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De como o Brasil caminhou até a crise do PSL com Bolsonaro…

A guerra entre adversários e partidários do presidente pelo controle do partido expõe o baixo calão, as grosserias, estupidez e boçalidade do grupo que chegou ao poder no país com a vitória de 2018, também uma estupidez coletiva

 

JOICE COM BOLSONARO; O AMOR ACABOU POR CAUSA DO DINHEIRO DO PSL; agora sobram ofensas, agressões e preconceito, marca deste governo

Editorial

Eleito em 2018 por uma espécie de estupidez coletiva, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) inaugurou seu mandato com a exposição de um vídeo pornô em que pretendia dar lição de moral à nação.

Depois disso, como lembra o jornalista Reinaldo Azevedo, ordenou festa para o Golpe de 64, comemorou torturadores, discriminou minorias,  defendeu assassinatos em defesa da propriedade, atacou ambientalistas, ridicularizou esposas de líderes internacionais, tentou usar a Polícia Federal em seu favor, manipulou dados oficiais, agrediu adversários…

É um ignorante no comando do país.

Por tudo isso, a guerra interna no seu partido, o PSL – com todos os requintes de grosseria, ofensas mútuas, palavras de baixo calão e agressões pessoais – soa apenas como mais uma etapa neste processo que deve durar ao menos quatro anos.

Espera-se que só quatro anos.

Jair Bolsonaro já demonstrou ao mundo que não está preparado para ser presidente da República.

Agora, os seus correligionários também demonstram despreparo tanto quanto ele, usando a linguagem de animais, porcos, cadelas, ratos e veados, como fazem Joice Hasselmann e Carlos Bolsonaro.

E o Brasil que nasceu da estupidez ainda tem que aguentar toda esta porcalhada…

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O valor da guerra de Bolsonaro pelo PSL: R$ 700 milhões…

Presidente da República e seus filhos descobriram a mina que é a máquina partidária – com recursos dos fundos partidário e eleitoral – e decidiram se apossar da sigla, expondo aliados e o próprio governo ao ridículo

 

BOLSONARO E SUA TROPA DE CHOQUE CASEIRA: 01,02 e 03 estão de olho nos R$ 700 milhões que chegarão ao PSL até 2020

Não há nada de nobre na articulação do governo Jair Bolsonaro para tomar de assalto o PSL, partido que lhe deu legenda para concorrer a presidente em 2018.

A guerra suja que se assiste desde que Bolsonaro resolveu classificar de “queimado” o presidente da legenda, Luciano Bivar, em vídeo publicado no blog Marco Aurélio D’Eça, tem um interesse meramente financeiro.

O PSL, que já existia bem antes da entrada de Bolsonaro, vai receber até o final de 2019 nada menos que R$ 115 milhões do Fundo Partidário.

Em 2020, a bufunfa é ainda maior: algo em torno de R$ 600 milhões.

Tudo isso despertou o interesse da família agora encastelada no Palácio do Planalto.

E os filhos  01, 02 e 03 partiram pra pilhar o partido e afastar adversários.

Simples assim…

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“Tivemos nossa candidatura podada de maneira infame”, afirma coronel Monteiro…

Pré-candidato a governador até esta quinta-feira, oficial do Exército mostra indignação com os últimos acontecimentos, acusa os dirigentes do PHS de negociarem sua saída da disputa, fala de negociatas e cita a série Mecanismo, da Netflix, para falar da corrupção na política

 

O coronel Monteiro, pré-candidato do PHS ao Governo do Estado, encaminhou a este blog, no fim da noite desta quinta-feira, 2, um vídeo em que confirma sua saída da disputa.

– Veja no meu Facebook porque Coronel Monteiro se retirou da campanha política. Lá estão as explicações claras, a minha revolta com o que aconteceu e as explicações para você saber por que o coronel Monteiro não é mais candidato ao Governo do Estado e a mais nada – afirmou, sem entrar em detalhes.

Na página “Canal do Coronel Monteiro”, no Facebook, há outro vídeo, em que o oficial revela os bastidores do que o levou à desistência.

Segundo ele, numa conversa com o presidente do PHS, Jorge Arturo, às 22h, foi decidido seu futuro.

– Nós tivemos nossa candidatura podada, de maneira infame. Nós tínhamos um compromisso, e eu cumpri a minha parte. O PHS não foi digno de ser um partido político. Eu não aceito qualquer outra posição. Me ofereçam o que oferecerem eu não aceito. Minha honra está acima de qualquer outro benefício – afirmou o coronel, fazendo referências ao termo “Mecanismo”, numa alusão à série da Netflix que trata da corrupção política.

Este blog publicou no início da noite desta terça-feira, que Roberto Rocha tinha articulado o apoio do deputado Eduardo Braide e Coronel Monteiro para sua candidatura. (Releia aqui)

Com a revelação do próprio coronel, vê-se que  a articulação não passou por ele.

– Não me considero caído. Me considero traído – concluiu o ex–pré-candidato…

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Astro de Ogum e Umbelino Júnior aparam as arestas após desentendimento…

Astro e Umbelino conversam amistosamente durante sessão

O desentendimento entre o vereador Umbelino Júnior (PPS), e o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum (PR), já faz parte do passado. Em uma longa conversa, na manhã desta terça-feira (10), no plenário Simão Estácio da Silveira, Júnior afastou o mal-estar gerado por rusgas com Ogum.

Com isso, o intenso bate-boca que ocorreu na sessão do dia 20 de junho, envolvendo os dois parlamentares, deu lugar ao clima de paz na Casa.

Motivada pela falta de quórum para realizar as sessões, a discussão no plenário ultrapassou os limites, descambou para o lado pessoal, inflamou o clima interno e deu o tom político do embate entre eles.

No entanto, quinze dias após o ocorrido, a agressividade mostrada pelos parlamentares foi substituída pelos pedidos de desculpas. Em seus posicionamentos, ambos estavam bem mais calmos e evitaram novos embates. O primeiro a se manifestar foi o chefe do legislativo que afirmou, em entrevista ao Programa Câmara em Destaque, da Rádio Educadora AM, que não deseja que as divergentes venham se tornar um elemento de desconstrução do parlamento.

“Constantemente chegamos a nos exaltar, em função dos ânimos acirrados, pois essa é uma Casa de muitos debates. Mas espero que cada vez mais esses debates sejam propositivos e saudáveis em prol do povo de São Luís. Houve excessos de ambos os lados, mas acho que nós devemos conversar entre cada um e debater ideias, debater números, debater o que é bom para nosso povo e deixar, de lado, as baixarias pessoais”, declarou Astro de Ogum.

Após a entrevista do presidente da Casa, foi a vez do líder do PPS se manifestar sobre o episódio. Ele justificou que se excedeu ao cobrar presença dos colegas para realizar as sessões, mas afirmou que não deseja que as divergentes políticas e ideológicas venham se tornar um elemento de desconstrução do parlamento.

“Eu sei que posso ter me excedido por conta das críticas sobre a falta de quórum para realizar as sessões, mas os debates e discussões, fazem parte do convívio desta Casa, pois aqui tem uma pluralidade de ideias divergentes. Eu não desejo que as divergências políticas e ideológicas venham se tornar um elemento de desconstrução do parlamento”, declarou Umbelino Júnior.

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Para Zé Inácio, “a saída são eleições diretas já”…

Parlamentar destaca que o discurso do senador Renan Calheiros, pregando a renúncia do presidente Michel Temer, evidencia um racha no próprio PMDB, o que reforça, em sua opinião, a necessidade de nova eleição popular

 

Zé Inácio quer eleições diretas

O deputado Zé Inácio (PT) pregou esta semana, em discurso na Assembleia Legislativa, a necessidade de eleições diretas no Brasil.

Para o petista, o racha no PMDB evidencia a necessidade de novo pleito, mas mostra que o Congresso não está pronto para eleger o sucessor de Michel Temer.

– A declaração do senador Renan Calheiros, ontem, foi muito clara e chega até indiretamente a pregar a renúncia do presidente Temer, ou seja um governo que não tem apoio popular, não tem apoio congressual, e que acredita que pode se sustentar pelas Forças Armadas – afirmou.

Para o deputado, a saída para o Brasil são eleições diretas.

– Esta é uma demonstração clara de que o Congresso, sobretudo, no que passou nesses últimos dias, não tem condições políticas para eleger o sucessor de Temer. A saída são eleições diretas já, para que a população brasileira tome a decisão e defina quem deve seguir o rumo da nossa nação – afirmou.

Em seu discurso, Zé Inácio defendeu a mobilização articulada pelas centrais sindicais,  crfiticopu a cobertura da mídia, que deu ênfase ao vandalismo.

– Assim como em 1985, a população brasileira foi para as ruas e pediram as ‘diretas já’, mas a grande imprensa só noticia o vandalismo que ocorreu – e do qual as centrais sindicais também discordam -, para transmitir à opinião pública que aquelas pessoas que dilapidaram o patrimônio público eram militantes dos movimentos sociais, dos partidos de esquerda, das centrais sindicais; quando, na verdade, nós sabemos que não é – disse.

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Podemos (ex-PTN) anuncia saída da base do governo Michel Temer…

O Podemos (ex-PTN) e sua bancada na Câmara dos Deputados anunciaram, por meio de nota, sua saída do Bloco Parlamentar formado pelo PP e o PTdoB, assumindo posição de independência em relação ao governo federal.

O deputado Aluisio Mendes, que era vice-líder do bloco, acompanha a decisão do seu partido.

– O Brasil vive grave momento de instabilidade. Que toda essa crise, que assola a todos nós brasileiros, abra caminhos para um Brasil mais forte e politicamente resolvido. Que a verdade prevaleça e que a democracia seja soberana – declarou Aluisio Mendes.

A decisão do Podemos foi tomada após a divulgação da delação em que os proprietários do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, revelaram gravação de conversa com o presidente Michel Temer sobre propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

Veja a nota abaixo:

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Apesar do discurso duro, Temer está fragilizado no cargo..

Presidente  vem perdendo apoio parlamentar e partidos aliados ameaçam deixar o governo, sem falar nas manifestações da ruas, que querem seu afastamento

 

Michel Temer discursou na tarde desta quinta-feira, 18

O presidente Michel Temer (PMDB) afirmou na tarde desta terça-feira, 18, que não vai renunciar ao mandato.

Acusado de ter dado aval ao pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha – para evitar delação premiada – Temer chamou de clandestina a geração do empresário Joesley Batista.

Apesar disso, a situação presidente é frágil.

Ele perdeu apoio na própria base parlamentar e alguns partidos aliados ameaçam deixar o governo.

E a situação deve piorar nos próximos dias…

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Imagem do dia: o início do “Fora Temer”…

psol

O presidente Michel Temer (PMDB) começou a semana com dois revezes políticos que podem resultar no início de sua agonia para se manter no cargo: o PSOL apresentou oficialmente pedido de impeachment contra o peemedebista, por crime de responsabilidade.

Além disso, a Procuradoria-geral da República pediu à Polícia Federal que investigue os áudios gravados pelo ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero. A PGR quer analisar se cabe denúncia contra Temer e o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, ao Supremo Tribunal Federal. Nos dois casos, Temer terá um final de ano de explicações.

Além disso, pesquisas apontaram que a popularidade do presidente caiu drasticamente após sua entrevista de domingo, 27.

E sem popularidade, fica mais difícil defender-se de um provável início de processo a partir de 2017. 

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Andrea Murad: “Waldir é joguete de um governador irresponsável”…

Deputada analisa que o presidente da Câmara envergonha o Maranhão, ao lado de Flávio Dino. Um, pelo desequilíbrio e incompetência; o outro, “que age como um louco, desde que assumiu o governo”

 

andreaWaldir Maranhão não passa de um joguete nas mãos de um governador irresponsável, manipulador, sendo ambos uma vergonha para o Maranhão. Waldir, cativado por interesses próprios, políticos e pessoais, só mostrou ao Brasil o que nós aqui já sabíamos. Não tem equilíbrio e nem competência para assumir um cargo como esse. Se vende, se corrompe, é fraco. É Waldir desesperado, tentando salvar a própria pele, acreditando nos contos de Dino. E Dino agindo como louco, como tem feito desde quando assumiu o governo”, deputada Andrea Murad ao comentar nas redes sociais sobre a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, influenciado por Flávio Dino que, mais uma vez, fracassa politicamente em Brasília.

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PDT mantém apoio a Dilma contra o impeachment, diz Weverton…

Líder do partido na Câmara Federal, deputado maranhense reuniu a bancada e obteve a maioria dos 20 parlamentares pró-presidente

 

Weverton em entrevista à imprensa nacional: confirmação de apoio a Dilma

Weverton em entrevista à imprensa nacional: confirmação de apoio a Dilma

 

O deputado federal Weverton Rocha confirmou nesta quarta-feira, 13 que a bancada do PDT na Câmara Federal manteve, por ampla maioria, a decisão de votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, tomada em janeiro em reunião do Diretório Nacional da legenda.

“Todos sabem que é decisão de partido, do Diretório Nacional, e esperamos que até domingo a gente consiga estar todo mundo no plenário participando desse momento importante em que o PDT mais uma vez não se curvará, como nunca se curvou. O nosso lado é o da Constituição. A bancada está unida. A solução do problema não é tirar a Dilma”, declarou Weverton Rocha à imprensa.

Segundo informou, 19 dos 20 deputados participaram de uma reunião terça-feira (12), que contou com a participação do presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, e do ministro das Comunicações, André Figueiredo (PDT-CE). A reunião ratificou a decisão tomada em janeiro.

“O PDT tem essa característica de dialogar. Nada foi construído de cima para baixo. Foi construído esse debate e não é agora, nesse momento, que vamos sair do barco como se fôssemos ratos”, enfatizou Weverton Rocha, que lidera a bancada pedetista na Câmara Federal.

Weverton Rocha disse não acreditar que deputados descumprirão a decisão do partido.

“A bancada é unida. Eu confio nos nossos colegas deputados, todos, mesmo não concordando, sempre acataram a decisão do partido”, finalizou.