Não há vaga 6 disponível no Palácio dos Leões, mostra Brandão…

Governador desmentiu reportagem do G1, na qual o assassino Gilbson Cutrim diz que usava estacionamento ao participar de reuniões na sede do governo

 

ESTÁ ASSIM HÁ SEIS ANOS, A VAGA 06 DO PALÁCIO DOS LEÕES, QUE ASSASSINO DO TECH OFFICE DIZ TER USADO em reuniões com o governador

O governador  Carlos Brnadão (MDB) publicou em suas redes sociais na noite desta terça-feira, 19, um conjunto de fotos em que um gerador de energia ocupa duas vagas no Palácio dos Leões, entre elas a vaga de número 6; Brnadão usou a postagem para desmentir afirmação do assassino Gilson Cutrim em reportagem do portal G1, da rede Globo. (Leia aqui)

  • segundo o portal, Cutrim revelou em depoimento à Polícia Federal que participava de reuniões com o próprio governador;  
  • nestas reuniões, segundo a reportagem, o assassino usava a vaga de nº 6, dentro do Palácio dos Leões, a sede do governo.

“Nunca tive relação com esse assassino confesso. Nunca o recebi em Palácio, nem em qualquer lugar. A vaga 6 no estacionamento do Palácio dos Leões, que ele diz que ocupava, está há seis anos preenchida por um gerador”, afirmou Brandão. (Veja aqui)

As fotos com o gerador, que provam a ocupação das vagas, foram postadas por Brandão.

O governador  reclama que até hoje sua defesa nunca teve acesso a íntegra dos autos do processo que corre no Supremo Tribunal Federal, sob a responsabilidade do ministro Flávio Dino.

“Estou pronto para defender a minha dignidade e minha trajetória política e pessoal”, afirmou Brandão…

Exclusivo!!! Entenda as normas usadas pelo TJ-MA para liberar carro oficial a Flávio Dino…

A Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário garante “segurança institucional, pessoal de magistrados e familiares”, mas desde que estejam em comprovada “situação de risco”

 

FLÁVIO DINO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Uso de carro oficial é regido por normas do CNJ, mas tem critérios específicos

Exclusivo

O principal argumento do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino para o uso de carro oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por ele e por seus familiares é o de que está em situação de risco iminente.

“Destaco que ‘aceitar’ ser alvo de crimes não se insere no rol de minhas obrigações funcionais. Lamento que a indústria criminosa de fake news e manipulações gere ainda mais ÓDIOS, com isso mais ataques e, portanto, mais necessidade de segurança, em um ciclo sem fim”, foi assim que o ministro justificou mais uma vez, neste domingo, 16, a polêmica sobre o uso do veículo oficial. (Veja aqui)

  • duas normas do Conselho Nacional de Justiça – a Resolução nº 435/2021 e a Recomendação nº 114/2021 – preveem a “segurança institucional pessoal dos (as) magistrados (as) e respectivos familiares”;
  • mas os dois regramentos do CNJ – que estabelecem a Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário – deixam claro, peremptoriamente, que essa garantia se dá sob “situação de risco real ou potencial”.

Este blog Marco Aurélio d’Eça pesquisou em todos os mecanismos possíveis do sistema Judiciário e não encontrou qualquer documento oficial que aponte para “risco real ou potencial” para Flávio Dino ou para sua família.

Há uma publicação pessoal, do dia 18 de maio de 2026, em que Dino relata ter sofrido ameaça – a imprensa tratou como “hostilidade” – de uma funcionária de companhia aérea, que viu seu nome em um cartão de embarque.

  • segundo o relato do ministro, “ao olhar um cartão de embarque com meu nome”, a funcionária manifestou a colega vontade de xingá-lo;
  • mas, em seguida, ainda segundo o próprio ministro Flávio Dino, a mulher “se corrigiu e disse que seria melhor matar do que xingar”.

“Imaginemos que outros funcionários, da mesma ou de outra empresa aérea, sejam contaminados com idêntico ódio. Isso pode significar até riscos para a segurança de aeroportos e de voos e, por conseguinte, de outros passageiros. Imaginemos se isso se alastra para outros segmentos de negócios: um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado?”, justificou Dino. (Leia a história completa aqui)

Perceba que a “ameaça” da funcionária ao ministro ocorreu em 18 de maio de 2026; a primeira reportagem de Luís Pablo dando conta do uso da caminhonete do TJ-MA pela esposa de Dino foi publicada em novembro de 2025, seis meses antes. (Relembre aqui)

  • no dia 9 de novembro de 2025, o ministro foi em um Gol 2014 ao show de Caetano Veloso e Maria Betânia, em Brasília;
  • acompanhado do filho, Dino chegou a ser barrado por seguranças – relato dele próprio – por causa do veículo (Leia aqui). 

O uso de um carro oficial, blindado, por magistrados e seus familiares, é previsto no artigo 10, XI da Resolução 435/2021.

Mas esta possibilidade é regulamentada pelos artigos 2º e 9º da Recomendação 114/2021.

Está tudo lá, sem tirar nem pôr…

Oposição já fala em Felipe Camarão no comando do governo…

Adversários do Palácio dos Leões analisam que o afastamento do presidente do TCE-MA, Daniel Brandão, pode servir de porta para levar ao mesmo destino o governador Carlos Brandão

 

AÇÕES DE FLÁVIO DINO PODEM LEVAR À POSSE DE FELIPE CAMARÃO NO GOVENRO, no lugar de Carlos Brandão, como foi previsto em 2022

Adversários do governo Carlos Brandão (MDB) – na direita e na esquerda – trabalham desde o final da manhã desta segunda-feira, 17, com a possibilidade de o vice-governador Felipe Camarão (PT) assumir, a qualquer momento, o comando do Governo do Estado. Para esses observadores, o afastamento do presidente do TCE-MA, Daniel Brandão, pode levar o seu tio, governador Carlos Brandão, ao mesmo destino.

  • Caso assuma o governo, Felipe Camarão pode continuar candidato a governador, mas agora na à reeleição em outubro;
  • o afastamento de Brandão pelo STF seria possível por que os processos incluem também o senador Weverton Rocha.

“Brandão pode ser afastado a qualquer momento, e com a ajuda de Weverton Rocha (PDT) (…) Um pedido de afastamento de um governador é feito no STJ e não no  STF, a não ser que seja comprovado o envolvimento com foro privilegiado, um deputado federal ou um senador. No caso do envolvimento de Weverton neste caso do Tech Office, ou em outros casos, o afastamento pode ser feito pelo STF. Brandão pdoe sair da cadeira e Camarão pode assumir”, analisou o candidato a senador Simplício Araújo (Novo), que concorre na aliança do ex-prefeito Eduardo Braide (PSD).

Os dinistas – chamados assim por serem remanescentes do governo Flávio Dino, o mesmo que está à frente da maior parte das ações contra os Brandão – reforçam que o trabalho neste momento é garantir Felipe Camarão no segundo turno. Eles admitem, porém, que, à frente do governo, suas chances crescem exponencialmente.

“Se houver a hipótese de afastamento, é claro que ainda dá tempo de Felipe Camarão reforçar sua base”, admitiu o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), que está em Colinas, justamente nesta segunda-feira, 17.

  • para os dinistas, caso Camarão assuma o governo, o presidente Lula senta praça no Maranhão;
  • o embate, segundo eles, se dará com o ex-prefeito Eduardo Braide, hoje liderando a disputa.

A oposição justifica um possível afastamento de Brandão levando em conta o relatório da Polícia Federal – tornado público por Flávio Dino na última sexta-feira, 14 – que o define como “chefe da organização criminosa”.

Caso ocorra este afastamento, o prazo é de até 180 dias, com direito a recurso no STF…

Editorial!!! Era assim que Flávio Dino queria Brandão…

Nenhum analista sério, isento e centrado na política maranhense pode ignorar que as ações do ministro do STF contra o governador são meros frutos de desarranjos eleitorais

 

NO SONHO DINISTA, BRANDÃO SERIA O MERO RETRATO NO PALÁCIO DOS LEÕES, com o poder exercito pelo dinismo

Editorial

O artigo 374, I, do Código de Processo Civil estabelece de forma literal: “o que é público e notório não precisa de prova”.

Nenhum cidadão maranhense minimamente antenado com a política do estado tem como ignorar que o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino foi amigo e hoje é inimigo do governador Carlos Brandão (MDB); esse fato notório não precisa ser comprovado.

  • o ensinamento do Direito estabelece também que um juiz jamais pode julgar um amigo ou um inimigo;
  • ao julgar Brandão, Flávio Dino está ferindo de morte este ensinamento em seus dois polos antagônicos.

“Devia haver impedimento de julgar quem é tratado como adversário. Tenho confiança de que a verdade prevalecerá”, afirmou o governador Carlos Brandão, ao analisar as últimas empreitadas de Dino contra ele.

Também é público e notório no Maranhão – e, portanto, amparado pelo artigo 374 do CPC – que Flávio Dino sempre quis Brandão, seu ex-vice, como na imagem acima: apenas como mero retrato no gabinete principal do Palácio dos Leões, submetido aos interesses do seu grupo político.

  • Flávio Dino indicou Felipe Camarão (PT) para a chapa de Brandão, em 2022, com a garantia de que o vice seria o sucessor em 2026;
  • Brandão até aceitou a imposição, mas nunca com o desejo pessoal de aceitá-la, como não aceitou; só não esperava Flávio Dino no STF.

“Juntos – mas separados – chegarão a 2026, quando Flávio Dino – esteja ele onde estiver – conduzirá o processo eleitoral no Maranhão, tendo à frente de seu time Felipe Camarão (PT), Brandão (talvez ainda no PSB) e Weverton Rocha (PDT) na mesma chapa. Até lá, cada um comemorará, com seu time, cada desgraça do outro”, já alertava este blog Marco Aurélio d’Eça, ainda em novembro de 2023, na postagem “Brandão e Flávio Dino nunca mais serão os mesmos…”.

É publico e notório – amparado pelo artigo 374 do CPC, portanto – que há um grupo político no Maranhão intitulado “dinismo”; esse dinismo já declarou publicamente que luta para manter o legado de Flávio Dino.

E foram os dinistas os responsáveis por todas as ações judiciais contra Brandão, que caíram no STF exatamente nas mão de… Flávio Dino.

  • Brandão foi aliado e amigo de Flávio Dino, com quem dividiu o governo por quase oito anos;
  • depois, virou inimigo por não cumprir acordos políticos supostamente fechados em 2022.

Por um motivo ou pelo outro, este fato já impediria Flávio Dino de julgar Brandão no STF; a menos que não tenha superado os desarranjos políticos e queira vingar-se.

Não há outra explicação para o que acontece atualmente no Maranhão.

O que é público e notório…

Exclusivo!!! Flávio Dino derruba sigilo de processos da família Brandão e aliados…

Após forte repercussão negativa do caso Luís Pablo, ministro do STF decide liberar decisões envolvendo o caso Tech Office, investigação contra o senador Weverton Rocha e outras ações conexas

 

FLÁVIO DINO RESOLVEU EXPOR TODAS AS INVESTIGAÇÕES ENVOLVENDO A FAMÍLIA BRANDÃO e seus aliados, após repercussão do caso Luís Pablo

Exclusivo

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou nesta sexta-feira, 14, o fim do sigilo de pelo menos três ações ligadas diretamente à família do governador  Carlos Brandão (PSB), ao senador Weverton Rocha, ao caso Tech Office e uma série de ações que ele diz ter conexões entre si.  

Imediatamente as ações liberadas chegaram a este blog Marco Aurélio d’Eça.

  • a Petição 15.437 trata do afastamento cautelar e busca e apreensão contra o agente de Polícia Federal Edivar Rodrigues dos Santos; (Leia tudo aqui)
  • as petições 15.900 e 16.356 trata homicídio do Tech Office, que os dinistas tentam ligar ao presidente do TCE, Daniel Brandão; (Leia a íntegra aqui)
  • estas petições também envolvem a quebra do sigilo telefônico do senador Weverton Rocha (PDT), que a Polícia Federal acusa de envolver-se nos casos;
  • por fim, tem a PET 154.438, que envolve diversas outras e vários casos relacionados, desde emendas parlamentares a obstrução de justiça (Leia a íntegra)

“Como já destacado anteriormente, aparentemente todos os fatos guardam conexão, tanto sob o aspecto intersubjetivo, quanto teleológico e instrumental. Nesse passo, na visão dos trabalhos policiais, o homicídio praticado em 2022, derivado de atos de corrupção, levou a vacâncias e nomeações no Tribunal de Contas do Estado e a sucessivos atos tendentes a impedir ou embaraçar as investigações e a atuação do Poder Judiciário, abrangendo a Justiça do Estado, o STJ e este STF”, afirmou Flávio Dino, em uma das peças.

A decisão de Flávio Dino de expor todas as ações se dá após a forte repercussão negativa da quebra do sigilo da fonte do jornalista Luís Pablo – determinada pelo ministro Alexandre de Moraes – para descobrir quem passou ao jornalsitas informações sobre o uso de um carro oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão, em afazeres particulares, pela mulher de Flávio Dino.

No total, são 123 páginas de processos relacionados. Todas elas agora à disposição pública.

E publicadas com exclusividade neste blog Marco Aurélio d’Eça…

“Eu sabia que sofreria ataques”, afirma Weverton Rocha sobre ação da PF…

Senador garante que não ficou surpreso com a operação em sua residência, que atribui às suas posições políticas como candidato ao Senado

O senador Weverton Rocha (PDT)m atribuiu a operação da Polícia Federal, nesta terça-feira, 4, em sua residência, à sua atuação política e à sua candidatura ao Senado. 

  • as movimentações de grupos políticos adversários – com forte influência no Judiciário – levaram o parlamentar a se preparar para ação;
  • ele diz que só não esperava que a situação chegasse ao ponto de envolver diretamente apoaidores políticos e até membros de sua família.

“Apesar de não ter sido diretamente o alvo da operação de hoje, eu sabia que, com a minha candidatura ao Senado e as minhas posições políticas, sofreria ataques. Por isso, não fiquei surpreso com essa nova operação da Polícia Federal. Eu só não esperava, que eles fossem tão longe, ao envolver a minha família, e até apoiadores políticos. Apesar da minha indignação, recebi essa operação com a tranquilidade que me foi possível, pois nada tenho a esconder”, afirmou o senador pedetista.

A posição de Weverton Rocha diante do fato político-policial tem razão de ser, e chegou a ser anunciada em matérias jornalsitas, inclusive neste blog Marco Aurélio d’Eça.

“Embora em processos distintos, essas quebras de sigilo telefônicos acabam tendo relações entre si por terem sido originadas nas ações envolvendo nomeações de parentes do governador Carlos Brandão (MDB), vagas no Tribunal de Contas do Estado e o chamado assassinato do Tech Office”, apontou o último post.

Em sua nota desta terça-feria, 4, Weverton rerssaltouq ue o Ministério Público mais uma vez se posicioonou contra a busca e apreensão contra seus familiares e apoiadores, mesmo assim autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal.

O senador diz que “apesar da dureza do jogo político”, não se renederá.

Abaixo, a íntegra da nota:

Apesar de não ter sido diretamente o alvo da operação de hoje, eu sabia que, com a minha candidatura ao Senado e as minhas posições políticas, sofreria ataques.
Por isso, não fiquei surpreso com essa nova operação da Polícia Federal. Eu só não esperava, que eles fossem tão longe, ao envolver a minha família, e até apoiadores políticos.
Apesar da minha indignação, recebi essa operação com a tranquilidade que me foi possível, pois nada tenho a esconder.
Todas as movimentações mencionadas são fruto de atividades profissionais e empresariais. E foram devidamente declaradas à Receita Federal.
Quero ressaltar, que o Ministério Público Federal, foi novamente contra a busca e apreensão contra meus familiares e apoiadores.
Apesar da dureza do jogo político, reafirmo que não me renderei. Me manterei firme no propósito de lutar pelo Maranhão, ao lado de todos que mais precisam.

Weverton Rocha – senador da República

Carlos Brandão silencia sobre ações de Flávio Dino…

Governador nada disse sobre a prisão e afastamento do seu secretário Raimundo Cutrim e das outras medidas do ministro do STF

 

BRANDÃO OPTOU POR NADA FALAR SOBRE AS AÇÕES DE DINO, que atingem seu governo

Nenhuma nota, nenhuma declaração, nenhuma entrevista, nenhum pronunciamento. Nada.

O governador Carlos Brandão (MDB) mantém silêncio sepulcral em relação à prisão do seu secretário Raimundo Cutrim, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino.

  • Cutrim está em prisão domiciliar e foi afastado do cargo por Dino;
  • o ministro tem outros mandados que atingem o governo Brandão.

Nos bastidores do Palácio dos Leões o clima é de tensão e expectativa, diante de possíveis novas operações da Polícia Federal nos últimos dias.

Para aliados do governador, as ações de Flávio Dino mexem diretamente no tabuleiro das eleições do Maranhão.

Mas Brandão optou pelo silêncio; pelo.menos neste primeiro momento…

Exclusivo!!! Dezenas estão com sigilos quebrados no Maranhão…

STF monitora autoridades, lideranças políticas, parlamentares, empresários, operadores políticos e até agiotas, em processos que se correlacionam e movimentam os bastidores do Maranhão

 

FLÁVIO DINO E ALEXANDRE DE MORAES CONTROLAM A MAIOR APRTE DOS PROCESSOS que quebraram sigilos telefônicos em massa no Maranhão

Exclusivo

Uma espécie de varredura nas ações de autoridades, lideranças políticas, parlamentares e empresários maranhenses está sendo executada sob controle do Supremo Tribunal Federal há pelo menos dois meses, em processos que passaram a se correlacionar a partir de decisões dos ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes.

Parte das ações correm em segredo de Justiça, mas este blog Marco Aurélio d’Eça apurou que o monitoramento – telefônico, bancário e fiscal – já atingiu autoridades do Governo do Estado, dirigentes partidários, parlamentares federais, estaduais, vereadores de São Luís, conselheiros e ex-conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, empresários e até aparelhos vinculados ao falecido agiota Josival Cavalcante, o Pacovan.

  • os processos estão em mãos dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes;
  • essas ações já tiveram desdobramentos na Polícia Federal e na Procuradoria-Geral da República.
  • o caso específico de Pacovan já foi, inclusive, tratado em postagem deste blog Marco Aurélio d’Eça.

“O objetivo é esclarecer destinação de emendas parlamentares no Maranhão. Pacovan foi citado em denúncias contra deputados federais maranhenses. A decisão do ministro envolve o número de final 1620, da operadora Vivo, e vai envolver dois períodos específicos: serão analisadas conversas registradas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2019; também será monitorado o período de 25 de novembro a 3 de dezembro de 2020″, revelou este blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Sigilo telefônico de Pacovan pode desvendar destino de emendas parlamentares…”.

Embora em processos distintos, essas quebras de sigilo telefônicos acabam tendo relações entre si por terem sido originadas nas ações envolvendo nomeações de parentes do governador Carlos Brandão (MDB), vagas no Tribunal de Contas do Estado e o chamado assassinato do Tech Office.

  • Flávio Dino controla, ele próprio, As Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7780, 7603 e 7605, que tratam de nomeações no TCE;
  • está também em mãos de Flávio Dino o Habeas Corpus 264.120/MA, que trata do caso envolvendo o assassinato do Tech Office, em São Luís.
  • o ministro Alexandre de Moraes, por sua vez, preside processos que envolvem as nomeações de parentes do governador no poder publico do MA.

No meio de todos esses casos aparece também o agiota Josival Cavalcanti, o Pacovan, morto em 2024.

  • no caso do agiota, as investigações apontam negócios envolvendo postos de gasolina e venda de casas e fazendas, que, curiosamente foram anexadas aos processos;
  • como fruto da quebra dos sigilos, a Polícia Federal capturou pessoas que sacaram ou tentaram sacar – na boca do caixa – valores entre R$ 500 mil a R$ 1 milhão.
  • um desses alvos foi o empresário George Furtado, da empresa G7 Comércio e Representações Ltda, que tem quase R$ 17 milhões na secretaria estadual da educação.

No fim das contas, as investigações fizeram uma correlação entre o processo ligado a Pacovan, os processos do TCE-MA, do Tech Office e do Nepotismo; e os ligaram diretamente aos casos de saques milionários na boca do caixa.

E tudo junto deve gerar desdobramentos mais cedo ou mais tarde…

Flávio Dino manda assassino do Tech Office para o regime semiaberto…

Ministro do Supremo Tribunal Federal acata o pedido de progressão de pena de Gilbson Cutrim, que vai permanecer cumprindo a pena no Distrito Federal

 

GILBSON CUTRIM AGORA VAI PODER DEIXAR A PENITENCIÁRIA DURANTE O DIA, mas vai cumprir semiaberto em Brasília

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino decidiu acatar o pedido da defesa de Gilbson César Soares Cutrim Júnior e decidiu transferi-lo para o regime semiaberto, a ser cumprido em um presídio federal de Brasília.

  • Gilbson Cutrim é autor do rumoroso assassinato do Tech Office, caso ocorrido em agosto de 2022;
  • Dino avocou o caso para si no final de 2025, passando a decidir tudo sobre o assunto desde então.

“Ante o exposto, determino a transferência, no prazo de 72 horas, do preso Gilbson César Soares Cutrim, para o sistema prisional do Distrito Federal, podendo ser acolhido no Centro de Progressão de Penitenciária, na Colônia Agrícola, na Penitenciária da Papuda ou a qualquer outra instituição congênere, dentro da estrutura de administração penitenciária responsável pela execução do regime semiaberto nesta unidade federativa”, diz o comunicado da progressão de pena.  

Leia também:

A decisão do ministro maranhense – prolatada no Habeas Corpus 264.120/MA – consta do processo 4000158-30.2025.4.01-3400, que trata da “Transferência entre estabelecimentos penais”.

Este blog Marco Aurélio d’Eça não teve acesso á data exata da decisão de Flávio Dino, mas o prazo para execução é de 72 horas.

E já foi cumprido…

Ação de Flávio Dino pode tirar Roberto Rocha das eleições…

STF tornou o ex-senador réu em processo movido pelo seu próprio ministro, por calúnia e difamação; caso condenado, Rocha é automaticamente tornado inelegível

 

FLÁVIO DINO E ROBERTO ROCHA ESTIVERAM JUSNTOS EM 2014, mas só naquela eleição específica

O ex-senador  Roberto Rocha (Novo) vai travar a parti de agora uma corrida contra o tempo para garantir sua participação nas eleições de outubro, na qual lidera a corrida pelo Senado. O ex-parlamentar agora é réu em um processo no Supremo tribunal Federal, em ação movida pelo próprio ministro Flávio Dino.

  • Dino acusa Rocha de calúnia e difamação, por entrevista dada na época que o réu ainda era senador;
  • a queixa-crime de Dino foi aceita pela Primeira Turma do STF, a mesma da qual o ministro faz parte.

Para garantir a participação na disputa pelo Senado, Roberto Rocha precisa evitar que uma eventual condenação seja decidida pelo Supremo antes do registro de sua candidatura, por volta do mês de agosto. é uma dura corrida contra o tempo.

O relator do caso no STF é o ministro Alexandre de Moraes, que negou todos os argumentos do ex-senador, inclusive quanto à imunidade parlamentar por declarações dadas na tribuna do Senado.

  • o prazo no Supremo corre a jato, a partir da citação de Rocha como réu, com prazo de defesa de apenas cinco dias após publicação da decisão da Primeira Turma; 
  • a partir da resposta, é iniciada a instrução criminal, com produção de provas, oitiva de testemunhas e interrogatório do réu; defesa se manifesta só no julgamento.

Roberto Rocha compôs a chapa de Flávio Dino nas eleições de 2014, numa improvável aliança formada para derrotar o grupo Sarney; Rocha elegeu-se senador, ocasião em que este blog Marco Aurélio d’Eça publicou a postagem “Roberto Rocha e Flávio Dino oito anos depois…”. 

“O que fazer com Robert Rocha, oito anos depois de eleito senador?, é o que deve passar, já hoje, pela cabeça do governador comunista. Para muitos, pode parecer um tempo longo demais. Mas em política, não há tempos longos ou curtos. Tudo é planejado em anos, e pode ocorrer em dias”, afirmou o post, numa espécie de projeção da realidade.

Em 22, Flávio Dino tomou a vaga de Rocha no Senado, mas os dois já se estranhavam desde 2016.

E agora o futuro do ex-senador pode estar nas mãos do ex-governador…

Com informações do blog de Isaias Rocha