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PSB garante acordo com Brandão e entrega presidência por apoio a Duarte…

Governador do Maranhão foi empossado nesta quarta-feira, 27, no comando regional do partido; em troca, anunciou, finalmente, em suas redes sociais que estará com o candidato do partido a prefeito de São Luís

 

Brandão aceitou apoiar Duarte e ganhou o comando do PSB, que vinha tendo investidas da senadora Ana Paula Lobato

A direção nacional do PSB finalmente conseguiu as garantias do apoio do governador Carlos Brandão ao candidato do partido a prefeito de São Luís, deputado federal Duarte Júnior; em troca, Brandão recebeu nesta quarta-feira, 27, a presidência regional do partido.

– Com satisfação, informo que fui conduzido à presidência do  PSB no Maranhão. Anuncio ainda que nos reuniremos em torno da pré-candidatura do deputado federal Duarte Júnior  à prefeitura de São Luís. Juntos, fortaleceremos a boa política em nosso estado! – anunciou o próprio Brandão, em suas redes sociais.

A declaração de apoio a Duarte vinha sendo esperada com ansiedade, tanto pelo deputado quanto por seus aliados na imprensa maranhense, que chegaram a antecipar por duas vezes, sempre frustrados pela falta de fala do próprio do governador.

Brandão decidiu antecipar-se após investidas da senadora Ana Paula Lobato pelo comando partidário.

Na foto do acordo com a direção nacional, o governador  aparece com o próprio Duarte Júnior, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e com o secretário-executivo do ministério da Justiça, Ricardo Capelli, lugar-tenente do ministro Flávio Dino.

Após a definição dos encaminhamentos no PSB, Brandão deve reunir os membros da base para orientar apoio em massa a Duarte…

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Lula vai usar o 8 de janeiro para despedida de Flávio Dino do Ministério…

Presidente revelou nesta quarta-feira, 20, que o ministro da Justiça participará de uma solenidade entre os três poderes para relembrar os episódios antidemocráticos ocorridos, mas ainda não definiu o seu substituto

 

Flávio Dino sorri diante dos conselhos de Lula sobre a p0olstura no STF, durante a reunião ministerial desta quarta-feira, 20

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu nesta quarta-feira, 20, o seu corpo de auxiliares para a última reunião ministerial de 2023; durante o encontro, o presidente anunciou que o ministro da Justiça Flávio Dino deixa a pasta no dia 8 de janeiro.

Oito de janeiro foi a data dos atos golpistas no início do ano, um dos primeiros desafios de Flávio Dino no ministério.

O maranhense assume a vaga no Supremo Tribunal federal em 22 de fevereiro; ele passará cerca de um mês e meio no Senado Federal, até renunciar para assumir o STF.

Durante a reunião ministerial, Lula chegou a dar a Dino conselhos de comportamento no Supremo.

– Ali não pode prevalecer apenas a visão ideológica. Um ministro da Suprema Corte não tem que ficar dando entrevista, não tem que ficar dando palpite sobre voto – frisou Lula, que ressaltou a competência do auxiliar.

Uma das críticas a Dino durante seu período como ministro da Justiça era exatamente ao excesso de entrevistas que ele protagonizava.

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Brandão e a difícil equação do seu grupo para o Senado em 2026…

Manifestação dos seus aliados em favor do ministro dos Esportes André Fufuca – e levando-se em consideração que ele próprio deve disputar uma das vagas – põe em xeque o compromisso firmado ainda em 2022 com a senadora Eliziane Gama; a menos, é claro, que o governador esteja mesmo decidido a ficar no cargo até o fim do mandato

 

Brandão com o ministro Fufuca chamado de “senador” e a senadora Eliziane na reinauguração do Castelinho; quem deles vai ter que refazer o caminho eleitoral?

Ensaio

O governador Carlos Brandão (PSB) tem uma difícil equação para resolver em seu grupo político para as eleições de 2026;.

Com duas vagas do Senado em disputa – e levando-se em conta que ele próprio deve concorrer a uma dessas vagas – Brandão precisa encontrar uma saída para contemplar a atual senadora Eliziane Gama (PSD) e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP).

Desde o fim das eleições de 2022, André Fufuca vem declarando-se interessado em concorrer ao Senado em 2026, como já mostrou este blog Marco Aurélio d’Eça, nos posts  “Agora ministro, André Fufuca amplia poder de fogo para 2026…” e no post “Os recados de Dino e Brandão na posse de André Fufuca…”.

Esse projeto ganhou ainda mais força quando ele assumiu o Ministério dos Esportes, pasta em que tem ganhado destaque nacional.

No fim de semana, aliados do próprio Brandão, capitaneados pela presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (PSB), trataram, Fufuca de “meu senador”  durante a reinauguração do Ginásio Castelinho; o próprio Brandão aplaudiu.

Ocorre que o governador assumiu desde 2022 um compromisso com atual senadora Eliziane Gama (PSD), que decidiu apoiá-lo ao governo em troca do seu apoio em 2026.

Mesmo levando em consideração que Brandão não é dado ao cumprimento de acordos – haja vista o que fez com o deputado Othelino Neto (PSB) após fechar com este em 2022 e depois atropelá-lo na disputa pela presidência da Assembleia – ainda assim, Eliziane merece explicações.

A menos, é claro, que ele próprio decida permanecer no governo até o final de 2026, lançando também um candidato a governador do seu próprio time.

Neste caso, no entanto, vai ter que dizer isso pessoalmente ao ainda ministro da Justiça Flávio Dino, que tem um único desejo político antes de assumir o posto no Supremo Tribunal Federal: que o governador assuma o compromisso de apoiar o vice-governador Felipe Camarão (PT) na sua sucessão.

Este será, inclusive, o tema da conversa pessoal de Dino e Brandão neste final de ano, conforme adiantou com exclusividade este blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Flávio Dino tem agenda política no final de ano natalino…”

Camarão também é o candidato do presidente Lula no Maranhão em 2026.

E para bom entendedor, meia palavra basta…

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Flávio Dino tem agenda política no fim de ano natalino…

Futuro ministro do Supremo Tribunal Federal vai receber os deputados estaduais do seu grupo político que ele mesmo considera “raízes” – aqueles que surgiram à vida pública por sua graça e obra – e tem agenda também com o governador Carlos Brandão, para alinhar os rumos políticos do Maranhão após sua posse no STF, marcada para 22 de fevereiro

 

Flávio Dino quer se despedir de sua fase política com os comunas-raízes, deixando as coordenadas para as eleições de 2024 e 2026

O ainda ministro da Justiça Flávio Dino vai passar as festas de fim de ano numa espécie de réquiem de sua carreira política.

Com a posse no Supremo Tribunal Federal marcada para 22 de fevereiro, ele quer deixar a política com as coordenadas definidas para o futuro sem sua influência direta.

Segundo apurou este blog Marco Aurélio d’Eça, Dino já tem agenda marcada com os deputados que chama de “raízes” do seu grupo político – aqueles cuja vida pública tem sua influência direta. Fazem parte deste grupo os estaduais Rodrigo Lago e Júlio Mendonça (ambos do PCdoB), Carlos Lula (PSB) e Leandro Bello (Podemos).

Além deles, a espécie de confraternização ex-comunista deve contar com o vice-governador Felipe Camarão (PT), os deputados federais Márcio Jerry (PCdoB), Rubens Júnior (PT) e Duarte Júnior (PSB), que são os mais orgânicos dinistas no Maranhão.

O ministro tem outros aliados de peso na política do Maranhão, mas estes já atuavam antes de seu surgimento e têm carreira própria, embora devam se alinhar ao projeto definido para a era pós-Dino. (Saiba mais aqui, aqui, aqui e aqui)

A eles, o futuro magistrado dará as coordenadas sobre os rumos políticos a partir de 2024.

Na agenda natalina do futuro ministro do STF também há um encontro pessoal com o governador Carlos Brandão (PSB); a ele, que será o principal líder político no Maranhão, Flávio Dino dirá o que espera nas eleições de 2024 e, principalmente, em 2026.

Por que, em 2030, seus discípulos já esperam a sua volta, “montado no trono soberano”, como numa profecia apocalítica. 

Flávio Dino não poderá se manifestar politicamente a partir de fevereiro de 2024, quando toma posse no Supremo, por isso quer deixar alinhavado todo o projeto político-eleitoral a ser desenvolvido pelo seu grupo, com a força do governador.

E do alto do STF ficará a observar toda a movimentação.

Com todo o poder que emana do cargo…

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Aliados falam de volta de Flávio Dino à política já em 2030

Antes mesmo da votação em plenário, quando seu nome  já havia sido aprovado na CCJ, políticos e jornalistas ligados ao ainda ministro da Justiça falavam que ele deve ficar apenas sete anos no Supremo Tribunal Federal, período em que construirá projeto de disputar a presidência da República, caso Lula se reeleja em 2026

 

Flávio Dino deixa a política, mas seus aliados já pregam sua volta daqui a sete anos, como candidato a presidente da República

Embora o resultado de 47 votos favoráveis – apenas seis a mais que o mínimo – tenha sido abaixo do esperado pelo governo Lula (PT), aliados políticos do ainda ministro da Justiça Flávio Dino já falavam de “uma volta triunfal como presidente da República em 2030”.

Esta era a principal comemoração de políticos, advogados e jornalistas alinhados ao ex-comunista nesta quarta-feira, 13, após Dino ter sido aprovado para compor o Supremo Tribunal Federal.

Sem reservas em redes sociais e mais comedidos nas conversas pessoais, os dinistas apostam que ele será uma sumidade no STF, a ponto de se transformar em um presidenciável de peso, preparado para concorrer às eleições de 2030, caso o presidente Lula (PT) se reeleja em 2026.

Nem mesmo a votação abaixo do esperado, de apenas 47 votos – seis a mais que o mínimo exigido e quatro a menos que o piso do próprio governo Lula no Senado – intimidou os defensores de um “descanso na imagem” nesses sete anos de STF.

Mas as manifestações precoces do “volta Dino” somadas à votação abaixo do esperado reforçaram as duas perpepções básicas que marcaram esta novela da ida de Dino para o Supremo:

1 – há, de fato, muitos órfãos que ainda não superaram sua aposentadoria e vão tentar mantê-lo como “liderança”;

2 – ele foi, de fato, forçado a deixar a vida política, diante da forte resistência dos vários espectros ideológicos que gravitam em Brasília.

Este blog Marco Aurélio d’Eça já mostrou que, como membro do STF, Flávio Dino está proibido de qualquer ato político e muito menos eleitoral; mas ele pode, de fato, renunciar ao cargo vitalício a qualquer tempo.

Resta saber se o ânimo para usar a Suprema Corte como trampolim para a presidência resistirá a todos esses anos fora dos palanques. 

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Com sabatina dupla para indicados de Lula, Senado tenta minimizar pressão em Flávio Dino…

Aliados do ministro da Justiça – indicado pelo presidente Lula para o Supremo Tribunal Federal – cercaram-se de todos os cuidados para evitar maiores desgastes durante a sessão na Comissão de Constituição e Justiça, incluindo uma inédita entrevista conjunta com Paulo Gonet, indicado à Procuradoria-Geral da República

 

A presença de Paulo Gonet na mesma sabatina de Flávio Dino visa minimizar a pressão da oposição sobre o ministro da Justiça

Mesmo com todo o já autodeclarado preparo técnico e conhecimento jurídico, o ainda ministro da Justiça Flávio Dino não quis correr nenhum risco de exposição pública durante a sabatina que vai decidir sobre sua indicação para o Supremo Tribunal Federal.

Entre as estratégias para minimizar a pressão sobre Dino, o comando e os aliados do governo Lula (PT) no Senado decidiram realizar uma inédita sabatina dupla, com a presença do procurador Paulo Gonet Branco, indicado por Lula para a Procuradoria-Geral da República.

A divisão de atenções visa preservar Dino, que deve ser bombardeado por senadores de oposição, apesar dos apelos de aliados para que “não batam acima da canela”.

Temas como aborto, união civil homoafetiva e liberação do uso recreativo da maconha devem marcar a audiência com o ministro da Justiça, que se declara cristão; apesar da teoria do estado laico, o ex-comunista teme represálias da religião.

A expectativa do relator do processo de indicação de Dino ao STF, senador  Weverton Rocha, é que ele alcance um mínimo de 60 votos.

Para ter a indicação aprovada são necessários 41 dos 81 votos de senadores…

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Lahésio chama Flávio Dino de fraude e se declara “maior adversário” do ministro no MA…

Ex-candidato a governador diz que esperou o último momento do debate sobre a indicação do ex-governador ao STF para fazer campanha com os senadores pela não aprovação do nome do maranhense, que ele chama de perseguidor e parcial, posturas incompatíveis com a Corte Suprema

 

Lahésio grava vídeo para alertar senadores sobre Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal

O ex-candidato a governador do Maranhão Dr. Lahésio Bonfim (PSC) divulgou vídeo em suas redes sociais nesta terça-feira, 12, para falar pela primeira vez sobre a indicação do ministro da Justiça Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal.

 Autodeclarado “maior adversário de Dino no Maranhão”, Lahésio chama o ministro de fraude e perseguidor, e diz que esta perseguição durante o governo do ex-comunista o transformou de prefeito da menor cidade do Maranhão em segundo lugar na disputa pelo Governo do Estado.

– Quando o Lula indicou o Flávio Dino ao STF meus amigos ligaram e pediram: “Lahésio fica pianinho, não fala nada, cara, não diz nada”; mas eles sabem da minha essência e sabem que eu não iria ficar calado. Esperei o último segundo para falar com você senador que vai sabatinar esse homem – comentou Lahésio.

O ex-candidato a governador classificou Dino de fraude, e disse que ele tem perfil perseguidor e parcial, o que não condiz com a postura de um ministro do STF.

O ex-candidato a governador se autodeclarou o maior adversário de Flávio Dino no Maranhão

No vídeo, Lahésio lembra que o ministro pregou o extermínio dos Sarney no Maranhão, mas seu governo trouxe de volta o grupo do ex-presidente ao poder.

– Hoje a Roseana dança de alegria com Flávio Dino; o Sarney faz lobby com vocês [senadores]; hoje o adversário dele aqui sou eu – afirmou o ex-candidato, referindo-se ao vídeo da ex-governadora que virou meme nas redes sociais.

Além de questionar a imparcialidade de Flávio Dino, Lahésio também mostrou o fracasso do ex-comunista como governador, destacando o aumento da miséria no Maranhão nos quase oito anos de mandato.

O vídeo de Lahésio Bonfim foi encaminhado aos senadores e a membros da imprensa que cobrem Brasília.

a sabatina de Flávio Dino acontece nesta quarta-feira, 13…

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Auxiliares de Flávio Dino ainda sem destino no Ministério de Lula…

Jornalista Ricardo Capelli, delegado de polícia civil Jefferson Portela e advogado Diego Galdino são alguns dos maranhenses levados para o governo Lula pelo ministro  Justiça e que agora enfrentam resistência para permanecer na pasta

 

Ricardo Capelli é o principal auxiliar de Flávio Dino no Ministério da Justiça, mas há outros dois maranhense no alto comando da pasta ainda sem rumo definido

O  ainda ministro da Justiça Flávio Dino tem pelo menos três auxiliares levados do Maranhão para postos de alto coturno no Ministério da Justiça.

Além do secretário-executivo do ministério, jornalista Ricardo Capelli, que chegou a ser cotado para substituir Dino – em caso de aprovação do seu nome no Senado para o Supremo Tribunal Federal – também ocupam postos ligados diretamente ao ex-governador o advogado Diego Galdino e o delegado de Polícia Civil Jefferson Portela.

A Justiça deve ser comandada pelo ex-ministro do STF Ricardo Lewandowski, que tem dito exigir autonomia para montar sua equipe, embora mostre muito boa relação com o próprio Dino.

O atual titular da pasta pode tanto articular a manutenção dos seus aliados com Lewandowski como também levar alguns deles para compor seu corpo de auxiliares, caso se torne ministro do Supremo.

No STF, Flávio Dino terá direito entre 25 e 30 assessores diretos, dentre os quais o chefe de gabinete, oito assessores jurídicos e dois assistentes judiciários, além dos cargos comissionados de outras áreas; do total de servidores à disposição do gabinete, apenas três precisam ser do corpo técnico do próprio Supremo.

Flávio Dino pode levar com ele qualquer servidor cedido por outros setores da administração pública.

Ou mesmo auxiliares sem vínculos com o serviço público…

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Flávio Dino trabalha por, no mínimo, 2/3 dos votos do Senado

Ao menos 54 senadores devem votar a favor da indicação do ainda ministro da Justiça para o Supremo Tribunal Federal. Para isso, o maranhense conta com uma rede de apoio que envolve desde os colegas da bancada estadual – Weverton Rocha, Eliziane Gama e Ana Paula Lobato – até lideranças de peso nacional, como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e  José Sarney

 

Indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino montou uma rede de apoio interna e externa ao Senado para quebrar a resistência ao seu nome

Os aliados do ministro da Justiça Flávio Dino querem superar a casa dos 60 votos no Senado para garantir sua aprovação para o Supremo Tribunal Federal; a um dia da sabatina que irá definir seu futuro, Dino já conta com 2/3 dos votos, o que representa o apoio de 54 senadores.

Para alcançar uma quantidade significativa de votos, Dino conta com a articulação direta da bancada maranhense, capitaneada pelos senadores Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama (PSD) e Ana Paula Lobato (PSB); mas ele conta também com o atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e do presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Dino mobilizou um verdadeiro batalhão de apoiadores interna e externamente ao Senado; gente do peso dos ex-presidentes José Sarney e Fernando Henrique Cardoso.

Seu objetivo até esta quarta-feira, 13, é mitigar ao máximo as resistências e superar a casa dos 60 votos, o que seria uma vitória pessoal diante da resistência inicial ao seu nome.

A sabatina de Dino na CCJ foi marcada no mesmo dia e horário da que vai analisar a indicação de Paulo Gonet Brando para a procuradoria-Geral da República, também como estratégia para minimizar o impacto da audiência.

A votação no plenário deve ocorrer logo após a sabatina na CCJ…

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Flávio Dino e os votos de Sérgio Moro e Flávio Bolsonaro…

Apesar de estarem na oposição ao governo Lula – e de terem sido hostis ao próprio ministro da Justiça neste primeiro ano de governo Lula – senadores têm evitado falar sobre a sabatina desta quarta-feira, 13. E também evitam falar dos seus votos

 

Sérgio Moro mantém silêncio sobre sabatina de Flávio Dino; Flávio Bolsonaro, por sua vez, mudou o tom nas últimas semanas

Os senadores Sérgio Moro (Podemos-PR) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) são conhecidos adversários do ministro da Justiça Flávio Dino; mas nenhum dos dois fez qualquer menção negativa sobre a indicação de Dino para o Supremo Tribunal Federal.

Faltando dois dias para a sabatina que irá definir o futuro do ministro, nem Moro nem o 01 de Bolsonaro trata publicamente da escolha do maranhense; antes da indicação oficial do presidente Lula, há duas semanas, Flávio Bolsonaro ainda chegou a fazer provocações sobre  as especulações da época em relação a Dino, mas calou-se depois de confirmada.

Não há informações sobre uma eventual conversa entre Flávio Dino e os dois oposicionistas, embora o ainda ministro da Justiça tenha declarado que iria procurar todos os membros do Senado, inclusive os da oposição.

Moro não responde se conversou com Dino; quanto a Flávio Bolsonaro, este blog Marco Aurélio d’Eça apurou que houve uma tentativa do senador Weverton Rocha (PDT) por um encontro, recusado pelo senador carioca.

De qualquer forma, a movimentação de senadores oposicionistas, antes mais resistentes ao nome de Flávio Dino, hoje parece ser mais amena, sem declarações fortes à imprensa.

A direção do Senado pretende fazer tanto a sabatina quanto a votação secreta na mesma quarta-feira, 13…