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Eliziane Gama cada vez mais inserida na disputa presidencial…

Líder de bloco independente no Senado, parlamentar maranhense começa a influenciar o debate sobre a formação de uma candidatura alternativa à disputa já criada entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula; e ganha espaço entre partidos como Cidadania, DEM, Rede, PSB e PDT

 

Como líder de bloco que reúne quatro partidos, Eliziane Gama tem hoje forte influência no debaste presidencial de 2022

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) começa a se destacar como a maranhense mais efetiva no debate presidencial brasileiro.

Líder do Bloco Independente no Senado, Eliziane coordena senadores do Cidadania, da Rede, do PSB e do PDT e tem ocupado cada vez mais espaço na mídia nacional como oposição crítica ao governo Jair Bolsonaro.

Mas sua postura independente também defende alternativa ao projeto do ex-presidente Lula e do PT.

Com espaço importante na mídia construído ao longo dos últimos três anos, Eliziane tem sido porta-voz da defesa de uma terceira via na disputa presidencial, o que a põe como opção no debate.

Em sua defesa de uma candidatura alternativa ela passa a ocupar espaços importantes; e pode, inclusive, figurar na formação de eventual chapa presidencial em 2022.

Mas esta é uma outra história…

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Com 30% nas pesquisas – e com Lula na campanha – Roseana pode se animar pelo governo…

Ex-governadora voltou ao debate político no fim de semana ao reafirmar que pretende mesmo disputar as eleições de 2022; líder nas pesquisas para o governo, seu nome ganha força também com a volta do ex-presidente Lula ao cenário eleitoral, ele que já lidera a corrida presidencial

 

Roseana tem se manifestado nas redes sociais; e agora fala também de eleições 2022

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) voltou a animar aliados e a deixar adversários na expectativa ao se manifestar no fim de semana sobre as eleições de 2022.

– Eu sou política, vou continuar sendo política, e estou pensando agora, em 2022, em voltar a ter um cargo eletivo. Vou colocar meu nome para que as pessoas possam analisar – afirmou a ex-governadora, sem dizer a que cargo pretende concorrer.

Roseana lidera todas as pesquisas de intenção de votos já divulgadas até agora para o Governo do Estado, coim algo em torno de 30% das intenções de votos, mas tem dito aos mais próximos que deve concorrer a deputada federal.

De acordo com o blog Marrapá, o governador Flávio Dino acredita que o retorno de Lula ao cenário eleitoral – ele que já lidera a corrida presidencial – pode animar a ex-governadora na disputa pelo governo, ou mesmo pelo Senado.

Neste caso, porém, embora Dino não tenha levantado essa hipótese, ela pode compor a chapa do próprio Lula, como indicação do MDB, no lugar do próprio comunista.

É aguardar e conferir…

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Para se filiar, Bolsonaro exige mudança no nome do Partido da Mulher Brasileira

Presidente pretende disputar a eleição pelo PMB, mas exigiu que a legenda passasse a se chamar Brasil 35; mudança se dará também no Estatuto, que tem a valorização da mulher como principais lemas

 

Desprezível com a condição da mulher, Bolsonaro já partiu até para agressão a uma delas em pleno Congresso Nacional

O presidente Jair Bolsonaro deu mais uma mostra do seu já conhecido machismo ao exigir que o PMB (Partido da Mulher Brasileira) mudasse de nome para poder receber a sua filiação.

Com a carreira marcada por frases e gestos de desprezo à condição da mulher – inclusive da própria filha – Bolsonaro precisa de uma legenda para concorrer às eleições de 2022, mas não quer ser vinculado a um partido claramente defensor das políticas de valorização da mulher.

O partido vai passar a se chamar “Brasil 35”, e aceitou mudar, inclusive, o próprio estatuto para abrigar o presidente e seus conceitos medievais. 

A exigência da mudança de nome do Partido da Mulher Brasileira é claramente preconceituosa, uma vez que fica claro o desconforto de Bolsonaro em se filiar a uma legenda com este nome.

O pior, no entanto, é a legenda aceitar se desfigurar conceitualmente em nome de uma perspectiva de poder…

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Eventual entrada de Bolsonaro no Patriotas favorece Maranhãozinho

Presidente tem o partido controlado pelo deputado federal maranhense como uma das opções pode filiação para disputar as eleições de 2022, o que pode garantir uma candidatura bolsonarista a governador do Maranhão

 

Josimar é vinculado a Bolsonaro; e a eventual entrada do presidente no Patriotas fortalece seu projeto de poder no Maranhão

A notícia de que o presidente Jair Bolsonaro está analisando entre três legendas – Patriotas, PMB e DC – a filiação para a disputa das eleições de 2022 pode ter forte influência no processo eleitoral maranhense.

O Patriotas é vinculado diretamente ao deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), que disputa com o senador Roberto Rocha o lugar de candidato bolsonarista no Maranhão.

Caso confirmada a entrada de Bolsonaro no Patriotas  – e caso Rocha, que está sem partido, não acompanhe o presidente – Maranhãozinho ganha força como opção da direita na disputa pelo Governo do Estado.

E chega não apenas com o partido do presidente, mas com outros dois partidos, o seu PL e o Avante, que ele também controla.

Além disso, alinhado a Bolsonaro, Josimar tende a atrair outros partidos do campo da direita, como o PSD e o PTB – o PSC, obviamente, não seguirá com ele pelas diferenças pessoais que tem com o colega Aluisio Mendes.

De uma forma ou de outra, as expectativas partidárias em torno de Bolsonaro são acompanhadas de perto pelos bolsonaristas maranhenses.

E terá forte influência na definição do candidato deste campo político…

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Oposição pode reunir até 7 partidos contra grupo dinista em 2022

Aos poucos, lideranças não subordinadas ao projeto do governador comunista vão se unindo em torno de um objetivo comum: chegar ao segundo turno das eleições para o Governo do Estado em aliança que pode envolver de bolsonaristas a sarrneysistas, ex-governadores e ex-candidatos a governador, deputados federais, estaduais e prefeitos com repercussão estadual

 

Pré-candidatos a governador, Roberto Rocha e Josimar de Maranhãozinho trabalham na reunião do maior número de partidos na oposição a Flávio Dino

Enquanto o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) ainda bate cabeça para definir um candidato ao Governo do Estado, a oposição ao governo comunista vem aos poucos se alinhando em torno de um projeto comum: chegar, de forma decisiva, ao segundo turno em 2022.

Com este foco, já há lideranças de pelo menos sete partidos, como MDB, PSD, PTB, PL e PV, além de partidos de média estrutura, como PSC e Podemos.

Para efeito de comparação, se houver composição em torno de um único candidato, o grupo já reúne mais partidos que o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato mais bem viabilizado no grupo dinista.

As conversas já envolve ao menos três pré-candidatos a governador: senador Roberto Rocha (sem partido), deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e o prefeito Lahésio Bonfim (sem parido).

Ao lado do colega Lahésio Bonfim, Maura Jorge é uma das lideranças bolsonaristas de oposição ao projeto de poder do governador Flávio Dino

Além deles, a oposição pode reunir em torno de um candidato lideranças do porte da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), deputados federais como Edilázio Júnior (PSD), Aluísio Mendes (PSC), Hildo Rocha (MDB) e prefeitos com repercussão estadual, do porte de Maura Jorge.

Na Assembleia, um bom grupo de parlamentares – com nomes do peso de César Pires (PV), Wellington do Curso (PSDB) e Dr. Yglesio (Pros) – sonha com a consistência de um grupo não-alinhado ao dinismo; ou pelo menos mais independente.

Os deputados Adriano Sarney, Dr. Yglésio, Wellington do Curso e César Pires também sonham com abertura de diálogo que uma disputa pelo govenro pode representar

Para forçar um segundo turno, a reunião de sarneysistas e bolsonaristas em torno de um projeto único tem um objetivo claro: aproveitar-se do racha – ou da falta de consistência do candidato dinista.

Nesta hipótese, poderão disputar efetivamente contra o legado do atual mandatário.

Ou influenciar de forma decisiva a disputa entre dois oriundos do dinismo…

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Dino confirma critérios que balizarão escolha do candidato que irá sucede-lo

Flávio Dino deixou claro que conduzirá o processo de sua sucessão, usando os pré-requisitos já estabelecidos para a definição do nome, ouvindo dos dois pré-candidatos que não criarão empecilho algum para a definição de quem representará o seu grupo político

 

Brandão e Weverton garantiram a Flávio Dino que aceitarão a escolha do nome do seu sucessor dentro dos critérios já estabelecidos

Do blog de Gláucio Ericeira

O governador Flávio Dino (PCdoB) confirmou ao senador Weverton Rocha (PDT) e ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB), ambos pré-candidatos ao Governo do Maranhão, que utilizará de critérios já estabelecidos pelo seu grupo político em pleitos recentes para definir o nome que irá sucede-lo, em 2022.

O comunista reuniu-se com Weverton e Brandão no início da noite de ontem no Palácio dos Leões.

O editor do Blog conversou com alguns aliados próximos dos dois pré-candidatos com objetivo de obter mais informações acerca do encontro, indo além das declarações públicas feitas pelos três em suas respectivas redes sociais.

A reunião reservada durou cerca de três horas.

Logo no início, Dino, além de ratificar veementemente que conduzirá o processo da sua sucessão, pregou o diálogo; destacou a importância e liderança de Weverton e Brandão dentro do seu grupo político; e, antes de continuar a conversa, perguntou a eles se, de suas partes, haveria algum tipo de empecilho político ou pessoal que prejudicasse o andamento do diálogo.

Os pré-candidatos disseram que não. (Continue lendo aqui…)

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Bolsonaro quer Roberto Rocha candidato em aliança com Josimar de Maranhãozinho

Por Ribamar Correa

Em meio ao bombardeio que o vem ameaçando, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acrescentou mais um item na sua já extensa lista de pretensões em relação ao Maranhão: eleger o senador Roberto Rocha (sem partido) sucessor do governador Flávio Dino (PCdoB). De acordo com fonte bem situada no arraial bolsonarista, o que até pouco tempo era apenas uma vaga intenção do senador Roberto Rocha – que avaliava também disputar outros mandatos, como tentar a reeleição e retornar à animada planície da Câmara Federal -, a ideia de entrar na disputa pelo direito de residir e trabalhar no Palácio dos Leões ganhou estatura de projeto engendrado pelo Palácio do Planalto.

De acordo com a mesma fonte, Roberto Rocha e Jair Bolsonaro já teriam tratado do assunto em conversa reservada, tendo o senador saído da reunião autorizado a cair em campo em busca de consistência eleitoral. O primeiro acerto poderá ser feito com o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), que em conversas preliminares teria sinalizado forte interesse numa composição “abençoada” pelo presidente da República.

O projeto de poder de Roberto Rocha não é novo, e ficou bem claro quando, meses após se eleger senador pelo PSB e com o apoio decisivo do então candidato a governador Flávio Dino, rompeu com o mesmo, entrou na disputa do Governo em 2018, mas foi duramente reprovado nas urnas. Fora do grupo, migrou para o PSDB e abraçou sem reservas o projeto de poder do presidente Jair Bolsonaro, de quem se tornou aliado de proa e defensor o incondicional.

Em contrapartida, Roberto Rocha se tornou o principal porta-voz do presidente Jair Bolsonaro no Maranhão, ao lado da prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge – que deve deixar o PSDB e se filiar ao partido ao qual se filiarem o senador e o presidente. Continue lendo aqui…

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Weverton crê em consenso na escolha do candidato do grupo dinista

Senador e pré-candidato do PDT ao Governo do Estado entende que o governador Flávio Dino vai levar em conta a força eleitoral de cada candidato e o apoio das lideranças e partidos aliados, sem tentar impor nenhum nome à base

 

Weverton faz a sua parte, articulando apoios e consolidando seu nome, esperando que Flávio Dino respeite o consenso no grupo

 

Do blog de Gilberto Léda

Apesar de o governador Flávio Dino (PCdoB) já haver revelado nos bastidores preferência pela candidatura de Carlos Brandão (PSDB) ao Governo do Estado em 2022, o senador Weverton Rocha (PDT) não acredita que o comunista pense em impor o nome do tucano aos aliados.

O pedetista também é pré-candidato a governador e almeja o apoio do Palácio dos Leões.

Em entrevista ao programa Ponto Final, da Mirante AM, nesta quarta-feira (14), ele disse acreditar que a escolha do candidato governista ocorrerá por consenso.

“O Flávio não vai impor. Fosse assim, o Edivaldo [Holanda Júnior] não teria sido reeleito. Ele [Dino] poderia ter um outro candidato, mas ele ouviu os partidos e o grupo”, disse. Continue lendo aqui…

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Weverton pode reunir até nove partidos da base de Flávio Dino

Governador declarou em entrevista que um dos critérios de escolha do nome do grupo para a disputa de 2022 será o posicionamento dos “14 ou 15 partidos” que compõem sua base de apoio, o que fortalece ainda mais a candidatura do senador pedetista, encaminhada pela maioria das legendas

 

Weverton já se viabilizou eleitoralmente e partidariamente, critérios a serem usados por Flávio Dino na escolha entre ele e Brandão

A escolha do candidato do governador Flávio Dino (PCdoB) à sua sucessão em 2022 levará em consideração a opinião dos cerca de “14, 15 partidos” que compõem a sua base de apoio no Maranhão.

A afirmação foi dada pelo próprio Dino, quatro dias atrás, em entrevista ao site Poder360.

– Entre julho e agosto farei conversa com os 14, 15 partidos que acho que ficarão conosco – afirmou Dino, citando o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) como as opções do seu grupo. (Leia a íntegra aqui)

Weverton lidera praticamente todos os cenários das pesquisas já divulgadas, o que lhe dá vantagem eleitoral sobre Brandão. (Relembre aqui, aqui aqui, e aqui)

Levando em conta a declaração do governador, o pedetista leva vantagem também no critério partidário.

O senador tem o apoio declarado de seis partidos – além do seu PDT já afirmaram estar com ele o PSB, PSL, PRB, DEM e Cidadania – e pode reunir nada menos que nove legendas, se viabilizar PTB, PP e PT.

Levando em consideração o número de partidos na base – citado pelo próprio Flávio Dino – significa que a maioria poderá declarar a Dino a preferência por Weverton.

Sobrariam a Brandão o seu PSDB e mais o PTC, o PCdoB do próprio Dino e duas ou três outras pequenas legendas que compõem a base. 

Se o comunista cumprir sua promessa e levar em conta os critérios das pesquisas e da preferência da base, portanto, Weverton Rocha estará bem à frente de Brandão.

A menos que Dino queira desconsiderar não apenas o pedetista, mas todos os outros aliados partidários…

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André Fufuca sobre eleições 2022: “não fechei com ninguém”

Deputado federal que preside o PP no Maranhão declarou-se surpreso com informações de que estaria na relação de aliados do vice-governador Carlos Brandão; e disse que só definiu dois votos para eleições do ano que vem: o dele próprio, na reeleição, e o do Senado, para Flávio Dino

 

André Fufuca e seu PP têm compromisso apenas com ele próprio e coma candidatura a senador de Flávio Dino; para o governo, nada definido

Presidente do PP no Maranhão, o deputado federal André Fufuca desmentiu nesta terça-feira, 13, que já tenha declarado apoio para candidatos a governador nas eleições de 2022.

– Até o momento no Maranhão dois votos eu já tenho definição que vou dar: um é no deputado federal André Fufuca; e o  outro para o candidato a senador Flávio Dino. Quanto a governador, eu não fechei nem dei palavra a ninguém – afirmou o parlamentar.

Nas últimas semanas, aliados do vice-governador Carlos Brandão têm incluído o PP de Fufuca na lista da provável aliança com o PSDB.

O deputado tem espaços importantes no governo Flávio Dino, com o qual já assumiu compromisso, mas se mantém neutro em relação às eleições para o governo.

– Só quem fala por mim sou eu mesmo. Nunca falei pra ninguém que está fechado com ele,  nem a ele mesmo [Brandão]. Se estão falando, estão falando por pensamento deles, não o meu. Nunca assumi compromisso com ninguém para governador – concluiu o deputado.

Com grande espaço na propaganda eleitoral, relação consistente de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores no interior, o PP é visto como importante aliado nas eleições de 2022.

Mas se depender de André Fufuca, essa decisão não se dará agora…