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Jeisael Marx e Marcos Davi representam o “fora da política” para os eleitores…

Em enquete ou pesquisas de intenção de votos, os dois comunicadores aparecem sempre bem posicionados para a realidade da corrida sucessória em São Luís

 

JEISAEL MARX TEM SIDO MAIS EFETIVO NO DEBATE SOBRE SÃO LUÍS e já consegue ter reflexos importantes nas pesquisas de intenção de votos

A pré-campanha pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior, em São Luís, apresenta duas alternativas do chamado campo “fora da política”: os comunicadores Jeisael Marx e Marcos Davi.

A despeito do desdém dos chamados “especialistas’ na cena política, ele têm conseguido angariar importantes segmentos sociais em torno dos seus nomes, mesmo ainda sem terem definido sequer o partido pelo qual pretendem concorrer.

Jeisael, por exemplo, chega a registrar até 2,5% das intenções de voto para prefeito de São Luís em várias pesquisas já divulgadas. (Saiba mais aqui)

Seria pouco para um político tradicional, mas para um outsider significa expressivos 15 mil votos.

HISTÓRICO NA COBERTURA DO JORNALISMO TURÍSTICO DE SÃO LUÍS, MARCO DAVI aglutina apoios no trade, no setor de bares, restaurantes e de hotelaria, fortemente impactados com as políticas públicas

Marcos Davi, por sua vez, representa as pretensões eleitorais de segmentos como setores do trade turístico, bares e restaurantes e da sociedade ludovicense.

E surge também bem colocado em várias enquetes já divulgadas.

Os dois jornalistas representam neste momento do processo eleitoral os setores mais inconformados da opinião pública com a política.

É claro que ainda necessitam de partido consistente e estrutura de campanha para fazer frente aos tubarões que se apresentam para a disputa eleitoral.

Mas só a coragem de se expor como opção já reforça o significado do gesto.

E a repercussão que eles já têm justifica todo o esforço…

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O Maranhão na cultura nacional…

Por Antonio Carlos Lima

Em capítulo dedicado a Gonçalves Dias, no livro que acaba de lançar,  “Percursos da poesia brasileira”(Autêntica, 366 páginas),  o poeta, ensaísta, professor da UFRj e crítico literário Antonio Carlos Secchin lamenta, em belíssimo e profundo ensaio,  o fato de que, hoje, o poeta maranhense seja muito pouco lido.

Observa, com pesar,  que a última edição de sua obra reunida foi a que Alexei Bueno organizou em 1998, vinte anos atrás. Considera incompreensível o lapso editorial em relação a quem classifica como “o primeiro grande poeta indiscutivelmente nacional”.

O fato é lamentável porque, no entendimento de Secchin, se a carta de Pero Vaz de Caminha representa nossa certidão de nascimento, como ficou estabelecido na historiografia,  a “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias, simboliza “a nossa carteira de identidade”.

No ensaio, o autor analisa o  modo como o poeta caxiense reprocessou a questão da alteridade da cultura indígena em sua produção poética, ou seja, de que modo “observou e absorveu” as diferenças e refletiu o espírito nacional. 

Conclui que, “ao esvair-se”, “o poeta se transforma num alterofilista, sem ‘h’: em vez de erguer alteres, cuida de levantar alteridades”.

Se o conjunto de textos do professor e crítico carioca se inicia com o estudo sobre o autor de “Os timbiras”,  ele praticamente conclui o livro com dois escritos consagrados a outro maranhense, o poeta Ferreira Gullar.

 

Ao defender na Academia Sueca a concessão  do Prêmio Nobel de Literatura ao autor do “Poema Sujo”, Secchin fez a exaltação de “uma vida admirável pela capacidade de dizer não a toda forma espúria de poder, mesmo ao preço de pagar por isso com a própria liberdade”.

Ele reconhece na obra de Gullar “uma poesia admirável pela inquietação e pela ampla gama de recursos, que tanto fere a nota pessoal do amor e da solidão quanto se ergue na defesa de valores éticos universais através de sua muralha luminosa de palavras”.          

O outro texto transcrito é o que Secchin pronunciou na Academia Brasileira de Letras, onde ocupa a cadeira número 19, na recepção ao acadêmico eleito Ferreira Gullar.

O tratamento conferido a Gonçalves Dias e a Ferreira Gullar neste delicioso percurso que o professor Secchin nos convida a fazer pelos caminhos da nossa literatura, principalmente na fase de afirmação de nossa nacionalidade, faz justiça a dois grandes poetas brasileiros, um deles, talvez o maior deles, hoje esquecido.

E, sem que seja essa sua intenção, o livro reafirma a importância da contribuição maranhense na construção da cultura nacional.

Além dos dois poetas destacados, o livro menciona, de passagem, outros maranhenses: Sousândrade, Gentil Homem de Almeida Braga, Raimundo Corrêa,  também esquecidos.

“Percursos da poesia brasileira” passa, naturalmente, ao largo de questões regionais. O objetivo do autor é oferecer ao leitor o que ele chama de “uma história informal” da poesia brasileira do período mencionado.

Nesse livro, Secchin revela-se apaixonado leitor de poesia.

Por isso, sua maior alegria, como professor, foi, como diz, perceber que pode auxiliar pessoas a superar resistências contra a poesia, “ou melhor ainda,  perceber que,  para uns poucos, a poesia passou a integrar também a cesta básica de alimentos indispensáveis à vida”.

O Maranhão, como se vê, contribuiu bastante para essa cesta com o pão espiritual de sua poesia.

Antonio Carlos Lima é Jornalista.

Email: antoniocglima@uol.com.br

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Prisão de homem-chave pode causar reviravolta no caso Décio…

Homem que era apontado como piloto da moto de Jhonatan de Sousa está preso em Goiás desde dezembro, mas a Polícia e a Justiça maranhenses parecem ter esquecido  sua relação com o estado

 

A prisão do homem identificado por Shirliano Graciano de Oliveira, o Balão, no final de 2016, em Anápolis (GO), pode trazer novos elementos para a tão sonhada reabertura do caso Décio Sá.

As informações são do blog O Informante.

Balão era tido até agora como piloto da moto usada por Jhonatan de Sousa, assassino confesso de Décio Sá, executado na avenida Litorânea no dia 23 na noite de 2012.

Mas, agora, a polícia já sabe que, à época, o tal piloto sequer sabia usar motos, o que só conseguiu anos depois, já foragido do Maranhão.

Leia também:

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A farsa chamada Jhonatan de Souza…

A participação de Balão na morte de Décio se daria pelo fato de ter sido em seu sítio as reuniões para definir a execução do jornalista.

O que estranha no caso é que, mesmo preso desde dezembro – e mesmo figurando na lista de envolvidos no caso Décio – a polícia maranhense nunca se interessou em trazer o criminoso de volta ao estado.

Alega para isso, ainda segundo apurou O Informante, que não há mandados de prisão contra eles no Maranhão.

Mas há, sim, pelo menos um.

Shirliano tem prisão decretada pelo juiz da 3ª Vara Criminal, José Gonçalo de Sousa Filho.

Esses fatos novos devem reforçar um pedido de reabertura do caso Décio, feito pelo deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB) à 1ª Vara do Tribunal do Júri, em São Luís.

O parlamentar até hoje espera resposta da Justiça…

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“Cabra corajoso só pela metade não existe”, critica jornalista, sobre fuga de Holandinha dos debates..

Professor de Comunicação, o jornalista e publicitário Marco Duailibe cobrou do prefeito de São Luís que compareça ao confronto direto com o deputado Eduardo Braide, hoje, na TV Guará

 

Edivaldo e a cara de mau da propaganda

Edivaldo e a cara de mau da propaganda

Tem repercutido mal entre os formadores de opinião a mudança de postura do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), que faz pose de “mau” na propaganda, chamando Braide para “o debate cara a cara”, mas não responde se vai ou não ao debate da TV Guará, na noite esta quinta-feira, 20.

– Só uma pergunta: se o Edivaldo está fazendo pose de corajoso aparecendo na TV, dizendo que irá enfrentar o Braide no Debate da Mirante, será que ele irá amanhã [hoje] no Debate da TV Guará? – questionou o professor de Comunicação Social e publicitário Marco Duailibe, também um dos mais respeitados produtores culturais de São Luís.

Duailibe é ainda mais duro com Holandinha ao falar de sua cara de corajoso.

– Vou logo dizendo: cabra corajoso só pela metade não existe.

Edivaldo mudou o perfil no horário eleitoral, engrossou a voz e chamou Eduardo Braide para o debate da Mirante. Até agora, no entanto, nem toca no assunto do debate de hoje na TV Guará.

A cobrança de Duailibe: prefeito medroso?

A cobrança de Duailibe: prefeito medroso?

Marquinho Duailibe compara a postura do prefeito coma  do próprio Braide, que “foi a Resenha da Difusora mesmo sabendo o que iria enfrentar”.

– Mas Edivaldo já faltou ao debate do CRM, já faltou à reunião com os conselheiros municipais, faltou a sabatina da TV Guará e agora ninguém sabe se o 12 fujão irá ao debate do canal 23 – pondera o jornalista.

O debate da TV Guará está marcado para as 22 horas.

Até agora, Edivaldo não disse se vai ou não…

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PEC do diploma ganha o apoio do deputado Hildo Rocha…

Douglas Cunha e Hildo Rocha: mobilização

Douglas Cunha e Hildo Rocha: mobilização

A mobilização dos jornalistas maranhenses em defesa da Proposta de Emenda à Constituição PEC 206/2012, que restabelece a exigência da formação superior para o exercício do jornalismo, recebeu nesta sexta (14) o apoio do deputado federal Hildo Rocha.

– Vou me empenhar para que a PEC do diploma seja aprovada – afirmou o parlamentar durante reunião com o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Douglas Cunha. Rocha disse que os jornalistas desempenham a importante missão de informar e conscientizar a população e enfatizou que a categoria é muito importante para a democracia e para o aperfeiçoamento da sociedade brasileira.

Douglas Cunha argumentou que a profissão foi desmoralizada com a assinatura de um magistrado que invalidou o diploma.

– Desqualificou completamente o profissional jornalista – destacou.

Cunha revelou que é conhecedor do compromisso que o deputado Hildo Rocha tem com os movimentos sociais e com as classes trabalhadoras de modo geral e, por esse motivo, a categoria decidiu buscar o apoio do parlamentar.

– Mostramos as nossas necessidades e recebemos o compromisso do apoio – exaltou sindicalista.

Histórico da luta

A extinção da obrigatoriedade do diploma de jornalista deriva de ação liderada pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF). 

O Sertesp visando assegurar aos não diplomados o direito de exercerem a profissão e, o MPF motivado pelo entendimento de que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a atividade jornalística, é incompatível com a Constituição Federal de 1988.

Coube à Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) a missão de lutar pela manutenção da exigência do diploma. A longa disputa nos tribunais foi encerrada na sessão do dia 17 de junho 2009 quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela extinção da obrigatoriedade do diploma.

O contrassenso do STF

Entretanto, quatro anos depois, STF, jogou no lixo a sua própria decisão ao lançar, em 11 de outubro de 2013, edital de concurso público para o cargo de Analista Judiciário, especialista em Comunicação Social no qual constava a obrigatoriedade de apresentar “diploma, devidamente registrado, de curso de nível superior de graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro na Delegacia Regional do Trabalho”.

A postura contraditória do STF fez valer o antigo ditado popular que diz “na prática a teoria é outra”.

A decisão desfavorável aos jornalistas não desencorajou a Fenaj. A entidade reforçou a mobilização, obteve o apoio da sociedade, a adesão de inúmeras entidades e o crescente apoio de parlamentares. Pesquisa FENAJ/ Sensus, feita em outubro de 2008, em todo o país, revelou que 74,3% dos dois mil entrevistados mostraram-se favoráveis à obrigatoriedade do diploma.

Apoio dos deputados federais

Na semana passada dirigentes da FENAJ e o relator da PEC do Diploma, deputado Hugo Leal (PROS/RJ), foram recebidos em audiência pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O parlamentar reafirmou o compromisso de colocar em votação a PEC 206/2012. A proposta, já aprovada no Senado, acrescenta §§ 7º e 8º ao art. 220 da Constituição Federal, que trata sobre a profissão de jornalista. Os dirigentes da FENAJ já conversaram com todos os líderes partidários e com a maioria dos 513 deputados para pedir apoio à causa dos jornalistas.

Ao garantir apoio ao Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Hildo Rocha reafirma o compromisso continuar defendendo trabalhadores engajados na luta por melhores condições de trabalho.

Nos cinco primeiros meses de legislatura, Rocha foi procurado por três categorias profissionais: Advogados da União, Conselho Regional de Odontologia e o Sindicato dos Jornalistas do Maranhão. Os líderes e dirigentes sindicais do Maranhão sabem que contar com o apoio de um parlamentar atuante e sensível às causas dos trabalhadores é um passo importante para alcançar os avanços desejados.

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Entidade internacional exige solução do caso Décio Sá…

Décio Sá: o crime vai chegar ao segundo mês sem uma resposta sequer...

A entidade americana Overseas Press Club of América encaminhou carta à presidência da República cobrando respostas ao assassinato do jornalista Décio Sá.

O assassinato ocorreu em 23 de abril, mas até agora a polícia não conseguiu uma linha clara de investigação.

À falta de rumo soma-se a desorganização da polícia, que cometeu erros primários – ou calculados – desde às primeiras horas da investigação, o que praticamente inviabilizou a elucidação do crime.

Um exemplo é a demora na divuglação do retrato-falado.

Primeiro, a polícia alegou que a divulgação poderia levar à morte do assassino (nada mais primário). Depois, após pressão deste blog, decidiu divulgar a imagem, exatos 30 dias depois, como que para gerar fato no primeiro mês do assassinato.

Detalhe: a suposta imagem do criminoso estava pronta desde a primeira semana após o crime.

– Amigos de Sá, não somente no Brasil como em todo o mundo, estiveram quase descrentes das investigações por causa da aparente impunidade com que estes assassinatos são tratados – diz um trecho da carta da OPCA.

Infelizmente, a carta parece ser só mais uma manifestação de cobrança à polícia ao Governo do Estado e ao governo Brasileiro.

Que entra por um ouvido das autoridades brasileiras e sai pelo outro…

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Violência é maior contra jornalistas da área política…

Schröder: violência é maior na Política

O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Celso Schröder, afirma que os profissionais de imprens que cobrem a área política estão mais expostos a todo tipo de violência.

Ao contrário de outros países em que a origem da violência está em situação de conflito, de guerra, no Brasil a origem da violência contra jornalistas está na política – afirmou o presidente da Fenaj, durante debate sobre a profissão, no Senado Federal.

Executado em abril, Décio Sá era um dos mais destacados reporteres da área política no Maranhão.

De acordo com Schröder, de cada dez casos de violência contra jornalistas, seis ocorrem contra profissionais da área política.

Violência verbal, física e psicológica…

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Assembleia debate situação do jornalista no MA…

 

Jornalista, Eliziane quer debater situação da atuação profissional no MA

Deputados, sociedade e profissionais de imprensa discutem, hoje, a situação de trabalho que o jornalista maranhense enfrenta em seu dia-dia no estado.

O debate foi proposto pela deputada Eliziane Gama (PPS), também jornalista, vai avaliar a realidade e apontar soluções para o trabalho do “jornalista no Estado Democrático de Direito”.

Além de membros da categoria em âmbito estadual, são aguardados representantes nacionais das entidades de classe. Também foram chamados representantes do poder público.

A audiência pública para debater as condições de trabalho dos jornalistas nasceu após o assassinato do jornalista Décio Sá, no mês passado, em um bar na Avenida Litorânea.

O crime completou 30 dias sem nenhum encaminhamento de solução por parte da autoridade policial e já desperta o interesse da comunicade internacional.

A audiência pública estava prevista para começar às 9h, no Auditório da Assembleia…

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Roberto Freire diz que responsabilidade do caso Décio é do Governo Federal…

Roberto Freire com Eliziane Gama

O deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) disse hoje pela manhã, em São Luís, que a responsabilidade pelo fim dos atentados contra jornalistas no país é do Governo Federal.

Ao comentar o assassinato do jornalista Décio Sá, Freire afirmou que os órgãos de investigação federal deveriam estar atuando na represssão a este tipo de crime.

Este não foi o único crime este ano. Vários jornalistas já morreram e isso é um absurdo. A responsabilidade é do Governo Federal. Tanto na prevenção quanto na repressão a este tipo de crime que atenta contra o estado democrático – afirmou Freire, em entrevista ao jornalista Carlos Roger, da rádio Capital AM.

Roberto Freire está em São Luís para participar do lançamento da candidatura da deputada estadual Eliziane Gama (PPS) a prefeita de São Luís.

O evento, que reuniu todos o candidatos da chama “frente de oposição” ao prefeito João Castelo (PSDB), foi realizado na Assembleia Legislativa.

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Jornalistas declaram não reconhecer a existência do Comitê de Imprensa da Assembléia Legislativa…

Esvaziado, Comitê de Imprensa não tem legitimidade

Um grupo formado pelos principais jornalistas políticos do Maranhão protocolou hoje na Assembléia Legislativa, documento em que declaram não reconhecer a legitimidade do Comitê de Imprensa da Assembléia.

De acordo com os jornalistas, a atual diretoria do órgão não tem amparo legal para comandar o comitê, já que não existe qualquer comprovação documental de sua legítima eleição.

– Não reconhecemos o Comitê de Imprensa desta Casa como órgão legalmente constituído, posto que não está amparado pela homologação de uma ata de eleição – esta inexistente – declara o documento, que foi encaminhado à presidência da Assembléia e à Diretoria de Comunicação da Casa.

O registro do protoloco do documento

O Abaixo-Assinado tem o apoio dos principais jornalistas políticos do Maranhão, como Décio Sá, Gilberto Léda, Caio Hostílio, Robert Lobato, Luís Cardoso, Carlos Roger, Martin Varão, Ricardo Santos e outros.

Asinou o documento até mesmo Jorge Aragão, membro da atual diretoria, uma vez nunca ter ficado esclarecido se fora eleito para vice-presidente ou secretário – justamente pela ausência da Ata da suposta eleição.

– Os principais jornalistas do Maranhão não reconhecem o comitê de imprensa. E exigem as garantias para atuar independente na cobertura dos trabalhos da Assembléia, como garante a Constituição Federal – frisou o jornalista Décio Sá.

Além da falta de legitimidade da atual diretoria, os jornalistas não concordam com o Estatuto do Comitê, seu Código de Conduta e sua Comissão de Ética, elaborado sob a tutela da diretoria de Comunicação, tornando o órgão atrelado à Assembléia, o que subverte as regras dos comitês de imprensa país a fora. 

– O comitê tem que ser independente, não pode ser tutelado pela Diretoria de Comunicação. E para ser independente, não pode ter um funcionário da Casa no comando – frisou Luís Cardoso.

Para garantir o direito da cobertura jornalística, os profissionais invocam textos da Constituição e cobram as garantias da Assembléia para o exercício profissional, sob pena de denúncia à Federação Nacional dos Jornalistas, Associação Brasileira de Imprensa, Comissão Nacional dos Direitos Humanos e até a Organização dos Estados Americanos (OEA).

O exercício profissional do jornalista deve ser respeitado, independente de associação a sindicato, classe, ordem, conselho ou qualquer órgão representativo. É o que garante a Constituição – asseverou Gilberto Léda.