tragédia do analfabetismo precisa sair do rodapé dos relatórios e ocupar o centro do debate público. Ela deve ser tema de palanque, de orçamento, de reunião de prefeitos, de assembleias legislativas, de câmaras municipais, de universidades, de conselhos de educação e de famílias. O silêncio é cúmplice da repetição.

A revolução começa pela palavra
O Maranhão tem cultura, juventude, território, biodiversidade, inteligência popular, vocação produtiva e força comunitária. Mas nenhuma riqueza se realiza plenamente quando parte do povo permanece excluída do domínio da leitura. Educar o soberano é libertar o Maranhão de um atraso que não é natural, mas produzido. É romper com a ideia de que pobreza e baixa escolaridade são paisagem inevitável.

Se queremos uma sociedade mais justa, precisamos educar o povo. Se queremos desenvolvimento econômico, precisamos educar o povo. Se queremos democracia forte, precisamos educar o povo. Se queremos vencer a pobreza, precisamos educar o povo. Se queremos acabar com a manipulação, o clientelismo e a dependência, precisamos educar o povo.

A pergunta inicial, portanto, tem resposta: não se transformam sociedades sem educar o soberano. Pode-se administrar a pobreza, distribuir favores, produzir propaganda e simular modernidade. Mas transformar de verdade exige alfabetizar, formar, emancipar e confiar no povo.

Um povo que lê não apenas decifra letras. Decifra promessas. Decifra mentiras. Decifra contratos. Decifra o poder. E quando o povo aprende a ler o mundo, nenhum projeto de dominação permanece confortável por muito tempo.

Educar o soberano é a primeira revolução. O Maranhão não pode esperar outra geração para começá-la de verdade…

Fontes de apoio consultadas para os dados citados:

  • IBGE, Agência de Notícias: PNAD Contínua Educação 2025 — taxa nacional de analfabetismo de 4,9% e 8,4 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais.
  • IBGE, Agência de Notícias: PNAD Contínua Educação 2024 — 9,1 milhões de pessoas analfabetas no Brasil e taxa nacional de 5,3%.
  • • Amazônia Legal em Dados: indicador “Taxa de analfabetismo no Maranhão”, com base na PNAD Contínua — 11,3% em 2024 e cerca de 619,3 mil jovens e adultos analfabetos.
  • • IBGE, Censo Demográfico 2022: alfabetização e desigualdades por região, idade, cor ou raça e porte dos municípios.
  • • Lei nº 13.005/2014, Plano Nacional de Educação, Meta 9 — erradicação do analfabetismo absoluto e redução do analfabetismo funcional.
  • • Secretaria de Estado da Educação do Maranhão: Indicador Criança Alfabetizada, resultado divulgado em 2026, com 69% para o Maranhão.

Waldir Maranhão é ex-presidente da Câmara Federal e ex-reitor da Uema

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AgroRita reforça protagonismo no agronegócio maranhense e Hilton Gonçalo defende criação de fundo nacional para o setor

Criado em 2024, durante a gestão do então prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, o AgroRita voltou a reunir produtores rurais, técnicos, empresários e autoridades em mais uma edição do evento, que já se consolida como um dos principais espaços de fortalecimento da agricultura e da produção rural no Maranhão.

Ao participar da programação, Hilton Gonçalo destacou a importância da valorização dos homens e mulheres do campo como instrumento para impulsionar o desenvolvimento econômico do município e do estado.

Durante seu discurso, o ex-prefeito que teve a companhia do prefeito Milton Gonçalo, apresentou uma proposta de alcance nacional: a criação de um fundo permanente para a agricultura, inspirado no modelo do FUNDEB. Segundo ele, a iniciativa garantiria recursos contínuos para investimentos no setor, ampliando o incentivo à produção, a modernização das atividades agrícolas e o apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

“Precisamos de um mecanismo permanente de financiamento da agricultura, que assegure investimentos e fortaleça quem produz alimentos e movimenta a economia brasileira”, defendeu Hilton.

Além das discussões sobre políticas públicas e desenvolvimento rural, o AgroRita também teve momentos de descontração. Hilton participou de atividades interativas do evento e destacou a importância da proximidade com os produtores.

“O mais importante é estar perto das pessoas, ouvir quem vive do campo e construir soluções que fortaleçam o agro maranhense”, afirmou.

Idealizado em 2024 pela gestão de Hilton Gonçalo, o AgroRita tem como objetivo incentivar a produção rural, promover a troca de conhecimentos, apresentar novas tecnologias para o setor e aproximar produtores das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do campo.

A iniciativa vem se consolidando como uma vitrine para o potencial agrícola de Santa Rita e da região.

Da Assessoria

Hildo Rocha destaca articulação para garantir recursos contra voçorocas em Açailândia…

Ordem de serviço no valor de R$ 59 milhões para contenção das erosões foi assinada nesta sexta-feira, 26, após forte atuação do deputado federal do MDB

 

HILDO ROCHA MOSTRA AO GOVERNADOR CARLOS BRNADÃO E ÀS AUTORIDADES o nível de comprometimento das voçorocas em Açailândia

O deputado federal Hildo Rocha (MDB) celebrou nesta sexta-feira, 26, o resultado de uma forte articulação sua para garantir importante obra estrutural no município d e Açailândia. O govenro Federal asisnou a Ordem de Serviço para contenção de três grandes voçorocas que ameaçam residências e colocam em risco a segurança de centenas de famílias.

  • o investimento total é da ordem de R$ 59 milhões, resultante da articulação liderada por Rocha;
  • as obras envolvem Governo Federal, Governo do Maranhão, Prefeitura de Açailândia e lideranças.

“Eu consegui os recursos através do PAC, Ministério das Cidades, na gestão do presidente Lula, na parceria com o governador Carlos Brandão. Na época, o Benjamin era deputado federal e nos ajudou, e o Aloysio também foi quem pediu, e eu viabilizei esses recursos. São três grandes voçorocas aqui em Açailândia que terão as suas erosões controladas. Essa aqui da Nova Açailândia II é uma delas”, declarou Hildo Rocha.

Presente ao evento de assinatura da OS, o governador Carlos Brandão enfatizou que a assinatura da ordem de serviço representa um marco para o município.

“Isso aqui é um marco na história de Açailândia. Essas erosões avançavam continuamente e várias casas já tinham sido engolidas. Vários prefeitos e governadores passaram, mas nós resolvemos encarar esse desafio. O projeto foi elaborado pelo Estado, aprovado pelo presidente Lula, e hoje estamos assinando a ordem de serviço de R$ 59 milhões para conter três grandes erosões que avançavam sobre a cidade”, declarou.

A ORDEM DE SERVIÇO FOI ASSIANDA EM AÇAILÂNDIA, COM A RPESENÇA DE BRANDÃO, HILDO e outras autoridades e lideranças políticas

  • Brandão destacou a participação de diferentes agentes públicos na construção da solução;
  • o governador fez referência direta ao trabalho desempenhado por Hildo Rocha em Brasília.

“O deputado Hildo está sempre trabalhando, buscando soluções e acompanhando os projetos nos ministérios. O povo de Açailândia está vendo quem trabalha e quem verdadeiramente entrega resultados”, afirmou o governador.

Com a assinatura da ordem de serviço, a expectativa é que as obras sejam iniciadas nos próximos meses, representando um avanço significativo para a contenção das voçorocas e para a proteção de centenas de famílias açailandenses.

Da Assessoria, com edição do blog

Bombeiros emitem norma técnica para recarga de veículos elétricos…

Diretrizes estabelecem critérios para prevenção e combate a incêndios em sistemas de recargas, hoje disponíveis em diversos pontos públicos e particulares de todo o Maranhão

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão emitiu esta semana a Norma Técnica nº 49/2026, que estabelece critérios para a prevenção e combate a incêndios em pontos de recarga de veículos elétricos em todo no estado.

A apresentação da NT contou coma  presença da secretária de Segurança Augusta Andrade e da promotora de Defesa do consumidor, Lítia Cavalcanti.

“A NT é um marco para o crescimento da mobilidade elétrica e importante avanço para a infraestrutura de recarga no estado. É mais segurança para usuários, empreendimentos e a população”, explicou o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Célio Roberto Araújo.

OS COMANDANTES DOS BOMBEIROS COM A PROMOTORA DO CONSUMIDOR E A SECRETÁRIA DE SEGURANÇA. Acompanhando a modernidade tecnológica

  • a NT determina pontos de desligamento de emergência perto das estações de recarga;
  • também define modos de carregamento em ambientes internos e externos;
  • proíbe equipamentos em rotas de fuga.

Com o aumento na venda de carros elétricos no país os pontos de recarga têm se espalhados para além de postos de abastecimentos; hoje já é possível recarregar veículos em pátios de home centers, supermercados e grandes estacionamentos.

De acordo com o documento do CBMMA, os projetos de instalação devem ser elaborados por profissionais habilitados.