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A insistência de Cutrim no caso Décio…

Deputado entende que as investigações devam ser reabertas, mas enfrenta resistência dos chefes da polícia, o desinteresse do Ministério Público e a leniência da Justiça, que já tem seus bodes expiatórios

 

cutrim

Assim como este blog na imprensa, o deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB) é uma voz solitária na classe política em defesa da reabertura do caso Décio Sá, executado em 2012.

Assim como este blog, Cutrim também não acredita na versão apresentada pela polícia, ratificada pelo Ministério Público e aceita integralmente pela Justiça – mesmo diante de tantos furos e contradições apresentadas na peça investigatória.

Cutrim apostava no governo Flávio Dino (PCdoB) para reabrir o caso. E principalmente no delegado Jefferson Portela, do mesmo PCdoB, alçado ao posto de Secretário de Segurança.

Mas Portela não demonstra qualquer interesse na reabertura do caso.

E tem o apoio do Ministério Público, que sequer deu mais notícias a respeito da investigação de uma ameaça a um de seus próprios membros, o promotor Fernando Barreto, tido como a próxima vítima.

E a Justiça acabou por aceitar a versão da polícia, endossada pelo MP, sem qualquer tipo de questionamento ou cobrança de mais evidências.

E assim, Cutrim vai falando sozinho, na tentativa de limpar a própria honra.

E nem seus novos aliados parecem lhe dar ouvidos…

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OAB-MA discute abusos da polícia nos casos de agiotagem…

A seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil realiza hoje um debate sobre as ações da polícia e da Justiça no caso envolvendo agiotas no Maranhão.

Além das implicações legai aos envolvidos, em todos os níveis, os advogados discutem também eventuais abusos cometidos pela polícia – contra os acusados e contra seus defensores.

O seminário desde o início da manhã e deve durar o dia todo.

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Mais um, Márcio Jerry?!?

É bem mais grave que a revelação anterior – de um assessor com cheque em mãos de Pacovan – a nova denúncia sobre auxiliar da Articulação Política do governo Flávio Dino ser sócio de empresa utilizada em esquema do agiota

 

Márcio Jerry pode ter muitas dores de cabeça pela negligência na escolha de auxilaires

Márcio Jerry pode ter muitas dores de cabeça pela negligência na escolha de auxilaires

A denúncia do blog Atual7 é gravíssima.

Apenas um dia depois de o governo Flávio Dino (PCdoB) se livrar de uma dor de cabeça – ao demitir assessor da Articulação Política que tinha um cheque com o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan – eis que surge uma revelação ainda mais grave na pasta.

De acordo com o blog, Walter França Silva Júnior, Assessor Especial da mesma pasta, chefiada pelo homem de confiança de Dino, o jornalsita Márcio Jerry, é um dos donos da construtora fantasma Ramos França Ltda, em sociedade com Uthan Avelino de Jesus Carvalho, que teve três folhas de cheques em seu nome encontrados pela Polícia Civil e pela Gaeco no cofre do agiota Pacovan. (Leia aqui)

A denúncia traz de volta o foco da agiotagem para próximo do lugar-tenente do governador.

E mostra que a página pode ser um foco de assessores, cobradores, sócios e devedores do principal agiota investigado pelo governo.

Quando estourou a relação do auxiliar Wellington com Pacovan, Jerry disse que não era adivinho para saber das relações dele com agiotas.

Mas o segundo caso mostra que o principal auxiliar do governador deveria ser mais cuidadoso ao nomear assessores…

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Agora é Andrea versus Stênio…

A oposicionista e o decano iniciaram ontem debate que pode se estender à semana que vem..

A oposicionista e o decano iniciaram ontem debate que pode se estender à semana que vem..

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rogério Cafeteira (PSC), deu uma discreta paralisação nos embates com a deputada oposicionista Andrea Murad (PMDB).

Mas a parlamentar não tende a ficar falando sozinha.

Ontem, o decano da Assembleia, Stênio Rezende (PRTB), estreou no debate com Andrea – não na tribuna, mas na mídia – questionando suas crítica à presença no governo, de um envolvido com o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan.

– Na ânsia de fazer oposição a qualquer custo, a deputada Andrea Murad comete equívocos ao tentar envolver o governador em episódios que ele não tem nada haver – provocou Rezende, referindo-se ao caso do superintendente José Wellington Silva Leite, que tem um cheque pessoal no cofre do agiota Pacovan.

A resposta de Andrea Murad veio também via blogs, embora tenha chamado o colega para o debate na tribuna da Casa, a partir da semana que vem.

– Eu estou dizendo que o assessor é, repito, é — e não era, — cobrador do agiota. Ele ainda é o chefe da cobrança. Daí a gravidade da denúncia. E eu pergunto: como um governador que jurou que iria fazer um governo sem fichas sujas, sem condenados, um governo de pessoas limpas coloca dentro do Palácio, ao lado do seu gabinete, um funcionário de um dos maiores agiotas do Maranhão? Sei que o superintendente é pessoa íntima do governador e do seu secretário Marcio Jerry, porque acompanhei a campanha e vi como são próximos – reafirmou a peemedebista.

Ontem à noite o governo Flávio Dino finalmente anunciou que Wellington Leite não suportou a pressão do escândalo e “pediu para sair”.

Aguada-se novos embates entre Andrea e Stênio.

E quem venceu o primeiro round?!?

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Era a única saída…

Governo Flávio Dino acerta ao aceitar o pedido de afastamento do assessor José Wellington Leite, que teve um cheque pessoal encontrado em cofre do agiota Josival Cavalcante, o Pacovan. Sua permanência sangraria ainda mais o já conturbado governo comunista

 

Márcio Jerry, o nhomem qu deveria checar informações dos auxiliares, e Flávio Dino ao lado de Wellington, o homem do cheque do Pacovan

Márcio Jerry, o homem que deveria checar informações dos auxiliares, e Flávio Dino ao lado de Wellington, agora fora do governo

Não havia outra saída para o governador Flávio Dino (PCdoB).

Ou ele demitiria o superintendente José Wellington da Silva Leite, da Secretaria de Articulação Política, ou viria o governo sangrar por dias, envolvido com o escândalo de agiotagem que o próprio governo vem investigando.

O cheque de Wellington nas mãos de Pacovan era o que se chama de “batom na cueca”, impossível de ser explicado.

para evitar constrangimentos ainda maiores, adotou-se a prática do “ele pediu para sair”, tão comum nestes casos.

Agora, que o ex-assessor explique sozinho á polícia suas relações com Pacovan…

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Agiotagem complica cada vez mais o governo…

Suspeita de relação do auxiliar do secretário Márcio Jerry com o agiota Pacovan coloca o crime investigado pelo governo Flávio Dino dentro do próprio governo Flávio Dino

 

Márcio Jerry, o nhomem qu deveria checar informações dos auxiliares, e Flávio Dino ao lado de Wellington, o homem do cheque do Pacovan

Márcio Jerry, o homem que deveria checar informações dos auxiliares, e Flávio Dino ao lado de Wellington, o homem do cheque do Pacovan

A se comprovar a acusação feita pela deputada Andrea Murad (PMDB), ontem, de que o superintendente da Secretaria de Articulação Política do governo Flávio Dino (PCdoB), Wellington da Silva Leite, era, em passado recente, cobrador do agiota Josival Cavalcante, o Pacovan, as coisas começarão a se complicar.

Até ontem, o chefe da pasta, jornalista Márcio Jerry, apenas desdenhava da situação, alegando não ser adivinho para saber que um auxiliar tinha cheque em mãos de um agiota.

Agora, Márcio Jerry tem mais coisas a explicar.

Se Wellington Leite era mesmo cobrador de Pacovan, é impensável que Jerry não tenha ouvido falar disso em algum momento de sua existência política.

Se não ouviu falar, e nem procurou investigar a vida pregressa de quem seriam seus auxiliares – como se dedica a fazer  para saber ligações políticas e profissionais dos indicados ao governo – negligenciou no trato da coisa pública.

Até porque. a informação que já corre é que Wellington Leite foi o primeiro secretário de finanças da Prefeitura de São Mateus, na gestão de Hamilton Aragão (PSB) – o mesmo que assinou cheque depois encontrado no cofre de Pacovan.

E teria sido o próprio Pacovan a indicá-lo para o cargo.

Impossível, portanto, que o cuidadoso Jerry não tenha esta informação…

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Não é tão simples assim!!!

jerry

Jerry, com o EMA à mesa: leitor número 1…

O secretário de Articulação Política do governo Flávio Dino, jornalista Márcio Jerry, usa as redes sociais – como sempre – para minimizar a informação de que um assessor graduado de sua pasta – José Wellington da Silva  Leite – tem um cheque de R$ 5 mil em mãos do agiota Josival Cavalcante, o Pacovan, investigado pela polícia como chefe de uma quadrilha especializada em desvio de dinheiro público.

– Imagina só se eu teria a capacidade de adivinhar que um funcionário teria um cheque de 5 mil na mão de um agiota – escreveu Jerry, de madrugada, logo após ler o jornal O EstadoMaranhão.

...E os comentários no twitter

…E os comentários no twitter

Ninguém cobra o poder de premonição do secretário, é verdade. Mas, agora que ele sabe, o que fará?!? É essa a resposta que Márcio Jerry precisa dar à sociedade.

Ele considera que a atitude de seu auxiliar não implica nada?!?

Ele acha normal que um agente do governo faça negociações pessoais com um investigado pelo próprio governo?!?

É verdade que – assim como no caso do vereador Roberto Rocha Júnior (PSB) – não há, a princípio, nenhum crime cometido por Wellington Leite.

Mas há a questão moral envolvida.

Afinal, ele precisaria recorrer justamente a Pacovan?!?

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Flávio, Flávio…

Primeiro foi o prefeito aliado de São Mateus; depois, o filho do senador de sua chapa. Agora, cheques de um assessor de Márcio Jerry aparece em mãos de Pacovan, o que bota a agiotagem cada vez mais dentro do governo

 

Dino com jerry: assessor do secretário nas mãos de Pacovan

Dino com Jerry: assessor do secretário nas mãos de Pacovan

Fosse prudente, menos arrogante e reconhecesse seus erros, o governador Flávio Dino (PCdoB) deveria repensar suas relações políticas e eleitorais, que ainda podem trazer-lhe fortes dores de cabeça.

E exigir postura mais adequada dos seus íntimos.

Não bastassem cheques assinados pelo prefeito de São Mateus, Miltionho Aragão, e do filho do senador Roberto Rocha, o vereador Roberto Rocha júnior (todos do PSB), aparece agora com o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan, um cheque de um assessor do secretário de Articulação polícia Márcio Jerry, como revelou o blog de Neto Ferreira.

E preciso deixa claro que, no caso de Rocha Júnior e do assessor de Jerry, a princípio, não há crime algum.

Mas, por si só, já é imoral que agentes do “governo da mudança” e seus aliados mantenha relações tão próximas com um personagem que a polícia vê como criminoso e que o próprio governo atua para desbaratar sua quadrilha.

Só a alguém íntimo uma pessoa é capaz de entregar  cheques pessoais, seja por qual motivo for.

A agiotagem, como se vê, ronda o Palácio dos Leões, com a chega de seus novos inquilinos.

E ameaça, cada vez mais, adentrar os cômodos principais…

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Por quê não prender todos?!?

O ex-prefeito de Bacabal, Antonio Lisboa, sendo conduzido à delegacia....

O ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa, sendo conduzido à delegacia….

As operações contra a agiotagem no Maranhão têm o objetivo de prender os envolvidos para colher depoimentos.

São geralmente prisões temporárias de cinco dias – que podem ser prorrogadas por mais cinco – tempo que a polícia maranhense entende necessário para colher informações e arrancar declarações de acusados, geralmente, prefeitos, ex-prefeitos e empresários.

Mas se é necessário prender, por que a polícia não prende os demais envolvidos?

...E o vereador Roberto JHúnior, amigo do governador: livre, leve e solto

…E o vereador Roberto Júnior, amigo do governador: livre, leve e solto

Por quer gente como o prefeito de São Mateus, Hamilton Aragão, e o vereador de São Luís Roberto Rocha Júnior (ambos do PSB) -que tinham cheques assinados por eles nas mãos do agiota Pacovan – também não foram conduzidos à delegacia para averiguação?

Em quê eles são diferentes dos demais? Na aliança com o governador Flávio Dino?

Este blog espera que não…

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Governo em crise, agiotagem surge…

agiotas

As ações da agiotagem têm marcado o governo nas crises…

É impressionante, mas todas as vezes em que o governo Flávio Dino (PCdoB) está em maus lençóis por causa da má repercussão de seus atos, eis que surge uma nova ação das investigações da agiotagem no Maranhão.

Pode ser apenas coincidência, mas que isso ocorre, ah, ocorre sim. (Releia aqui)

Parece até que o governo usa o caso – um dos mais graves da história do Maranhão, por envolver políticos de todos os coturnos – para amenizar seu desgaste popular.

E agora ele sofre mais um desgaste, por conta do caso Dudu…