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Assembleia aposta em racha na base dinista como garantia para 2022…

Embora não falem disso publicamente, deputados estaduais entendem que a divisão na base do governo entre as candidaturas de Weverton Rocha e Carlos Brandão é bom para suas próprias campanhas

 

A divisão na base é vista por deputados estaduais como saída para as próprias articulações de renovação de mandato; para eles, o consenso não é bom

Acostumados a jogar loas diariamente ao governador Flávio Dino (PCdoB) durante as sessões remotas da Assembleia Legislativa, os deputados estaduais torcem, na verdade, pelo racha na base do governo nas eleições de 2022.

Eles não falam disso publicamente, mas querem que tenha, ao menos, duas candidaturas ao governo – a do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e a do senador Weverton Rocha (PDT).

– Candidatura de consenso vai ser péssimo – afirmaram, cada um à sua maneira, os 10 deputados ouvidos neste fim de semana pelo blog Marco Aurélio D’Eça, embora nenhum tenha aceitado mostrar a cara nas declarações.

E o pensamento envolve não apenas deputados governistas, mas também os de oposição.

Para buscar o consenso em torno de um candidato único escolhido por ele, o governador Flávio Dino terá que convencer não apenas os próprios Brandão e Weverton, mas também a maior parte dos dirigentes partidários já fechados e alinhavados com um ou com outro pré-candidato.

E é exatamente contra este convencimento que torcem os deputados estaduais.

– A Casa não pode ficar a mercê de Flávio Dino, jogando loas e aceitando que ele decida seus destinos; precisamos superar esta etapa da falta de diálogo imposto aos deputados ao longo dos últimos anos – reclamam outro parlamentar. 

Cada um dos 42 deputados estaduais observam a movimentação dos dois principais pré-candidatos ao governo – e a  do próprio Dino – imaginando como poderão garantir nesta articulação as garantias para renovação do mandato.

E nenhum tem dúvidas de que o racha é a melhor saída…

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Acuado, Bolsonaro tenta envolver governadores em CPI para escapar da investigação

Presidente expôs a fragilidade do seu governo ao tentar manipular o senador Jorge Kajuru; e acabou cometendo mais um crime ao mostrar interesse na derrubada do Supremo Tribunal Federal

 

Aliado de Bolsonaro, Kajuru pretende atender aos pedidos do presidente, mas o expôs publicamente ao revelar conversas graves

A conversa do presidente Jair Bolsonaro com o senador Jorge Kajuru expôs o desespero do chefe do Executivo com a CPI da CoVID-19, também conhecida por CPI do Genocídio.

O pedido de Bolsonaro para que sejam incluídos os governadores na investigação tem objetivo de apenas frear a comissão, não de esclarecer os fatos envolvendo ações contra a pandemia.

Bolsonaro está acuado e isolado; e tenta usar aliados para impedir que as investigações avancem.

Ms a CPI deve mesmo investigar não apenas o presidente, mas também governadores e prefeitos; e quem for fraco que se arrebente.
O aspecto mais grave da conversa do presidente com o senador é a revelação de que ele tenta mesmo derrubar o Sypremo Tribunal Federal.

E essa posição é crime de responsabilidade de Bolsonaro.

Mas esta é uma outra história….

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Escassez de insumos e matéria-prima afetam produção, alerta Simplicio

De acordo com levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta sexta-feira (9), o Brasil vive uma escassez de insumos e matérias-primas nacionais para a produção, com dificuldade para 73% das empresas da indústria geral (extrativa e de transformação) e 72% da indústria da construção em fevereiro.

Os números, avaliados com 1.782 empresas, apontam que 37% dos empresários acreditam que a situação se normalize até o fim de junho e 42% que ocorra apenas no segundo semestre. Ainda segundos os dados, 14% acreditam que será somente em 2022 e 6% esperavam a normalização ainda em março de 2021.

A CNI aponta, também, que os números são próximos ao da sondagem anterior, divulgada em novembro de 2020, com dificuldades em se conseguir matérias-primas tanto nacionais quanto importadas.

Para o secretário Simplício Araújo, a incerteza sentida pela classe empresarial reflete o impacto das crise econômica e sanitária vivida em todo o território nacional.

“O momento atual é de identificar os gargalos vividos pelos segmentos empresariais e alinhar ações estratégicas para esta crise econômica. Reforçamos que é preciso, urgentemente, para que o Governo Federal, juntamente com os governos estaduais, priorizem melhorias na normalização da oferta e dos estoques, para que tenhamos uma recuperação gradativa mais acelerada”, analisa o secretário.

Diálogos constantes

A Seinc segue dialogando com segmentos empresariais sobre os problemas enfrentados durante a atual crise sanitária e econômica no Brasil.

Ao longo do ano, foram realizadas reuniões com empresas do ramo da construção civil e da indústria cerâmica para acompanhar os dados sobre a atual situação de cada setor.

Simplício Araújo aponta que a Seinc tem “acompanhando a classe empresarial e os indicadores epidemiológicos para buscar soluções efetivas quanto às atuais dificuldades vivenciadas”.

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Os prazos de Brandão e os prazos de Weverton…

Vice-governador força por uma definição antecipada do governador Flávio Dino por sua candidatura em 2022, enquanto o senador ganha tempo, construindo uma base que pode tornar irreversível seu projeto

 

Brandão quer logo o apoio de Dino por que precisa correr atras de partidos; Weverton já tem o apoio de seis e pode ganahr mais quatro

O fim e semana produziu mais uma enxurrada de interpretações das declarações do governador Flávio Dino (PCdoB) sobre seu candidato em 2022.

E mais uma vez os aliados do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) precipitaram-se em ver as afirmações de Dino como uma garantia de que seu candidato será o tucano.

É natural a pressa de Brandão em ter o apoio declarado de Dino; É a partir deste apoio que ele pode construir seu projeto.

Brandão tem até abril de 2022 para negociar com partidos e lideranças políticas sua candidatura; e não há dúvida de que, quanto mais cedo puder anunciar-se como “candidato de Dino”, melhor para ele.

A partir de abril do ano que vem, o vice tera que se virar sozinho para conseguir o maior número de partidos e lideranças em sua campanha.

E so terá dois meses para atrair estas legendas e lideranças.

Só com a chancela dinista, o vice-governador terá condições de atrair partidos e líderes políticos no interior, coisa que o senador Weverton Rocha (PDT), o outro nome do grupo, já faz desde agora.

Por isso o tempo de Weverton e diferente do de Brandão.

Embora também querendo o apoio de Flávio Dino, Weverton se movimenta com estrutura própria, evitando o papel de poste do governador e construindo por si só sua aliança partidária e política.

O pedetista já tem o apoio de seis partidos – PDT, DEM, PSL, PRB, PSB e Cidadania – e pode chegar a 10 até o início da campanha, se confirmar o apoio do PTB, MDB, PP e PT.

Além disso, tem o apoio da senadora Eliziane Gama (Cidadania), dos presidentes da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), da Camara Municipal, Osmar Filho (PDT), da Famem, Erlanio Xavier (PDT), além de alianças encaminhadas com os prefeitos de Sao Luís, Imperatriz, Timon, Bacabal e Pinheiro.

Weverton quer o apoio de Flávio Dino e deixa publicamente claro o eu desejo.

Mas, diferente de Brandão, pode esperar e lutar por isso até junho do ano que vem, ao mesmo tempo em que constrói suas próprias alianças e monta sua estrutura de campanha.

Quando chegar a época das convenções, caberá a Dino decidir quem apóia, levando em consideração – além da força eleitoral de cada um  – também, de que lado estão os 14 partidos que formam a base do seu governo.

E essa decisão influenciará tambem sua própria candidatura ao Senado.

E simples assim…

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Perdemos o “trem” da vacina…

Por Gastão Vieira*

A Constituinte de 1988 tinha a alma democrática e o coração voltado para proteger os desprotegidos. Criou-se, como consequência, um sistema de proteção social que incluía saúde gratuita para todos, o SUS, e a proteção financeira para todos , o BPC, o Benefício da Prestação Continuada.

Logo no primeiro governo pós-constituinte, a regra não foi cumprida integralmente e o SUS não recebia o que era devido.
O tempo priorizou os planos de saúde que se multiplicaram e levaram para médicos, clínicas e hospitais privados quem deveria ser atendido pelo SUS.

Nos municípios o sistema próprio era descuidado pelos prefeitos, hospitais antigos sobreviviam sem equipamentos , os novos que foram construídos não tinham como se sustentar.

Postos de saúde na zona rural, sem equipamentos e sem médicos,  não respondiam ao mínimo. O programa “Mais Médicos”,  da Dilma focava esse público. Os médicos cubanos moravam nos povoados.

Embora a presença deles não significasse nenhuma perda para os médicos brasileiros , nem concorrência, pois atuavam exclusivamente na zona rural, o programa foi combatido com todo vigor pelas entidades médicas e acabou.

Os municípios ficaram com enormes dificuldades para atender seus habitantes. A equivocada solução do governo estadual, de controlar a saúde municipal, também não funcionou.

Os hospitais de 22 leitos, construídos em pequenos municípios estavam acima das possibilidades de serem custeados. O SUS continuava perdendo recursos, as transferências federais eram insuficientes, decrescentes.

Enquanto isso, os planos de saúde privados bombavam e ocupavam a rede particular. Ao invés de transferir para o SUS o Ministério da Saúde transferia os recursos para o setor privado.

Assim a pandemia nos encontrou. Os municípios não testavam e limitavam-se a comprar máscaras. Os doentes eram tratados com o protocolo do Ministério da Saúde, do Bolsonaro, baseado na cloroquina.

O tratamento precoce passou a ser administrado em todo lugar, para todos os pacientes. Muitos passaram a se cuidar em casa,
por conta própria. E o tratamento precoce , sugerido pelo Presidente prevaleceu.

Os médicos não têm nenhuma responsabilidade pela prescrição. Não serão nunca processados pelo tratamento. Consegue-se receita na internet, compra-se nas promoções das farmácias.
É o Brasil do jeitinho…

Em meio a tudo isso, Bolsonaro gastou 90 milhões com o tratamento sem efeito, o que daria para comprar 3 milhões de vacinas. Agora descobre-se que a saída é vacinar. O problema é que não temos vacinas, não compramos no momento certo. E mais uma vez a sensação é de “Salve-se quem puder”!

*Deputado federal do Pros-MA

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A quem interessa abertura dos templos religiosos?!?

Em tempos de acesso à internet em qualquer classe social – e com a pandemia de coronavirus em altos níveis de contaminação – insistir em cultos e missas presenciais só se justifica como caça-níquel

 

Sujeitos como estes quatro ficam cada vez mais ricos com as igrejas abertas, ainda que seu povo morra de CoVID-19

O segmento evangélico brasileiro dá altos índices de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, sobretudo na massa alienada que vê o seu líder religioso como uma espécie de semideus.

As igrejas vazias também contribuem no combate ao coronavirus; e Deus há de compreender essa necessidade

Este apoio foi construído ainda antes das eleições de 2018, por intermédio de sujeitos do tipo de Silas Malafaia e Edir Macedo, cujas fortunas crescem a olhos vistos diante da manipulação que promovem da fé de incautos.

E são estes sujeitos os que têm brigado pela volta dos cultos presenciais nas igrejas evangélicas, o que foi negado esta semana pelo Supremo Tribunal Federal.

E têm o apoio incondicional do presidente Jair Bolsonaro, numa espécie de troca de favores pelo apoio nas eleições de 2018.

Mas é claro que a reabertura dos templos religiosos nada tem a ver com salvação ou fé dos fieis.

Essa reabertura só interessa a gente como Edir Macedo, Silas Malafaia e outros barões da fé.

As igrejas enfrentam drástica queda na arrecadação de ofertas e doações, que só ocorrem com a presenca do fiel nos templos.

E sem as ofertas, estes ‘”líderes ” não têm como manter o padrão de vida visto pelos fieis como dádivas de Deus.

Fez bem o STF em garantir a governadores e prefeitos a autoridade para proibir cultos presenciais no Brasil.

Cabe aos poderes constituídos proteger os cidadãos, mesmo os que não sabem nem o que fazem, como a massa alienada de evangélicos brasileiros.

Se depender só de Bolsonaro, eles vão se aglomerar com vontade; e ate felizes.

E muito mais gente acabara morrendo por causa disto…

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De como Weverton Rocha cria as próprias condições para 2022

Ao mesmo tempo que atua ativamente como parlamentar – inclusive com ações efetivas contra a CoVID-19 – senador busca o apoio do maior número de partidos, reúne as principais lideranças políticas e cria uma base envolvendo em seu projeto a maior parte do grupo que apoia o governo Flávio Dino

 

Weverton Rocha constroi suas próprias condições para disputar o governo em 2022; caberá a Flávio Dino apoiá-lo ou não

Análise de conjuntura

Este blog sempre sustentou – e a história confirma – que a eleição do senador Weverton Rocha(PDT) em 2018, só foi possivel por que o próprio pedetista construiu as condições para se viabilizar.

O apoio do governador Flávio Dino (PCdoB) – fundamental, inclusive – só se deu após o nome de Rocha se tornar irreversível naquela disputa.

Pré-candidato a governador em 2022, Weverton agora constrói –  da mesma forma que em 2018 – as condições para que sua candidatura se torne irreversível.

A um ano e meio das eleições, Weverton ja reúne em torno de si o maior número de partidos e as principais lideranças políticas do grupo de Flávio Dino.

Tecnicamente, Weverton tem ao seu lado a base de Flávio Dino.

Ou seja, criou as condições para que o próprio Dino reconheça sua candidatura.

O senador do PDT faz todo este movimento sem abrir mão de sua efetiva atuação parlamentar; tanto que é, hoje, um dos mais ativos membros da bancada maranhense no enfrentamento da coVID-19.

Como protagonista de um projeto que reúne a maior parte da bancada federal e a maior parte das lideranças políticas estaduais – prefeitos, vereadores, deputados federais e estduais – Weverton nao abre mão de sua atuação contra a pandemia.

E tem trazido para o Maranhão ações importantes para a saúde do maranhense.

Weverton reúne hoje as condições partidárias, eleitorais, políticas e administrativas para ser uma das principais lideranças estaduais.

E o principal nome para o Governo do Estado.

Gostem ou não os adversários…

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Venda de vacina para iniciativa privada so beneficia a elite…

Acesso garantido ao imunizante por qualquer setor privado que tenha dinheiro para pagar, além de inviabilizar o Plano Nacional de Vacinação, prejudica os mais vulneráveis e abre caminho para fraudes

 

Com poucas doses no mundo todo, as empresas são obrigadas a vender para os governos federais, o que garante vacinação de vulneráveis

A ampla maioria da bancada maranhense na Camara Federal votou a favor do Projeto de Lei que libera a compra de vacinas diretamente por empresas.

Foi um equívoco coletivo.

Liberar a compra de vacina fora do controle dos orgãos de fiscalização, além de facilitar fraudes, vai gerar uma divisão de classes ainda mais acentuada no pais.

Quem pode pagar pela vacina vai estar protegido; quem não puder, terá que esperar na fila.

O controle da compra e venda de vacina é uma necessidade exatamente pra proteger os mais vulneráveis.

Se mesmo com este controle, se vê por aí empresários tentando vacinar a si mesmos, além de desvios constantes em orgãos oficiais, imagine como não será se a compra puder ser feita por qualquer um que tenha dinheiro?

A liberação ataca violentamente o Plano Nacional de Imunização, criado exatamente para proteger os mais vulneráveis, que não têm acesso à vacina e estão mais expostos ao coronavirus.

Mesmo diante da regra que garante a liberação de 50 do produto comprado para o Sitema Unico de Saúde, a simples compra por empresas abre possibilidade de fraudes.

Além disso, as empresas são hoje obrigadas a vender seus estoques apenas para governos federais; sem essa obrigação, irão vender pra quem pagar mais; e mais rápido.

E quem não puder vai esperar na fila.

A bancada maranhense, portanto, equivocou-se ao atender os interesses da iniciativa privada.

E justamente quando deveria se preocupar mais com o seu povo…

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PSL também vai apoiar Weverton em 2022

Comando politico do partido no Maranhao foi repassado nesta quarta-feira ao deputado federal Pedro Lucas, em reuniao com a presença do presidente da Cåmara Federal, Arthur Lira

 

Weverton entre Pedro Lucas, o presidente da Câmara e o dirigente nacional do PSL: ailan;a pró-2022

Em uma reunião com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do senador Weverton (PDT), o dirigente nacional do PSL, Antonio Rueda, sacramentou a entrega do comando do partido no Maranhão ao deputado federal Pedro Lucas.

“É com alegria que comunico que o comando político do PSL no Maranhão está entregue ao deputado Pedro Lucas, com as bençãos do presidente Arthur Lira”, afirmou Rueda.

“O partido está em boas mãos e eu tenho certeza que vai crescer no estado”, afirmou o senador Weverton.

O encontro aconteceu na residência oficial da Câmara dos Deputados e também tratou dos planos para 2022.

“É uma satisfação estar nesse momento em uma articulação com o PSL, pensando no Maranhão e defendendo uma pré-candidatura do senador Weverton ao governo em 2022”, afirmou o deputado Pedro Lucas.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, que foi um dos articuladores da aproximação de Pedro Lucas com o PSL, celebrou a conversa e afirmou que a troca de comando é importante para os destinos do partido no estado. 

“Estamos acompanhando de perto o caminho da escolha que o Maranhão vai fazer em 2022 e essa união de forças que converge em torno de uma candidatura de Weverton. O Maranhão tem um senador com apoio como pré-candidato a governador para fazer as transformações que o estado precisa e dar continuidade ao que está dando certo.”

Arthur Lira tem participado ativamente de todas as articulações em apoio ao senador Weverton Rocha.

Como ele é filiado ao PP, sua presença na articulação pró-Weverton indica também que o PP pode estar a caminho da aliança com o senador.

Ma esta é uma outra historia…

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Aprovado projeto de Pedro Lucas que garante premiação igual para homens e mulheres

 

Proposta foi aprovada na Comissão de Constituição e segue direto para votação no Senado; parlamentar acredita que n[ao haverá interferências

 

Projeto de Lei 1416/2019, de autoria do deputado federal Pedro Lucas Fernandes foi aprovado nesta quinta-feira, 8, pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara Federal e segue agora para o Senado. O projeto busca garantir que a premiação para homens e mulheres seja igual em competições esportivas realizadas com recursos públicos.

Para ser aprovado, o projeto precisa ser analisado nas comissões da câmara e já tinha sido aprovado em outras comissões da Câmara. Pedro Lucas destacou que acredita que o projeto não terá interferências e será aprovado no senado por se tratar de um assunto que foi muito debatido no cenário esportivo e na sociedade.

“A diferença de premiação entre atletas de destaque no futebol como Marta e Neymar chamou a atenção das pessoas. Nosso projeto pode abrir caminho para que mais organizações mudem essa prática. No ano passado por exemplo, a CBF anunciou mudanças nesse sentido”, destacou o parlamentar.

Para o parlamentar, que apresentou o projeto em 2019, a câmara tem pautado muitas propostas com o intuito de corrigir desigualdades entre homens e mulheres. “Projetos como esse que apresentei são reflexos de um movimento da sociedade que vem debatendo essas questões. Vou continuar lutando para que ele se torne lei”, finalizou Pedro Lucas.