1

Convênios usados na eleição da Famem desgasta Brandão com Flávio Dino

Ao assumir o governo em plena campanha eleitoral da entidade municipalista – em que lançou candidato de última hora para tentar derrotar o PDT – vice-governador declarou-se de caneta cheia e chegou a promoter até R$ 5 milhões por município, que agora o governador terá que pagar

 

Brandão firmou os convênios, perdeu a eleição na Famem e agora Flávio Dino vai ter que se resolver com os prefeitos

O governador Flávio Dino (PCdoB) vai ter uma dor de cabeça não criada por ele nestes meses que restam de seu mandato no Maranhão.

Comandando o estado exatamente no período em que a Federação dos Municípios reelegeu o presidente Erlânio Xavier (PDT), o vice-governador Carlos Brandão (PRB) usou a “caneta cheia” deixada por Dino, como ele mesmo afirmou, para negociar apoios ao seu candidato Fábio Gentil (PRB) em troca de convênios e liberação de verbas.

Em alguns casos, os acordos eleitorais chegaram a R$ 5 milhões por município.

Agora, é Flávio Dino quem vai ter de tratar com esses prefeitos para liberação desses recursos.

Brandão, como se sabe – mesmo de caneta cheia – perdeu a eleição, a terceira para o senador Weverton Rocha (PDT) em menos de três meses, mas os prefeitos cooptados agora querem os recursos prometidos.

Mais um processo de desgaste para o vice-governador.

Que não consegue se firmar como liderança estadual…

0

Flávio Dino alimenta sonhos ambiciosos na cúpula do PSB

Coluna Radar, Veja online

Flávio Dino alimenta sonhos ambiciosos na cúpula do PSB.

O governador do Maranhão, segundo fontes socialistas, pode migrar para o partido a fim de fechar uma dobradinha com Ciro Gomes e isolar de vez o PT em 2022.

Questionado se a coisa pode virar namoro, Dino se esquiva:

Trabalho por uma união do campo progressista e por isso converso com todos os partidos do nosso campo. Meu plano A é ser candidato ao Senado pelo PC do B”. 

2

Flávio Dino garante: disputa na Famem não vai gerar retaliação a prefeitos

Mesmo de férias, governador mandou recado aos seus principais aliados afirmando que a disputa na entidade municipalista é uma questão interna corporis e que eventual participação de auxiliares é pessoal, não institucional

 

Flávio Dino orientou Márcio Jerry a tranquilizar prefeitos maranhenses: todos são livres pra votar em quem quiser na Famem

 

O governador Flávio Dino (PCdoB) mandou neste fim de semana um duro recado aos aliados do vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) que tentam influenciar na eleição da Federação dos Municípios (Famem). 

– Não haverá qualquer tipo de retaliação do meu governo a prefeitos que optarem por A ou por B – disse Dino, em um grupo de whatsapp em que estão alguns dos principais auxiliares, além do próprio Brandão.

Candidato a presidente da entidade, o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB) vincula sua campanha a  Carlos Brandão, que está no exercício do governo e usa a estrutura do Palácio dos Leões para tentar cooptar prefeitos.

Na semana passada, a iminente derrota de Gentil – a terceira de Brandão em menos de dois meses – levou o grupo do vice-governador a fazer ameaças a prefeitos, posicionamento que chegou aos ouvidos de Dino; por isso a mensagem no Whatsapp.

A reeleição na Famem acontece quinta-feira, 14, e o atual presidente Erlânio Xavier (PDT) leva vantagem, com apoio da maioria dos cerca de 180 prefeitos que devem votar.

Flávio Dino reassume o governo no dia seguinte, já tranquilizando os prefeitos…

3

Apoio do PCdoB a Baleia Rossi tira MDB da oposição no MA

Decisão do vice-presidente da legenda no Maranhão, deputado Roberto Costa, é um gesto de agradecimento ao empenho do governador Flávio Dino pela frente de esquerda na eleição da Câmara Federal; e pode resultar em agenda nova para 2022

 

Flávio Dino e Roberto Costa vêm se aproximando desde o primeiro mandato do governador comunista; agora, o MDB deixa o bloco de oposição ao governo

 

A notícia da saída do MDB do bloco de oposição na Assembleia Legislativa teve repercussão forte na mídia maranhense, mas poucos abordaram o viés mais importante da conjuntura: o jogo eleitoral de 2022.

O gesto do deputado estadual Roberto Costa, hoje o mais ativo membro do MDB maranhense, foi uma retribuição ao governador Flávio Dino (PCdoB) pelo empenho deste à formação da frente de esquerda em apoio ao deputado emedebista baleia Rossi à presidência da Câmara Federal.

O apoio do PCdoB a Baleia Rossi foi fundamental para o gesto do MDB no Maranhão, que deve repercutir, também, nas eleições de 2022

O MDB deve formar na Assembleia Legislativa um novo bloco, que pode reunir partidos de esquerda e da centro direita, como PDT, PSB, PTB legendas menores.

Esta nova frente não fará oposição direta ao governo Flávio Dino, mas encaminhará claramente o projeto de 2022, que passa exatamente por esta formação.

Mas esta é uma outra história…

0

Com disputa pelo Senado, Dino mexe com as peças da própria sucessão

Ao anunciar desistência da disputa presidencial, governador volta os olhos para dentro do seu estado e do seu grupo e indica que pretende ter o controle absoluto da montagem da chapa majoritária de 2022, forçando reposicionamento de aliados e adversários

 

Flávio Dino marca a própria posição para 2022 e deixa claro que pretende comandar a própria sucessão em seu estado

Análise de conjuntura

Ao anunciar nesta quarta-feira, 30, que vai mesmo disputar uma vaga no Senado em 2022, o governador Flávio Dino (PCdoB) definiu que estará no comando do seu grupo político nas próximas eleições.

Logo de cara, marca território e estabelece cenários importantes tanto no governo quanto na oposição.

Sua candidatura ao Senado terá impacto direto sobre três outras lideranças interessadas na mesma vaga: o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), o ainda prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), o senador Roberto Rocha (PSDB) e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

Othelino deve repensar sua estratégia e buscar novas posições dentro do grupo, o que pode indicar, inclusive, a permanência no controle da AL-MA a partir de 2023; Roseana também deve optar por outras disputas.

Fortalecido como liderança histórica em São Luís, Edivaldo passa a figurar como opção de chapa em 2022, mas já não como opção ao Senado, podendo compor uma chapa de governo ou entrar na disputa da Câmara com cacife para formar a própria bancada.

Caso Roberto Rocha – que tem o apoio declarado do prefeito eleito Eduardo Braide (Podemos) para a reeleição ao Senado – decida enfrentar Dino, estará se confirmando o desenho do blog Marco Aurélio D’Eça, apresentado ainda em 2014 no post “Roberto Rocha e Flávio Dino oito anos depois…”

Ao definir sua candidatura – praticamente 15 meses antes de deixar o mandato – Dino fortalece a própria posição no grupo, em risco de esfacelamento desde as eleições municipais; esta ideia de fortalecimento é reforçada pela volta do deputado Márcio Jerry (PCdoB) ao governo.

Esta posição pode implicar também um acordão pela chapa encabeçada pelo vice-governador Carlos Brandão (Republicanos), mas não é automático.

Sobretudo pelo fato de que Jerry e Brandão são adversários históricos, e é Jerry quem estará definindo as cartas com aliados até abril de 2022.

Na condição de candidato a senador, Flávio Dino vai tratar diretamente com outra liderança do grupo, o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato a governador.

Há duas perspectivas para esta conversa:

1 – Dino e Weverton se juntam na mesma chapa, com apoio de Brandão e um vice de peso para o pedetista, tornando o grupo praticamente imbatível em 2022, ou;

2 – Dino e Weverton se enfrentam, cada um em uma chapa de peso, com o comunista apostando todo o cacife para eleger também Brandão governador.

Estes cenários passarão a ficar mais claros a partir de janeiro, quando as primeiras pesquisas sobre 2022 começarão a ser apresentadas, agora já com as principais peças do tabuleiro – no governo e na oposição – definidas quanto às suas posições.

Com poucas chances para novos desenhos até o fim de 2021…

2

Mudanças de Flávio Dino fortalecem Márcio Jerry

Agora na Secretaria de Cidades, deputado federal terá influência também na Articulação Política e na Comunicação do governo

 

Assim como indicou o blog Marco Aurélio D’Eça, ainda em novembro, no post “A hora do bombeiro comunista”, o deputado federal Márcio Jerry confirmou sua volta ao governo nesta quarta-feira, 30. 

E ele voltou poderoso.

O bombeiro comunista – responsável por reagrupar a base governista após Racha nas eleições municipais – agora será secretário de Cidades.

Mas terá influência direta nas pastas da Articulação Política e da Comunicação, agora desmembradas.

A missão de Jerry no governo Dino é clara: atuar diretamente para unificar a base em torno de uma chapa única em 2022.

E se essa unificação garantir a ele próprio lugar de destaque nessa chapa, melhor ainda…

1

‘Farra de capelães’: Dino disciplina capelania no MA por decreto

 

De O EstadoMaranhão

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), editou na semana passada um decreto que disciplina a prestação de serviços de capelania no âmbito do Estado do Maranhão. O documento foi publicado na edição do dia 22 de dezembro do Diário Oficial do Estado.

O ato estabelece critérios para a prestação do serviço, bem como define o que passa a ser capelania militar, capelania carcerária e capelania institucional. E determina, ainda, que, a partir de agora, a a seleção de novos capelães se dará “mediante processo a ser conduzido por Comissão composta por representantes da Casa Civil, da Secretaria Extraordinária de Relações Institucionais (SRI), da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e da Secretaria de Administração Penitenciária”.

O decreto surge praticamente dois anos após a chamada “farra dos capelães” ser denunciada à Justiça Eleitoral, e dias depois de a defesa da coligação “Maranhão Quer Mais”, da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) questionar, em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), a falta de critérios – e de concurso – para a escolha dos capelães do Estado do Maranhão.

Levantamento apresentado aos membros da Corte Eleitoral apontou, na ocasião, que a contratação e remuneração desses profissionais já consumiu, até este ano, mais de R$ 13 milhões. Foram R$ 4,3 milhões anuais, nos últimos três anos. A conta, no entanto, ainda é defasada. De 47 capelães identificados, só há dados de pagamentos a 34 deles.

Apesar da denúncia, o TRE-MA rejeitou, por unanimidade, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) proposta pela coligação, após voto do relator da matéria, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos.

Ao analisar o mérito da questão, os membros da corte concordaram com argumento da defesa do governador Flávio Dino, de que o Maranhão está na vanguarda do país no que diz respeito aos serviços de capelania, com aproximadamente 50 capelães, e de que a assistência prestada a membros das corporações militares e a detentos fez reduzir a violência em presídios locais.

A coligação, contudo, já apresentou embargos de declaração após o julgamento pelo tribunal regional, e pretende levar a questão até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Abuso

No processo, o MDB e os partidos aliados na campanha de 2018 acusam o governador maranhense de liderar um movimento de abuso de poder político e religioso, ao nomear líderes evangélicos como capelães da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), recebendo altos salários sem passar por concurso público.

Oficialmente, o Executivo alega que os nomeados cumprem função essencial à corporação, ao fornecer auxílio religioso a praças e oficiais. Para a coligação emedebista, Dino arregimentou um “curral eleitoral evangélico” ao proceder às nomeações. E aponta que muitos dos capelães são filiados a partidos políticos da base governista.

“A nomeação dos sacerdotes remunerados com dinheiro público do Estado tem o claro e inquestionável propósito de disseminar votos e induzir rebanhos de fiéis para a urna eleitoral, tudo com as estruturas do Governo do Estado. O ápice da inconstitucionalidade e ilegalidade é que os cargos públicos que somente podem ser preenchidos por concurso público (Coronel, tenente etc.) estão sendo escolhidos ao talante do Governador do Estado, ou seja, ele nomeia quem, quando, para qualquer cargo e com remuneração, tudo ao bel prazer dos interesses eleitorais escusos e com o apoio e incentivo do Secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral da Polícia Militar”, diz o MDB na ação.

Para o partido, houve um “aperfeiçoamento” do abuso de poder religioso no Maranhão em 2018. “Enfim, é certo que o Governador Flávio Dino, em conluio com o Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e o Comandante Geral da Polícia Militar,  Jorge Luongo, decidiram, ‘aperfeiçoar’ o abuso do poder religioso, transmudando-o num estratagema herético-apóstata-eleitoral-estatal com a criação de uma verdadeira seita política-administrativa-religiosa-eleitoral, custeada com recursos públicos e com o propósito eleitoral de perpetuação do poder”, completou.

1

“Dino fez um carnaval na eleição e quer impedir o reveillon”, provoca Edilázio

Deputado federal diz que o governador está sendo incoerente ao estimular o cancelamento das festas de fim de ano, uma vez que o próprio comunista promoveu aglomerações durante toda a campanha eleitoral

 

Edilázio cobrou coerência de Flávio Dino no que diz respeito ao reveillon no Maranhão

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) classificou de incoerência a postura do governador Flávio Dino em relação ao cancelamento das festas de fim de ano, depois de os partidos terem promovido “um carnaval de aglomerações” durante o processo eleitoral em São Luís e no interior do estado.

Edilázio lamentou o prejuízo acumulado a produtores culturais, músicos, artistas, vendedores ambulantes, fornecedores e pequenos empreendedores de um modo geral, por causa da proibição na realização das festas.

Para o deputado, o governador Flávio Dino – assim como fez na ocasião do lockdown, “quando se apoiou numa decisão da Justiça” -, agora “usa” a Vigilância Sanitária para impor restrições e se esconde para evitar desgastes à sua imagem. Edilázio também ponderou que o Ministério Público foi omisso nas eleições municipais 2020.

Ele lembrou que o próprio Dino participou da campanha do candidato do Palácio dos Leões em São Luís, além de secretários de Estado e os partidos, que promoveram aglomerações.

“O que causa estranheza é que durante o período eleitoral foi um Carnaval só. Inclusive com a participação de todos os secretários de Governo – que haviam sido convocados para a campanha -, em especial o secretário de Saúde, Carlos Lula, que dançou sem máscara num palco em ato político, em meio a aglomeração”, disse.

E completou: “Quer dizer que para o governador Flávio Dino, na política pode, mas para o turismo e para o entretenimento, não pode. Falta coerência na postura do comunista”.

 

Edilázio enfatizou que compreende que é necessário se manter vigilante em relação ao Covid, mas lembrou que o próprio governador do Maranhão, há 45 dias, chamou o cidadão, em seu perfil em rede social, para participar da campanha de Duarte Júnior nas ruas.

Na ocasião, ele publicou um vídeo com aglomeração de milhares de pessoas na Praça Deodoro sem qualquer constrangimento. “Hoje, ele entendeu que há uma pandemia. Na campanha política era o vale-tudo”, finalizou.

4

…E o bombeiro comunista agiu

Mudança de posicionamento do vice-governador Carlos Brandão e do senador Weverton Rocha – principais pré-candidatos à sucessão do governador Flávio Dino – é fruto direto da ação do deputado federal Márcio Jerry, que deve assumir posto no Palácio dos Leões com a missão de unificar a base para 2022

 

Márcio Jerry iniciou ainda fora do governo as ações para impedir o racha na base; ação que continuará com um posto no governo de Dino

 

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou em 4 de dezembro o post “Márcio Jerry: a hora do bombeiro comunista…”.

Tratava-se de uma reflexão deste blog sobre os riscos de ruptura na base do governo Flávio Dino (PCdoB) – causada pela disputa aberta entre o vice-governador Carlos Brandão (PRB) e o senador Weverton Rocha (PDT) – e sobre a necessidade de ação do mais próximo aliado de Dino para impedir o esfacelamento da base.

E o bombeiro comunista agiu.

Quem viu as manifestações públicas de Weverton e de Brandão nas últimas semanas observou neles uma mudança de discurso e uma clara busca de unidade da base.

Primeiro, Weverton afirmou não ser candidato de qualquer jeito e citou até outras opções. (Relembre aqui)

Depois, foi a vez de Brandão declarar que a candidatura de Weverton é absolutamente legítima. (Veja aqui)

Brandão e Weverton mudaram o tom da disputa pela unidade da base de Dino, que tem ainda Eliziane Gama como opção

Márcio Jerry deve voltar ao governo – assim como anunciou este blog, em primeira mão, no mesmo post em que falou de sua ação pela unidade. É deste posto que ele deverá conduzir a unidade para evitar o erro cometido nas eleições de 2020.

Erro este admitido pelo próprio Flávio Dino, em entrevista à Mirante em que anunciou que estará na disputa de 2022.

Resta saber se a ação do bombeiro comunista será suficiente para debelar as chamas causadas pela disputa entre os aliados.

3

Brandão deve comandar reunião com novos prefeitos em janeiro

Vice-governador deve assumir o Governo do Estado a partir do dia 4 de janeiro, às vésperas de reunião com gestores municipais eleitos e reeleitos em 2020; base será toda convidada para o evento

 

Brandão estará à frente do governo em janeiro, período de eleição da Famem e de posse dos novos prefeitos maranhenses

O vice-governador Carlos Brandão (PRB) deve ser o presidente de um encontro estadual com todos os prefeitos eleitos e reeleitos em 2020 no Maranhão.

Ele deve assumir o comando do estado em janeiro, quando o titular Flávio Dino (PCdoB) tira as tradicionais férias de início de ano.

Para o encontro com os gestores, Brandão deve chamar também asa lideranças de todos os partidos da base governista – incluindo os senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania), também cotados como opção para o governo em 2022.

O evento acontecerás às vésperas da eleição para a Federação dos Municípios (Famem), mas o governo não deverá interferir no processo; a tendência é que Erlânio Xavier (PDT) seja reeleito.

Será a primeira reunião envolvendo toda a base do governo Dino desde as eleições de 2020, que gerou forte disputa interna entre os alados do governador.