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Governo fica sem saída e deve adotar restrições mais duras no MA

Diante da ameaça da cepa indiana do coronavírus – e com o aumento dos casos de coVID-19 – governador Flávio Dino reúne-se com chefes de outros poderes em busca de aval para um fechamento mais radical, sobretudo em São Luís

 

Dino vai tratar diretamente com chefes de poder e órgãos de controle sobre medidas restritivas no Maranhão

O governador  Flávio Dino (PCdoB) já decidiu que precisará adotar medidas mais restritivas contra a CoVID-19 em todo o Maranhão, mas, sobretudo, na região da Grande São Luís.

Para buscar o aval dos outros chefes de poder,. ele vai se reunir nesta quarta-feira, 27, com os presidente do Tribunal de Justiça e da Assembleia Legislativa, além de representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública.

Na tarde de ontem, os secretários de estado e municipal da Saúde, Carlos Lula e Joel Nunes, já definiram as questões técnicas de adoção das medidas, que podem significar, inclusive, fechamento de várias atividades não-essenciais.

Duas questões preocupam o governador:

1 – o aumento nos casos de CoVID-19;

2 – a ameaça da cepa indiana – a mais perigosa – se espalhar no Maranhão.

Dentre as medidas, os chefes de poder e dos órgãos de controle vão traçar estratégias para vacinação em massa, fechamento de atividades não-essenciais e auxílio às populações mais vulneráveis.

Flávio Dino deve anunciar as novas medidas logo após a reunião com os chefes de poder…

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César Pires cobra proatividade do governo Flávio Dino diante da pandemia

O deputado César Pires cobrou mais proatividade do governo Flávio Dino no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Maranhão. Para o parlamentar, as medidas sanitárias de combate ao coronavírus têm sido adotadas tardiamente pelo governo estadual, o que favorece a contaminação no estado.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, César Pires lembrou que a cepa indiana foi detectada desde outubro de 2020, mas os portos do Maranhão continuaram recebendo navios estrangeiros sem barreiras sanitárias, assim como todas as demais portas de entrada no estado – aeroviárias e terrestres também. E só agora, quando a Organização Mundial de Saúde começa a ver essa variante do coronavírus como algo muito agressivo, de alto nível de contaminação, é que o governo Flávio Dino começa a agir.

“Foi preciso que a nova cepa indiana chegasse ao Maranhão para que o governador voltasse a atenção para os aeroportos, portos e terminais rodoviários. Há muito tempo deveriam ter instalado barreiras sanitárias na rodoviária, que recebe ônibus de outros estados. Nos aeroportos, não havia nenhuma vigilância. Como sempre, preferem culpar só o governo federal, nesse caso a Anvisa”, destacou o deputado.

Citando o caso dos 38 indianos que estão hospedados em um hotel de São Luís e só agora foram descobertos, César Pires questiona por que não há nenhum tipo de controle sobre a rede hoteleira. Para o parlamentar, é inaceitável que o governo estadual não consiga se antecipar e tomar medidas preventivas mais eficazes, em vez de ficar sempre transferindo responsabilidades.

VANS

Por outro lado, César Pires pediu ao Governo do Estado mais atenção ao transporte feitos por vans, de São Luís para municípios próximos. Ele ressaltou que centenas de pessoas utilizam esse meio de transporte diariamente, muitas até sem máscaras, dentro de veículos lotados e sem a devida higienização.

O deputado concluiu dizendo que o governador precisa contar com um conselho científico, para ser proativo e se antecipar aos problemas, em vez de ir a reboque dos acontecimentos. Ele também pediu que a Secretaria de Saúde tome providências em relação às vans, que instale barreiras sanitárias na saída do aeroporto, onde há praticamente um semiterminal, ou próximo do Estreito dos Mosquitos, para vacinar todos os motoristas de vans e testar os passageiros desses veículos.

“Se agora adotarão medidas sanitárias com relação a ônibus e ao ferryboat, que é aberto, precisa controlar também as vans. Ou só vão tomar providência quando alguém adoecer dentro de uma van? A construção civil, por exemplo, está liberada desde o ano passado, mas só agora resolveram vacinar os trabalhadores. Este é o pecado do Governo do Maranhão: se dá certo, são os responsáveis; se algo dá errado, culpam os outros. Se a vacina vem porque o prefeito pede, o governo diz que foi ele e quer tomar conta”, finalizou César Pires. 

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Pré-candidatos repudiam ataques de Bolsonaro a Dino

Weverton Rocha, Carlos Brandão e Simplício saíram em defesa do governador após o presidente  ironizar sua condição física; também vinculado à base, Josimar de Maranhãozinho silenciou

Três dos quatro pré-candidatos a governador  vinculados à base do governo Flávio Dino saíram neste fim de semana em defesa do comunista, atacado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Primeiro a se manifestar, o senador Weverton Rocha (PDT) classificou de despropositadas as ofensas, que chamou de gordofobia.

O senador também criticou o fato de Bolsonaro ter chamado Dino de ditador.

– Aliás, o presidente precisa rever oi conceito de ditadura, por que Flávio Dino foi eleito pelo povo do Maranhão duas vezes em primeiro turno. No Maranhão a gente sabe viver a democracia – afirmou Rocha.

O vice-governador Calos Brandão (PSDB) também se manifestou nas redes sociais e classificou de infundadas as críticas.

– No Maranhão temos um governador que não mede esforços para levar justiça social para todos. Este é os eu legado e “peso” político – frisou o vive-governador.

Também nas redes sociais, Simplício Araújo (Solidariedade) ressaltou que Flávio Dino é um líder que tem seu respeito e do povo brasileiro.

– Dino luta, trabalha e salva vidas; este é o grande incômodo – afirmou.

Dos quatro pré-candidatos vinculados à base do governo, apenas Josimar de Maranhãozinho calou-se diante das agressões de Bolsonaro.

O chefe do PL preferiu posicionar-se ao lado do presidente, de quem pretende ser o representante no maranhão.

Para isso, no entanto, terá que disputar espaços com o senador Roberto Rocha (sem partido)… 

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Após entrevistas desastradas, Zé Reinaldo submerge no debate de 2022

Chamado por Flávio Dino – a pedido do vice-governador Carlos Brandão – para tentar unir a base governista, o ex-governador provocou ainda mais cisão entre os  partidos, com seu discurso coronelista e desagregador – do tipo “quero, posso e mando” – já ultrapassado na política maranhense

 

Ele veio, falou, não agradou e já está voltando; José Reinaldo submergiu após pregar a Dino o “eu quero, eu posso, eu mando”

Esquecido em um canto da história maranhense desde 2018, quando foi rejeitado por Flávio Dino (PCdoB) em seu projeto de ser senador, o ex-governador José Reinaldo Tavares foi “ressuscitado” em abril, a pedido do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), seu eterno chefe de gabinete.

O objetivo era usar o ex-governador para tentar unificar os partidos da base do governo Flávio Dino em torno do nome do próprio Brandão.

Foi um desastre.

Político de uma era em que o autoritarismo dominava o cenário – na base do “eu quero, eu posso, eu mando” – Zé Reinaldo tentou resgatar capítulos já esquecidos da política, ao pregar a imposição pura e simples da candidatura de Brandão; na marra.

O discurso de usar a força do Palácio dos Leões como ameaça aos próprios aliados afastou ainda mais os jovens líderes partidários do projeto de Brandão; e inviabilizou a reunião que Flávio Dino teria com os presidentes de partido no final de maio.

Desde então, o ex-governador parece ter sido aconselhado a calar a boca e readequar seus pensamentos à nova realidade política maranhense.

Mas ele está fora de tempo e de espaço no contexto.

Do alto de seus 82 anos, José Reinaldo é de uma outra época política, em que governadores e prefeitos eram escolhidos em gabinetes e “lideranças” criadas artificialmente eram empurradas ao povo, que se limitava a votar, acossado pela necessidade usada pelo Palácio dos Leões.

Curiosamente, o próprio Zé Reinaldo contribuiu com o fim dessa época, ao patrocinar a ascensão de Flávio Dino;  e o primeiro discurso do governador comunista foi a garantia de que “os leões do Palácio nunca mais iriam rugir contra o seu povo”.

Passados 15 anos da chegada de Dino ao poder, Zé Reinaldo parece ter esquecido que os tempos mudaram, tentando fazer o que fazia no trono do palácio junto com seu chefe de gabinete.

A reação das lideranças do grupo – todas jovens, algumas com idade para ser bisnetos de Tavares – levou Dino a já admitir a possibilidade de palanques múltiplos em sua base de apoio.

Amordaçado pela própria verborragia, José Reinaldo deve se limitar agora a traçar estratégias para seu eterno chefe de gabinete.

Com o risco de que o estrago já esteja feito…

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A escolha de Flávio Dino: candidatura única ao Senado ou ao governo?

Partidos da base do governador aceitam e defendem publicamente que ele seja o único candidato a senador do grupo; mas o comunista terá que negociar os interesses desses partidos em relação à disputa pelo governo

 

Com múltiplos palanques, Flávio Dino terá eleição tranquila para o Senado e mostrará nacionalmente sua força política

Uma declaração do secretário Simplício Araújo ao jornalista Clóvis Cabalau, da TV Mirante, nesta sexta-feira, 21, reforçou ainda mais a ideia de que o governador Flávio Dino (PCdoB) será candidato único ao Senado em sua base de apoio.

– A única certeza que eu tenho é que teremos um candidato a senador, o Flávio Dino. Mas não temos um favorito ao governo. Vossa excelência, o povo, ainda não se manifestou – declarou o secretário.

Simplício, que é pré-candidato a governador, também preside o Solidariedade; e sua posição é a mesma de todos os presidentes de partido que compõem a base de Flávio Dino.

Do PCdoB, do PT, do PDT, do PSB, do PSDB, do DEM, do PTB, do PP, do PRB, do Cidadania, do PROS e do PSL.

Até mesmo o PL, o Avante e o Patriotas, que estão com Josimar de Maranhãozinho, podem ter Dino como candidato a governador.

Mas o comunista precisará fazer uma escolha.

Ele vai buscar a unidade em torno de seu nome para garantir uma eleição tranquila ao Senado ou vai obrigar os partidos a abrir mão de seus projetos, tentando impor uma candidatura única de governador?

A possibilidade de múltiplos palanques na base de Flávio Dino foi revelada no blog Marco Aurélio D’Eça, após recuo de Dino na tentativa de imposição de um nome de governador.

Flávio Dino deixa o governo em abril de 2022; a partir de então, precisará da estrutura do mesmo governo para embalar seu projeto senatorial.

Mas é a unificação partidária em torno do seu nome que garantirá a vitória tranquila, sem adversários que possam dividir votos – o que, ao final, terá forte repercussão nacional.

Ele brigará pela candidatura única de Brandão, forçando os partidos e grupos já consolidados a abrir mão dos seus candidatos a governador?

Ou liberará os múltiplos palanques na base, tendo a garantia de transitar em todos eles como candidato único a senador?

Esta é a escolha que Flávio Dino precisa fazer…

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Simplício confirma candidatura ao governo com aval de Flávio Dino

Em entrevista ao quadro Bastidores, do Bom Dia Mirante, secretário de Indústria e Comércio diz que está trabalhando seu nome combinado com o governador, o que reforça a hipótese de que o comunista possa ter mais de um candidato

 

Simplício revelou que combinou com Flávio Dino sua candidatura ao governo, o que reforça a hipótese de palanques múltiplos na base do governo

O secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, reafirmou nesta sexta-feira, 21, em entrevista ao quadro Bastidores, do programa Bom Dia Mirante, sua candidatura a governador em 2022.

E reforçou ainda que faz isso em comum acordo com o governador Flávio Dino.

– Eu conversei com o governador e ele entendeu que eu colocasse o meu nome. Combinado com o nosso líder, Flávio Dino, estou colocando o meu nome para avaliação da população – afirmou.

A revelação de Simplício Araújo – que inclusive deixou claro só haver um candidato a senador no grupo governista, o próprio Dino – reforça a hipótese de o governo ter vários candidatos em 2022.

Esta possibilidade ganhou corpo depois do fracasso da tentativa do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) de convencer Dino a impor seu nome à base, na reunião do dia 31 de maço.

E foi revelada pelo blog Marco Aurélio D’Eça, no post “Candidato ao Senado, Flávio Dino já admite palanque múltiplo…”.

Simplício Araújo reconhece a pré-candidatura de Brandão, a do senador Weverton Rocha (PDT) e a do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), mas diz que a decisão é do povo.

– Poder do Palácio dos Leões é importante, recursos financeiros são importantes e ajuda da classe política também é importante; o mais importante, porém, é a aprovação de vossa excelência, o povo – disse o pré-candidato.

O secretário só não disse – e também não foi perguntado – como “vossa excelência, o povo”, será ouvido, uma vez que o ex-governador José Reinaldo Tavares, padrinho da candidatura de Brandão, já descartou o critério das pesquisas.

De qualquer forma, a pré-candidatura do secretário, que é do Solidariedade, está posta de forma pública.

E é mais um a se posicionar em relação à reunião do dia 31…

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Candidato ao Senado, Flávio Dino já admite palanques múltiplos

Governador comunista será o candidato único de praticamente todos os partidos de sua base, incluindo os que apoiam as candidaturas ao governo do senador Weverton Rocha e do deputado Josimar de Maranhãozinho, além do vice-governador Carlos Brandão

 

Flávio Dino chegou à conclusão de que cada um deve se virar com os trunfos que têm na eleição de governador, desde que garantam a ele palanque para o Senado

Até então em busca do entendimento de sua base para as eleições de 2022, o governador Flávio Dino (PCdoB) já admite mais de uma candidatura ao governo entre os partidos que o apoiam.

E todos garantem apoio à sua candidatura ao Senado.

Esta posição partidária consolidada – a maioria com o senador Weverton Rocha (PDT) e outra parte com o deputado Josimar de Maranhãozinho (PL) – tornou quase impossível a imposição de um nome único da base, como pretende o vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Weverton já tem o apoio do PDT, do DEM, do PSB, do PSL, do Cidadania e do Republicanos; e pode conseguir também o PP e o PROS.

Maranhãozinho, por sua vez, tem o PL, o Avante e o Patriotas; e busca o PTB.

Já fechados para o governo, todos eles admitem apoiar Flávio Dino ao Senado, o que garantiria a inédita condição de palanque triplo ao governador maranhense. 

Brandão teria o próprio PSDB, o PCdoB e o PT, mas com o trunfo de assumir o governo em abril de 2022.

Foi diante desta consolidação partidária em torno do senador e do deputado federal que Flávio Dino recuou do objetivo da reunião do dia 31 de maio e vai agora tratar, apenas, da candidatura ao Senado.

De acordo com fontes do alto escalão do Palácio dos Leões, o governador já admite as três candidaturas na base, garantindo a ele os palanques de Brandão, de Weverton e de Josimar.

Para isso, o governador vai empurrar ao máximo a decisão sobre candidaturas ao governo, a fim de ganhar tempo na pressão exercida pelo vice-governador e seu padrinho, ex-governador José Reinaldo Tavares.

O que era para ser decidido agora – como querem Brandão e Tavares – será adiada primeiro para dezembro e depois para abril.

E quando chegar a hora cada um já estará com suas candidaturas consolidadas, de uma forma ou de outra.

Simples assim…

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Pedro Lucas e o que ele dirá dia 31: “nosso nome para governo é Weverton”

Deputado federal que acaba de assumir a coordenação da bancada maranhenses e vai assumir o comando do PSL garantiu que, se for consultado pelo governador Flávio Dino, reafirmará a posição do partido

 

Pedro Lucas afirma e reafirma seu apoio ao senador Weverton Rocha para o governo em 2022; e vai dizer isso a Flávio Dino no dia 31

Um dos primeiros chefes partidários a ser convidados pelo governador Flávio Dino para a reunião do dia 31 de maio, o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PSL) já tem sua posição tomada.

– Na reunião que se aproxima, se eu for consultado, direi que nosso nome para o Governo é o Weverton – afirmou Lucas, em entrevista ao programa Ponto Continuando, da rádio Educadora AM. (Leia aqui)

O deputado federal é um dos seis presidentes partidários na pré-coligação de Weverton Rocha.

Além deles, estão fechados com o senador do PDT os presidentes do DEM, Juscelino Filho; do PRB, Cléber Verde; do Cidadania, Eliziane Gama, e do PSB, Luciano Leitoa.

Pedro Lucas justifica seu apoio a Weverton Rocha definindo-o como homem de diálogo.

– Além de ter sido um excelente deputado federal, é um político da minha geração, que possui ótima articulação em Brasília. Prova disso é que já conta, por exemplo, com os apoios públicos dos presidentes da Câmara e do Senado. Além disso, Weverton é um político de diálogo, que já reúne em torno de si um grupo considerável de apoiadores – justificou.

Convocada por Flávio Dino, a reunião do dia 31 tinha por objetivo tentar convencer os presidentes da legenda a apoiar a candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB); Dino, porém, percebeu a consolidação de posições como esta de Pedro Lucas Fernandes e recuou.

A conversa agora se dará apenas sobre a candidatura do próprio Flávio Dino ao Senado, praticamente consenso dos partidos da base.

Este consenso pode levar a base, inclusive, a ter apenas um candidato a senador em vários candidatos a governador.

Mas esta é uma outra história…

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Dino recua e não vai mais tratar de candidatura a governador com partidos

Apesar da pressão do ex-governador José Reinaldo Tavares para que ele escolha, mesmo na marra, o nome do vice Carlos Brandão, comunista não sentiu segurança no momento e mudou a pauta para discussão apenas de sua candidatura ao Senado

 

Com ajuda de Zé Reinaldo, Brandão tenta apressar Flávio Dino a escolher candidato ao governo, mas o governador não demonstra segurança quanto aos partidos, a maioria alinhada a Weverton Rocha

O governador Flávio Dino (PCdoB) não vai mais tratar sobre candidaturas ao governo na reunião que convocou para o dia 31 de maio com os presidentes de partidos aliados.

A reunião era mais uma pressão do ex-governador José Reinaldo Tavares, que tenta apressar a definição do candidato de Dino e prega que o governador  decida, nem que seja na marra, pelo nome do vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Apesar de demonstrar certa preferência pela candidatura de Brandão – até por questões objetivas de poder – Flávio Dino não sentiu segurança no atual momento para impor sua vontade, uma vez que a maioria da base já está posicionada com outras candidaturas.

Como o blog Marco Aurélio D’Eça adiantou mais cedo, nesta terça-feira, 18, Dino agora vai apenas ouvir os chefes partidários e falar de sua candidatura a senador.

A pressa em escolher logo o nome do candidato governista de 2022 vem sendo demonstrada pelo vice-governador Carlos Brandão e pelo seu mentor político, o ex-governador José Reinaldo Tavares.

Tavares foi indicado por Brandão ao governo na tentativa de convencer os aliados a se aglutinar em torno de si.

Hoje com 82 anos, o ex-governador, porém, tem dificuldade de diálogo com a ala mais jovem da base dinista, hoje no comando da maioria dos partidos; e só consegue conversar com a velha guarda da política, entre eles sarneysistas que foram seus colegas.

Mesmo assim, convenceu Dino a chamar os presidentes partidários para uma conversa, a princípio marcada para o dia 28; depois adiada para o dia 31.

Tavares entende que, quanto mais cedo for anunciado o nome de Brandão – nem que seja na marra – mais ele amplia suas chances de se viabilizar.

Flávio Dino, no entanto, quer evitar em 2022 os erros que cometeu em 2020, quando, a pedido de Brandão, tentou forçar o apoio da base ao candidato do PRB, Duarte Júnior, e acabou levando aliados a apoiar Eduardo Braide (Podemos), que venceu as eleições.

O governador comunista percebeu a dificuldade que seria convencer os dirigentes partidários neste momento e decidiu mudar o foco da reunião.

A tendência é que a escolha do nome – ou dos nomes da base – se dê apenas no final de 2021

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Josimar reafirma candidatura, com ou sem apoio de Flávio Dino

Daputado federal diz que ja´tem gruipo para caminhar com ele em 2022, além do PL, do Avante e do Patriotas, e reforça que sua candidatura erstá decidida entre os alaidos no interior do estqado, inclsuive dos que sonham com projetos de 2024

 

Josimar está na base de Flávio Dino, mas é candidato a governador, pouco importndo a preferência do comunista por outra candidatura

O deptuado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) reafirmou ensta terça-feira, 18, sua candidatura ao Governo do Estado.

E deixou claro qeu pouco importa a ele ter ou não o rótuklod e candidato do governador Fla´vuio Dino (PcdoB).

– Nós temos um grupo já definido; temos o PL, o Patrota e o Avante. Podemos nãos er candiato de u grupo grande, ams seremos com o apoio dos maranhenses que sabem o que é a dificudlade no itnerior – afirmou o palamentar, em linahs geraism, durante a entrvista ao jornalsita clóvis Cabalau.

Josimar de Maranhãozinho deixou calro que trabalha com a hipótese de ter outros partidos em sua coligação; e mostrou-se indiferente a ter ou não o apoiod e Flávio Dino.

O governador vai reunir os dirigentes aprtidários no dia 31 de maio – incluindo o próprio Josiamr – apra discutir as eleições de 2022; a princípio havia a expectativa de que Dino anunciaria o seu nome preferido, mas houve um recuo, diante do popsicionamento da maioria dos chefes de partido. (Entenda aqui)

No projeto de Josimar, segundo o qeu revelou a Cabalau, incluem-se prefeitos e candidatos a rpefeitos derrotados em 2020, que sonhma em estar no poder em 2024.

– Temos apoio de muitos prefeitos, mas temos também aliados que não venceram, em 2020, mas que sonham com a vitória em 2024 e sabem qeu essa vitória passa por 2022 – afirmou o parlamentar.

Josimar confirmou presença no encotnro de Fla´vio Dino e revelou quye vai reafirmar sua candidatura durante a reunião.