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Wellington destaca “Dia do Exército”…

O deputado Wellington do Curso (PPS) destacou neste domingo, 19, o Dia do Exército.

Ex-militar das Forças Armadas, o parlamentar ressaltou o preconceito que os militares sofrem por conta da Ditadura, sobretudo de políticos da esquerda. mas ressaltou que este erro histórico não pode servir para generalizar todos os representantes do Exército, da Marinha  da Aeronáutica.

– O problema político da Ditadura não pode ser usado para se ver as Forças Armadas com ódio ou desprezo – ressaltou Wellington.

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Representante do Exército ouve propostas dos grevistas na Assembléia…

O coronel Medeiros, do Exército Brasileiro, esteve reunido agora à tarde com os líderes do movimento grevista da Polícia Militar e os membros da Comissão de Segurança da Assembléia Legislativa. Ele ouviu a proposta dos grevistas e deve se reunir neste fim de semana com os representantes do goveerno.

De acordo com o presidente da Comissão, deputado Zé Carlos da Caixa (PT), os policiais apresentaram proposta de perdas salariais e reajustes.

– Neste ponto não há empecilho. Eles querem as perdas salariais e o reajuste – explicou Zé Carlos.

Outros deputados também participaram da reunião com o comando de greve.

O coronel Mederios representa o comando do Exército no Maranhão, que veio ao estado por conta da situação da Segurança com a greve militar.

A expectativa é que se encontre uma solução para a greve ainda neste fim de semana…

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Militares acampam na Assembléia e cidade segue tranquila…

Homens do Exército mantém seguança na cidade

O efeito esperado pelos militares grevistas não se concretizou: enquanto eles montam acampamento na Assembléia Legislativa, a cidade segue tranquila, sob a guarda da Força Nacional e do Exército Brasileiro.

A paralisação dos PMs e Bombeiros tinha o objetivo de pressionar o governo a atender suas reivindicações.

Insuflados por agentes políticos do PCdoB, do PSB e de outros partidos oposicionistas, eles apostaram em um clima de insegurança na cidade, o que não ocorreu.

E os grevistas mantém camping na Assembléia

Aliás, nem a própria PM seguiu com os insubordinados. A Secretaria de Segurança estima em 40% o total máximo de policiais parados.

Os supostos arrastões ocorridos no Centro foram plantados pelos próprios grevistas, e espalhados por seus aliados políticos, também como forma de ameaçar o governo.

A cada minuto surge um boato vindo de dentro do movimento: tudo pensado para por pânico na sociedade.

Também partem do acampamento os trotes ao CIOPS, que não se confirmam depois – servem apenas para serem divulgados como fatos nas redes sociais,  por políticos e jornalistas interessados no “quanto pior,mlehor”.

Mas a população não apóia a greve e sente-se segura com a presença da Força Nacional.

Enquanto isso, os grevistas mantém seu camping no pátio da Assembléia…