Em nota, empresário maranhense, vice-presidente da CBF, afirmou não conhecer Karina Gama, que diz ter sido pressionada a fazer delação premiada
O empresário maranhense Fernando Sarney, vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, classificou de “absurdo inverossímil” a nota da coluna Radar, da revista Veja, que tenta dar proximidade entre ele e o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino.
Entenda o caso:
- segundo a nota de Veja, a empresária Karina Gama – acusada de lavar dinheiro público para a família Bolsonaro, via filme Dark Horse – disse ter sido pressionada a fazer delação premiada;
- ainda segundo a nota, um dos agentes pressionadores seria exatamente Fernando Sarney, que a coluna de Veja trata como “pessoa de grande proximidade do ministro Flávio Dino.
“Também é inverossímil – e completamente absurda – a informação de que eu teria me apresentado como “pessoa com grande proximidade do ministro Flávio Dino”, afirma Fernando Sarney.
Filho do ex-presidente da República José Sarney, Fernando Sarney – a exemplo de toda a família Sarney – sempre atuou politicamente em linha contrária a Flávio Dino. A relação entre os Sarney e o hoje ministro é de tensão política histórica.
Não há registro na história do Maranhão de qualquer tipo de relação de “grande proximidade” entre os Sarney – Fernando incluído – e Flávio Dino, embora tenha havido momentos de maior ou menor tensão entre os grupos na política recente.
Este blog Marco Aurélio d’Eça publicou a análise “De como o ambiente de caos institucional bolsonarismo…”, apontando que a bagunça política é gerada pelos próprios bolsonaro, e seus agentes, para favorecer o ambinete de golpe no Brasil.
Karina Gama é uma das agentes do bolsonarismo.
Simples assim…
Leia abaixo a íntegra da Nota de Fernando Sarney:
“NOTA DE ESCLARECIMENTO
Ao contrário do que informa a coluna Radar, da revista Veja, não conheço a Sra. Karina Gama e jamais mantive contato com ela ou com qualquer outra pessoa sobre suposta delação premiada envolvendo a produção audiovisual “Dark Horse”. Também é inverossímil – e completamente absurda – a informação de que eu teria me apresentado como “pessoa com grande proximidade do ministro Flávio Dino”.
Fernando Sarney”










